quarta-feira, 26 de abril de 2017

Eleita a Logomarca da BAR

Olá leitor!

Foi postado no dia de hoje (26/04) no "Blog Minifoguete", uma nota informando que já foi escolhida a logomarca da Associação Brasileira de Minifoguetes (ABMF), ou BAR (Brazilian Association of Rocketry), nomenclatura esta a qual os fogueteiros associados parecem preferir quando se referem a mesma. Veja abaixo.

Duda Falcão

Eleita a Logomarca da BAR

A logomarca da Associação Brasileira de Minifoguetes está na figura abaixo.

Logomarca da Associação Brasileira de Minifoguetes.

A BAR recebeu 26 propostas de logomarca das seguintes 11 pessoas e uma equipe de foguetes:

* Alice Serafim Marchi

* André Vanzolin

* Beyond Rocket Design

* Carlos Cássio Oliveira

* Cecília Serafim Marchi

* Cícero Serafim Marchi

* Éderson Luiz dos Santos Dias

* Francélio Hardi

* José Roberto de Andrade e Paula

* Pedro Daun

* Saulo Carneiro Cardoso

* Simone Rodrigues de Sousa

Houve 30 votos válidos de sócios cadastrados na BAR.

O vencedor do concurso foi Saulo Carneiro Cardoso, estudante da Universidade Federal do Ceará, cuja proposta recebeu 14 votos válidos ou 47% dos votos válidos.

Agradecemos a todos que participaram com propostas e que votaram.

A BAR concederá como prêmio ao vencedor um kit de minifoguete comercial e um certificado a serem entregues durante o IV Festival Brasileiro de Minifoguetes em Curitiba no dia 1 de maio de 2017.


Fonte: Blog “Minifoguete“ - http://minifoguete.blogspot.com.br

Comentário: Bom, bom, muito bom mesmo. Avante BAR.

Mais Sobre os Possíveis Acordos de Salvaguardas Com Outros Países Visando o Uso Comercial do CLA

Olá leitor!

Apesar do tema dessa matéria abaixo não ser exatamente uma novidade aqui no Blog, o mesmo continua em debate entre os nossos leitores e certamente na Comunidade Espacial devido ao seu grande significado para o setor espacial do país. Diante disto, como essa matéria postada dia 12/04 no site oficial do Ministério da Defesa (MD) foi a mais completa sobre o assunto, resolvi publicá-la, para que assim apimente ainda mais as discussões sobre essa nova pseudo iniciativa espacial do Governo.

Duda Falcão

NOTÍCIAS

Quatro Países Manifestaram Interesse em
Parceria Com o Brasil no CLA do Maranhão

Por Roberto Cordeiro
Assessoria de Comunicação Social (Ascom)
Ministério da Defesa
61 3312-4071

Alcântara (MA), 12/04/2017 – Estados Unidos, França, Rússia e Israel manifestaram interesse em formalizar parceria com o Brasil para utilização do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no estado do Maranhão. A informação é do ministro da Defesa, Raul Jungmann, que esteve nesta quarta-feira (12) conhecendo as instalações do Centro e o programa espacial brasileiro. Jungmann frisou que qualquer acordo com as partes interessadas se dará sempre levando em consideração a soberania do Brasil.

“Na semana passada, um grupo francês esteve visitando o Centro de Lançamento. Obtive informações hoje que o CLA está em condições operacionais. Ou seja, se houver algumas demandas, o centro pode lançar foguetes num prazo de uma semana”, afirmou o ministro.

Fotos: Sgt Johnson/FAB
Isto O CLA está em condições operacionais, se houver alguma
demanda, podemos lançar foguetes num prazo de uma semana.

Além disso, Jungmann explicou que mantém conversas com a direção da Embraer Defesa no sentido de o conglomerado nacional, que é sócio na Visiona, junto com a Telebrás, também fixar acordos com o CLA. A Visiona é a empresa que contratou junto à francesa Thales o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicação (SGDC).

“Vou também procurar o BNDES para que o banco possa apontar formas de fomento para o Centro de Lançamento. Numa outra frente conversarei com os responsáveis na Casa Civil da Presidência da República para equacionar as questões de natureza fundiárias”, contou.

Centro de Lançamento

Na sala do Sistema de Controle Operacional e Disparo (SCOD), Jungmann conversou com jornalistas. Indagado se a visita ao CLA tratava-se de “uma cordialidade”, o ministro respondeu: “Não é algo relativo à cordialidade, é algo relativo ao relançamento de Alcântara.

Isso aqui é um ativo do Brasil. Este Centro, como eu acabei de ouvir do comandante, é o que tem melhores condições não só geográficas, mas também em termos de equipamento em todo o hemisfério sul do planeta. Aqui o Brasil investiu muito e o Brasil tem muito a lucrar com o relançamento de Alcântara. Nós estamos redefinindo toda a governança e nós estamos revendo os acordos de salvaguardas. Existe a ideia em firmar exatamente esses acordos com a Rússia, que tem manifestado interesse; com a França, com Israel e com Estados Unidos, e nós retiramos o acordo anterior que tínhamos com os Estados Unidos no Congresso Nacional e vamos reenvia-lo em breve.”

O ministro afirmou também que nunca ocorreu a descontinuidade do CLA.” No ano passado, nós tivemos dois lançamentos, esse ano vão ter pelo menos quatro, ou seja, Alcântara nunca parou. O projeto espacial desenvolvido pela Aeronáutica, pela Ciência e Tecnologia e pela AEB jamais parou. Agora, ele precisa e vai ter de fato uma recriação e um relançamento. Vamos criar o Conselho Nacional da área espacial brasileira, o presidente da República, em breve, deve emitir um decreto a esse respeito e nós vamos, inclusive, conversar com o setor privado brasileiro. Já conversamos, por exemplo, com a Embraer, que tem interesse também aqui, e vamos procurar resolver a questão da área especificamente no que diz respeito aos quilombolas, porque nós precisamos de mais de 12 mil hectares para que a gente possa ter aqui até 6 bases de lançamento. E só pra dar uma ideia aos senhores, dado o mercado hoje e valor de um lançamento de um satélite que pode ir de 30 milhões a 120 milhões de dólares. Nós temos condições aqui de gerar recursos da ordem US$1,2 bilhão e a US$ 1,5 bilhão ao ano para o Brasil e evidentemente, com ganhos para o Maranhão e para toda a região”.

No ano passado, nós tivemos dois lançamentos, esse ano
vão ter pelo menos quatro, ou seja, Alcântara nunca parou.

E continuou: “O diálogo neste momento não está se dando porque nós estamos na fase de reenviar esse projeto para o Congresso Nacional e é importante dizer que nós aqui não vamos trabalhar só com os Estados Unidos, nós vamos trabalhar, se houver interesse, e se de fato formos adiante, com diversos países, a Rússia, como foi aqui citado; a França, que esteve aqui recentemente; Israel também tem interesse. Nós vamos transformar isso aqui em algo que será plural e, obviamente, também com a participação brasileira, que deve também ter condições. As empresas nacionais podem explorar esse Centro, que tem a melhor localização geográfica do mundo e no hemisfério sul é o mais bem equipado, com instrumentos de ponta e pessoal treinado. Para os senhores terem uma ideia, ainda há pouco, eu e o brigadeiro Rossato conversamos, que se for necessário, dentro de uma ou duas semanas, podemos fazer um lançamento. Está tudo pronto para se fazer um lançamento.”

Acordo

Na conversa Jungmann abordou também a questão fundiária: “Nesse momento, na Casa Civil, este processo de conciliação está sendo devidamente finalizado e, pelas informações que nós temos é que já existe um pré-acordo, para que seja feito o remanejamento dessas famílias, para que elas tenham absoluta condição de habitação e de, obviamente, levar a sua vida. Agora, esse centro para ser funcional, para ele poder ser operado e trazer todos os ganhos que trará em termos de ciência e de tecnologia e, de cursos de extensão na área aeroespacial, engenharia, inclusive, para a região.”

Jungmann classificou que a defesa do País está relacionada ao espaço. “Defesa está relacionada ao espaço, à questão de desmatamento, enfim, há uma infinidade de atividades que são essenciais para o Brasil e que são desenvolvidas a partir do espaço. Por isso é que nós precisamos de mais 12 mil hectares para, somando aos 8 mil que já existem, fazer uma exploração do potencial que, como já se disse, é único no mundo e isso aqui de fato é um ativo, é uma joia que o Brasil tem e que precisa ser amplamente utilizado.”

O Centro de lançamento tem suas finalidades
de defesa e suas finalidades comerciais.

Segundo ele, ocorreram erros políticos que estão sendo revistos. Daqui para frente “estaremos fazendo a coisa certa, fazendo a coisa com transparência e, sobretudo, com profissionalismo, não repetindo os erros anteriores e que não foram, em momento algum, tenham certeza disso, responsabilidade da Força Aérea e muito menos da Defesa, essa foi uma decisão política equivocada e que nos gerou prejuízo, mas isso não se repetirá, vocês podem ter certeza”, salientou o ministro”

O ministro comentou ainda que “os russos lançam foguete em Kourou, na Guiana. Nos Estados Unidos você pode ter lançamento de outros países. Na verdade você tem, digamos assim, uma exploração comercial em qualquer centro do mundo. Agora, só tem um detalhe aqui, os lançamentos custam em termos de combustível 30% menos. Então, você tem uma vantagem que é mais competitiva do que qualquer outro centro de lançamento do mundo. 

Jungmann ressaltou que o centro de lançamento tem suas finalidades de defesa e suas finalidades comerciais. “ Em qualquer lugar do mundo, existe algo semelhante com o que vai ter no Brasil. Portanto, a soberania, a independência nacional, estarão absolutamente preservadas. Além do fato que nenhum país, nenhuma empresa terá o monopólio disto aqui, quem terá o controle integral dessa área, do Centro de Lançamento será o Brasil, a partir da sua soberania e a partir daquilo que o Congresso Nacional entender que deve ser feito.”

O que deve acontecer, frisou Jungmann, “é que nós recolhemos todas as críticas que foram feitas, arredondamos interiormente no Governo e ouvimos do Congresso, das lideranças do Congresso, e vamos apresentar uma nova proposta. O Congresso é soberano e caberá a ele é aprovar.”

E continuou: “entendo também que o fato de que não estaremos só restrito aos Estados Unidos, como também não estaremos restrito, como no passado, à Ucrânia. Ninguém aqui vai ter o monopólio ou ninguém aqui vai deter o controle que será do Brasil, será nacional e será em função da defesa e da soberania do nosso País”, reforçou o ministro mais uma vez.

Apresentação do CLA

Jungmann seguiu na manhã desta quarta-feira para o Maranhão. Acompanhado do comandante da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato; do chefe de Assuntos Estratégicos do Ministério da Defesa, brigadeiro Alvani Adão da Silva; e do diretor-geral de Ciência e Tecnologia Aeroespacial, brigadeiro Carlos Augusto Amaral Oliveira. Jungmann foi recebido em Alcântara pelo comandante do CLA, coronel Luciano Valentim Rechiuti.

No auditório do prédio central, o coronel Luciano realizou um briefing com a narrativa do histórico do centro de lançamento. O comandante disse que o CLA começou a ganhar forma em 1979 e, no ano seguinte, houve a declaração de uma área de 62 mil hectares como de utilidade para a construção do centro. Por meio do Decreto nº 88.136/83 se instituiu o CLA. Já no ano seguinte, ocorreu a desapropriação do território para a montagem da estrutura.

Jungmann foi recebido em Alcântara pelo comandante
do CLA, coronel Luciano Valentim Rechiuti.

Os primeiros lançamentos se iniciaram nos anos 1990 com o Sonda II. Em 1994 dois avanços importantes: a criação da Agência Espacial Brasileira (AEB) e o Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE). O coronel Luciano mostrou à comitiva, durante a palestra, os cinco setores do centro de lançamento: comando e controle, preparação de lançamentos, controle de satélites, apoio e residencial e hoteleiro.

“Tivemos muitos avanços em termos de modernização, em termos de equipamentos. Temos agora uma área específica de segurança de voo e uma sala de crise. Posso assegurar que o CLA dispõe de plena capacidade operacional”, disse o coronel Luciano.

Após o término da visita ao CLA, o ministro Jungmann e o brigadeiro Rossato sobrevoaram a área e depois seguiram para o Palácio dos Leões, sede do Governo do Maranhão. Lá foram recebidos, em audiência, pelo governador Flávio Dino.


Fonte: Site do Ministério da Defesa (MD)

Comentário: Bom leitor, já disse aqui e vou repetir. Fazer acordos de Salvaguardas que possibilitem o uso das Bases brasileiras com os EUA ou qualquer nação do mundo não há problema algum desde que não venha ferir a nossa soberania e que traga benefícios científicos e tecnológicos e dividendos ao país (isto é praxe no mundo) e o Brasil já fez isto indiretamente e exitosamente com a Alemanha, e da mesma forma indiretamente com a Argentina, o que acabou resultando numa missão conjunta lançada em 2007, apesar desses casos não serem acordos visando o uso comercial dessas bases. Vale lembrar também leitor que o único acordo comercial até hoje feito pelo Brasil, foi o desastre pré-anunciado do acordo com a Ucrânia que gerou a mal engenhada empresa megalomaníaca Alcântara Cyclone Space (ACS), uma iniciativa desastrosa desses Petralhas de merda motivada exclusivamente por questões políticas (já havíamos registrado esta informação em comentários anteriores) como bem reconheceu o energúmeno do Ministro Jungmann. O engraçado desta história é que apesar deste reconhecimento esse verme esquece convenientemente que o seu chefe atual foi um dos que apoiaram abertamente esse mesmo desastre, e agora com a maior cara de pau tenta tirar uma de mocinho e líder competente na escolha de um novo rumo para o Programa Espacial do país. Ora leitor, esses vermes não ouviram ninguém na questão do acordo com a Ucrânia, passaram por cima dos que diziam os especialistas e agora se sentem preparados e prontos para fazerem as escolhas certas??? Ora, faça-me uma garapa seus vermes de merda. A matéria acima sutilmente (esperei que alguém comentasse para testar a atenção de nossos leitores, pois esta informação também foi abordada nas matérias anteriores) afirma que: “O CLA está em condições operacionais, e se houver alguma demanda, o centro pode lançar foguetes num prazo de uma semana”. Ora leitor jamais tive qualquer duvida quanto a isso, mas se é verdade mesmo, porque não estão realizando lançamentos no centro? Cadê o Projeto SARA???? Cadê a continuidade dos testes com o motor líquido L-5???? Porque não se da continuidade no Programa Microgravidade dessa Agencia Espacial de Brinquedo (AEB) ??? Porque o governo não estabelece uma Missão Espacial factível como ocorrem em países que levam as suas atividades espaciais com seriedade???? Voltando a questão dos acordos, note você leitor que o Ministro Jungmann condiciona esses possíveis novos acordos de Salvaguardas a aprovação do mesmo Congresso que aprovou o desastroso acordo com a Ucrânia que, agora como num passe de mágica, esta preparado para conduzir a aprovação desses novos acordos. É Claro que o processo politica passa evidentemente pela participação do Congresso nesta questão, seja no Brasil ou em qualquer democracia do mundo (séria ou não), porém o que se discute aqui é não só a inegável falta de competência do Congresso nesta questão, bem como a sua corruptibilidade, o que poderá gerar acordos ‘Candirus’ (onde outras nações entram com ”P” e o Brasil com “C“, se é que vocês me entendem), causando novamente grandes prejuízos aos cofres públicos do país. Outra informação que precisa ser passada para a Sociedade é que desde a MECB (Missão Espacial Completa Brasileira), quando da criação do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) já fazia parte dos planos a criação de diversos sítios de lançamento para o uso comercial com outros países, bem como transformar toda a área adjacente ao CLA num grande centro espacial com sedes de empresas e instituições de pesquisas (civis e militares), bem como centros educacionais voltados para área espacial, centro este que foi denominado nesta época de Centro Espacial de Alcântara (CEA). No entanto leitor, devido a falta de compromisso de diversos governos subsequentes com esta questão e os problemas gerados com as Comunidades Quilombolas da região, os estudos foram feitos, recursos gastos com esses estudos, mas os seus resultados jamais postos em pratica, coisa que agora o Governo TERMER parece querer resgatar. O que é difícil acreditar é que esse governo de merda venha fazer isto com a seriedade e competência que a questão exige.

No Planetário de Brasília Estudantes Viajam Pelas Galáxias

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (25/04) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) destacando que no Planetário de Brasília estudantes viajam pelas Galáxias.

Duda Falcão

No Planetário de Brasília
Estudantes Viajam Pelas Galáxias

Mayara Oliveira
Coordenação de Comunicação Social – CCS
25/04/2017

Fotos: Valdivino Júnior/CCS

Um grupo de estudantes da Escola Franciscana Nossa Senhora de Fátima participou, na última segunda-feira (24.04), de uma visita guiada pelas galáxias e nebulosas expostas em quadros, no Planetário de Brasília. Realizada pela Agência Espacial Brasileira (AEB), a visita contou também com uma sessão comentada na cúpula do Planetário e oficina de construção de uma carta celeste, usada para identificar objetos astronômicos.

Os 34 alunos do 6º ano conheceram os projetos desenvolvidos pela AEB, entre eles a réplica do Veículo de Sondagem Brasileiro (VSB-30), exposto na área externa do Planetário. Os estudantes ficaram maravilhados com o que viram. Para Ítalo Martins, de 11 anos, foi uma ótima oportunidade para conhecer mais sobre o planeta Terra. “É interessante saber que o Brasil tem projetos voltados para o espaço”, contou.


Além do VSB-30, outros projetos estavam expostos no local e foram apresentados aos alunos, como o Satélite de Coleta de Dados (SCD-2), lançado ao espaço em 1998. O SCD-2 é um satélite de pequeno porte que opera em uma órbita de 760 km de altitude, e fornece dados ambientais ao país com base na utilização de satélites e plataformas de coleta de dados (PCDs).

Também foram apresentados os Foguetes Suborbitais VS-30 e VS-40, o Veículo de Sondagem Brasileira (VSB-30), direcionado a realizar experimentos em ambiente microgravitacional. A série de foguetes SONDA, utilizados para missões suborbitais de exploração do espaço, capaz de lançar cargas úteis compostas por experimentos científicos e tecnológicos que serviram de base para a criação dos motores que compõem o Veículo Lançador de Satélites (VLS 1).

Os estudantes conheceram também as constelações mais famosas e os planetas que compõem o sistema solar na sessão comentada, que aconteceu na cúpula do Planetário. Logo em seguida foi exibido o filme Dois Pedacinhos de Vidro. A produção conta a história do telescópio, começando com a luneta do físico, matemático e astrônomo, Galileu Galilei, até os modernos instrumentos astronômicos.


Para a coordenadora pedagógica da Escola Franciscana, Cristiane Vasconcelos, a atividade foi uma oportunidade de praticar o que os alunos estudam na escola. “A prática da teoria é muito importante, pois eles absorvem o conhecimento de uma forma muito mais precisa”, explicou.

A programação foi encerrada com uma oficina de construção de cartas celestes, usadas desde a antiguidade até os dias atuais para a identificação dos corpos celestes.


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Brasil Planea Entrenar a Sus Especialistas de Industria Aeroespacial en Rusia

Hola lector!

Sigue abajo una comunica puesta ayer (25/04) en el website español “Sputnik News” destacando que Brasil planea entrenar a sus especialistas de industria aeroespacial en Rusia.

Duda Falcão

NOTICIAS - MUNDO

Brasil Planea Entrenar a Sus Especialistas
de Industria Aeroespacial en Rusia

25/04/2017 - 17:42
Actualizada a las 17:44

© Sputnik/ Konstantin Chalabov

SAMARA, RUSIA (Sputnik) — Brasil planea enviar a sus especialistas de la industria aeroespacial a realizar prácticas en la Universidad Koroliov, de la ciudad rusa de Samara, comunicó el presidente del Centro de Cooperación Empresarial de los países BRICS, Vicente Barrientos.

"La región de Samara es una de las principales regiones que forman a especialistas en este ámbito, con lo cual es de gran interés para nosotros, representantes de Brasil", dijo en un foro de jóvenes líderes de los países BRICS en Samara.

De acuerdo con Barrientos, Brasil tiene su propia agencia espacial "pero, por desgracia, no tiene una base tan excelente para la formación".

Precisó que los detalles del programa de formación se debaten actualmente.

Por otra parte, indicó, Brasil está dispuesto a recibir a especialistas rusos y compartir su conocimiento en turismo, ocio y deportes.

Además, Brasil podría compartir experiencia y ayudar en la formación de especialistas para el Mundial de la FIFA que se celebrará en Rusia en 2018.

El foro de jóvenes líderes de los países BRICS se desarrolla esta semana en Samara.

En el evento participan unos 100 jóvenes empresarios, estudiantes, investigadores, profesores, figuras públicas de Brasil, Rusia, la India, China y Sudáfrica.


Fuente: Website Sputnik News  español  http://mundo.sputniknews.com

Comentario en Español: Sí lector, pero esta formación profesional en Rusia apuntaría a trabajar donde? Cuando Brasil tiene realmente una verdadera postura nación? La respuesta parece muy simple, es decir, esto solo ocurrirá cuando estamos formando ciudadanos reales. Sin embargo, el camino que estamos siguiendo las posibilidades de que esto ocurra son por debajo de cero. Aprovechamos la oportunidad para agradecer al lector anónimo que nos ha enviado esta noticia.

Comentário em Português: Pois é leitor, porém essa formação de profissionais na Rússia teria como objetivo trabalhar onde mesmo? Quando o Brasil realmente terá uma postura de nação de verdade? A resposta me parece muito simples, ou seja, isto sómente ocorrerá quando estivermos formando cidadãos de verdade. Entretanto, pelo caminho que estamos seguindo as possibilidades disto ocorrer são abaixo de zero. Aproveitamos para agradecer ao leitor anonimo que nos enviou esta notícia.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Frente Pela Modernização da Base de Alcântara Será Instalada na Quarta

Olá leitor!

Segue abaixo uma interessante nota postada ontem (24/06) no site da “Câmara dos Deputados” destacando que na próxima quarta-feira (26/04) será instalada na Frente pela Modernização da Base de Alcântara será instalada na quarta.

Duda Falcão

SEGURANÇA

Frente Pela Modernização da
Base de Alcântara Será Instalada na Quarta

Da Redação –MO
Agência Câmara
24/04/2017 - 14h28

Será lançada nesta quarta-feira (26), na Câmara dos Deputados, a Frente Parlamentar para Modernização do Centro de Lançamento de Alcântara.

O colegiado é formado por 222 deputados, sob a coordenação de José Reinaldo (PSB-MA). A solenidade ocorrerá no auditório Freitas Nobre, a partir das 9h30.


Fonte: Site da Câmara dos Deputados

Comentário: Bom essa notícia é interessante, mas em minha opinião diante da índole da maioria desses vermes isto não passa de uma “cortina de fumaça”. Outra coisa, ou o titulo dessa nota foi mal formulado pelo seu autor, ou é mais uma prova da falta de seriedade desta notícia. Desde quando o CLA precisa ser modernizado? Precisa sim é de se tornar um centro de atividades espaciais de verdade, aproveitando a infraestrutura montada e constantemente atualizada nos últimos anos. Por enquanto não passa de um “Elefante Branco” graças às “cortinas de fumaça” como esta. Em países sérios a Comunidade Politica trabalha ativamente para o desenvolvimento do setor em seus países e nos EUA, por exemplo, a Frente Parlamentar em prol das atividades espaciais da NASA no Congresso Americano é extremamente forte, presente e comprometida. No entanto leitor os EUA é uma verdadeira Nação, e nós só somos um TERRITÓRIO DE PIRATAS. Tá ai a diferença.

Asteroide Bee-Zed Tem Órbita na Contramão, Conforme Previu Pesquisadora da UNESP

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada hoje (25/04) no site da Agência FAPESP, destacando que o conforme foi previsto pela pesquisadora brasileira Helena Morais da UNESP, o Asteroide Bee-Zed tem mesmo órbita na contramão.

Duda Falcão

Notícias

Asteroide Bee-Zed Tem Órbita na Contramão,
Conforme Previu Pesquisadora da UNESP

Maria Fernanda Ziegler
Agência FAPESP
25 de abril de 2017

Asteroide dá uma volta completa no Sol a cada 12 anos,
mesmo período de Júpiter – com quem compartilha
a órbita –, mas movendo-se em sentido oposto.

No Sistema Solar, há um asteroide que gira ao redor do Sol na contramão dos planetas. É o 2015 BZ509, também conhecido como Bee-Zed. Ele dá uma volta completa no Sol a cada 12 anos, mesmo período de Júpiter – com o qual compartilha a órbita –, mas movendo-se em sentido oposto.

A identificação do asteroide na contramão foi a comprovação do que Helena Morais, professora no Instituto de Geociências e Ciências Exatas (IGCE) da UNESP, previu há dois anos. Tanto que o estudo sobre a observação do asteroide, publicado na Nature, foi comentado por Morais em um artigo na seção News & Views na mesma edição da revista.

“É bom ter uma confirmação. Tinha a certeza de que as órbitas contrárias coorbitais existiam. Sabíamos desse asteroide desde 2015, mas a órbita não estava bem determinada e não era possível confirmar a configuração coorbital. Mas isso acaba de ser confirmado, após mais observações que reduziram os erros nos parâmetros da órbita. Agora, temos certeza de que o movimento do asteroide é contrário, coorbital e estável”, disse Morais à Agência FAPESP.

Em parceria com Fathi Namouni, do Observatório de Côte d'Azur, na França, Morais desenvolveu uma teoria sobre coorbitais retrógrados (movimento no sentido oposto ao dos planetas) e ressonâncias orbitais retrógradas em geral, em série de artigos publicados na Monthly Notices of the Royal Astronomical Society e Celestial Mechanics and Dynamical Astronomy. Nascida em Portugal, Morais conta com Auxílio à Pesquisa da FAPESP desde 2016.

No estudo agora publicado na Nature, por Paul Wiegert, da University of Western Ontario, no Canadá, o objeto 2015 BZ509, detectado em janeiro de 2015 a partir do Panoramic Survey Telescope and Rapid Response System (Pan-STARRS) no Havaí, foi seguido com o Large Binocular Telescope, no Arizona. A confirmação do movimento contrário e coorbital a Júpiter veio dessas observações adicionais.

Órbitas contrárias são raras. Estima-se que dos mais de 726 mil asteroides conhecidos até hoje, apenas 82 sejam retrógrados. Por outro lado, coorbitais movendo-se no mesmo sentido não são novidade; só na órbita de Júpiter existem cerca de 6 mil asteroides troianos, que compartilham a mesma órbita do planeta gigante.

Bee-Zed é incomum por compartilhar a mesma órbita de um planeta, estar na contramão e, principalmente, por ser estável há milhões de anos. “Em vez de ser expulso da órbita por Júpiter, como seria de se esperar, o asteroide está em uma configuração que lhe garante estabilidade, uma vez que seu movimento está sincronizado com o do planeta, evitando colisões com este [ressonância coorbital]”, disse Morais.

O asteroide cruza o caminho com Júpiter a cada seis anos, mas, devido à ressonância coorbital, os dois nunca se aproximam mais do que 176 milhões de quilômetros. A distância é suficiente para evitar grandes perturbações da órbita, embora a gravidade de Júpiter seja essencial para manter o movimento orbital Bee-Zed em sincronismo.

Trânsito Dinâmico

Planetas e a maioria dos asteroides do Sistema Solar giram no mesmo sentido em torno do Sol. Isso se dá porque o Sistema Solar foi formado a partir de uma nuvem em rotação. Por essa razão, os planetas e a maior parte dos asteroides rodam em torno do Sol, todos no mesmo sentido.

“A maior parte desses objetos que se deslocam ao contrário são cometas. Eles têm órbitas tipicamente inclinadas, muitas delas retrógradas. É o caso do Halley, o mais famoso de todos, que roda ao contrário no Sistema Solar, com inclinação de 162º, praticamente idêntica à de 2015 BZ509”, disse Morais.

A pesquisadora explica que, quando o Sistema Solar estava em formação, pequenos corpos foram ejetados para distâncias muito grandes do Sol, formando um repositório de cometas conhecido como Nuvem de Oort.

“A essas distâncias, o efeito gravitacional da Via Láctea perturba as órbitas dos pequenos corpos. Inicialmente, estes rodavam próximo do plano da eclíptica no mesmo sentido dos planetas, mas suas órbitas foram sendo deformadas pela perturbação da força de maré da galáxia e interação com estrelas próximas, ficando gradualmente mais inclinadas e formando um reservatório mais ou menos esférico”, disse a professora da UNESP.

Caso as órbitas desses corpos sofram uma perturbação – por uma estrela que passa, por exemplo – eles retornam para perto dos planetas do Sistema Solar, e podem tornar-se cometas ativos. “Os pequenos corpos gelados que se aproximam do Sol se aquecem, o que causa a sublimação do gelo que os constitui, formando uma coma [ nuvem de poeira e gás que circunda o núcleo de um cometa] e por vezes uma cauda, tornando-se cometas observáveis”, disse.

No caso do 2015 BZ509, o que mais surpreende é o longo período de estabilidade. “O tempo de vida particularmente longo de 2015 BZ509 em sua órbita retrógrada faz com que seja o mais intrigante objeto na vizinhança de Júpiter. São necessários mais estudos para confirmar como esse misterioso objeto chegou à sua configuração atual”, escreveram Morais e Namouni no comentário publicado na Nature.

Wiegert especula que é provável que Bee-Zed tenha tido origem na Nuvem de Oort, semelhante aos cometas da família do Halley. De qualquer forma, serão necessários mais estudos para recuperar a saga de Bee-Zed pelo Sistema Solar.

Sabe-se que asteroides em ressonâncias retrógrados não são exclusividade de Bee-Zed. Há registro de outros casos: em 2013, Morais e Namouni descreverem a identificação de um conjunto de asteroides (denominados Centauros e Damocloides), em órbita contrária no Sistema Solar e que entram em ressonância com Júpiter e Saturno. É o caso de asteroides como 2006 BZ8 e 2008 SO218, em ressonância retrógrada com Júpiter, e 2009 QY6, com Saturno.

“De fato, 2006 BZ8 poderia até mesmo entrar na ressonância co-orbital retrógrada com Saturno no futuro. As nossas simulações mostraram que a captura em ressonância é mais provável para objetos que têm órbitas retrógradas do que para aqueles que têm órbitas no mesmo sentido dos planetas”, escreveram Morais e Namouni.

A expectativa é que Bee-Zed possa permanecer por mais um milhão de anos em seu estado atual. Com a descoberta, pesquisadores acreditam que asteroides do tipo coorbitais retrógrados com Júpiter e outros planetas possam ser mais comuns do que se pensava anteriormente, reforçando ainda mais a teoria de Morais e Namouni.

Artigos:

A retrograde co-orbital asteroid of Jupiter (doi:10.1038/nature22029), de Paul Wiegert, Martin Connors e Christian Veillet: www.nature.com/nature/journal/v543/n7647/full/nature22029.html.

Planetary science: Reckless orbiting in the Solar System (doi:10.1038/543635a), de Helena Morais e Fathi Namouni: www.nature.com/nature/journal/v543/n7647/full/543635a.html.


Fonte: Site da Agência FAPESP

Comentário: Mais um gol da Astronomia Brasileira. Está sim apresentando a nossa Sociedade o que se espera dela, e a nossa expectativa é que venha fazer muito mais nos próximos anos. Nossos sinceros parabéns a pesquisadora Helena Morais pela sua conquista.

Amazonia-1 Integra Exposição "Inovanças – Criações à Brasileira" no Museu do Amanhã

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (24/04) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) destacando que o Projeto do Satélite Amazônia-1 será apresentado na exposição “Inovanças – Criações à Brasileira” a se realizar no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.

Duda Falcão

Amazonia-1 Integra Exposição Inovanças -
Criações à Brasileira no Museu do Amanhã

Coordenação de Comunicação Social – CCS
24/04/2017


O primeiro satélite brasileiro de Observação da Terra, o Amazônia 1, previsto para ser lançado no próximo ano é um dos destaques da exposição Inovanças – Criações à Brasileira, que estará  aberta ao público a partir desta terça-feira (25.04) até o mês de outubro, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.

Os visitantes terão a oportunidade de conhecer cerca de 40 projetos inovadores, pensados e realizados por brasileiros que transformaram vidas pelo país e pelo mundo. A exposição do Amazônia 1 será um ganho relevante para os visitantes que terão a oportunidade de conhecer um satélite e seus benefícios, antes de ser lançado.

Construído quase que totalmente pela indústria nacional, o Amazônia-1 nasceu de uma ideia genuinamente brasileira. “Imagino que somos capazes de explicar a importância desse feito aos brasileiros. O satélite é um instrumento que oferece uma variedade enorme de serviços em benefício da população. Estamos trabalhando para que, em breve, essa família de satélites seja desenvolvida completamente pela indústria nacional”, afirmou José Raimundo Braga, presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB).

“O Amazonia-1 é uma família de satélites de observação terrestre com base em uma iniciativa excepcional na área espacial brasileira, chamada plataforma multimissão (PMM), objeto de responsabilidade da AEB. A PMM é um contrato feito com a indústria nacional para desenvolver esse conceito multimissão junto com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), ressaltou Braga.

O primeiro satélite de Observação da Terra, o Amazônia-1, é completamente projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil. É um satélite de órbita Sol síncrona (polar) que irá gerar imagens do planeta a cada cinco dias. Para isso, possui um imageador óptico de visada larga (câmera com 3 bandas de frequências no espectro visível – VIS – e 1 banda próxima do infravermelho – Near Infrared ou NIR) capaz de observar uma faixa de aproximadamente 850 km com 60 metros de resolução.

Sua órbita foi projetada para proporcionar uma alta taxa de revisita (5 dias), tendo, com isso, capacidade de disponibilizar uma significativa quantidade de dados de um mesmo ponto do planeta. Esta característica é extremamente valiosa em aplicações como alerta de desmatamento na Amazônia, pois aumenta a probabilidade de captura de imagens úteis diante da cobertura de nuvens na região.

Os satélites da série Amazonia serão formados por dois módulos independentes: um Módulo de Serviço, que é a Plataforma Multimissão (PMM), e um Módulo de Carga Útil, que abriga câmeras imageadoras e equipamentos de gravação e transmissão de dados de imagens.

A figura ao lado ilustra o satélite Amazonia-1 com seus dois módulos acoplados: Plataforma Multimissão (Módulo de Serviço, inferior) e o Módulo de Carga Útil (parte superior do satélite). Os painéis de fechamento estão separados para ilustrar a disposição interna dos equipamentos e subsistemas. O painel solar é mostrado em sua posição recolhida (configuração da fase de lançamento).

A Missão Amazonia irá fornecer dados (imagens) de sensoriamento remoto para observar e monitorar o desmatamento especialmente na região amazônica e, também, a diversificada agricultura em todo o território nacional com uma alta taxa de revisita, buscando atuar em sinergia com os programas ambientais existentes.




Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Satélite SGDC Será Lançado ao Espaço no Dia 4 de Maio

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada dia (24/04) no site “TELETIME” destacando que o Satélite Frankenstein Francês SGDC será lançado ao espaço dia 04/05.

Duda Falcão

SGDC

Satélite Brasileiro Será Lançado
no Dia 4 de Maio

BRUNO DO AMARAL
segunda-feira, 24 de abril de 2017 , 17h07


O satélite geoestacionário de defesa e comunicações brasileiro (SGDC) já tem uma nova data para lançamento: dia 4 de maio. De acordo com o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Gilberto Kassab, a greve na Guiana Francesa acabou, e o centro espacial de Kourou estaria liberado a tempo para que o foguete Ariane 5 possa ser lançado com o SGDC. Kassab diz que há até a possibilidade de a etapa ser um pouco adiantada. "Pode até ser antecipado um dia, para o dia 3", contou ele a jornalistas durante evento Fórum Espanha Brasil em São Paulo nesta segunda-feira, 24. No site da Arianespace, contudo, ainda não há confirmação da nova data.

Segundo a agência de notícias AFP, a greve na Guiana Francesa foi encerrada na última sexta-feira, 21, após os 37 sindicatos envolvidos nas manifestações terem entrado em acordo com o governo francês. Esse acordo foi conseguido dois dias antes das eleições presidenciais na França, e teria estabelecido um pacote de 2,1 bilhões de euros em ajudas para o território, além de mais um bilhão de euros de um fundo de emergência acordado no começo do mês. Os bloqueios na base de Kourou começaram a ser retirados ainda no sábado, 22.


Fonte: Site TELETIME - http://www.teletime.com.br/

Comentário: Pois é galera, tá ai a notícia.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Associação COBRUF Divulga Regras Atualizadas Para Facilitar a Participação na COBRUF Rockets 2017

Olá leitor!

A Associação COBRUF postou ontem (23/04) uma nota em sua página oficial no Facebook informando que com base no feedback e sugestões de Equipes por todo o país, as seguintes regras foram atualizadas para facilitar a participação do maior número de pessoas na Cobruf Rockets 2017:

• Datas para inscrição e pagamento de taxas foram estendidas.

• Instruções para inscrição e pagamento de taxas foram simplificadas e atualizadas.

• A massa máxima limite para foguetes visando 3 km de apogeu foi aumentada para 40 kg.

• Esclarecimentos sobre dimensões do compartimento de carga útil e do trilho lançador para foguetes visando 3 km de apogeu foram inseridos.


A Associação COBRUF agradece o feedback das Equipes: Unidos, voamos mais alto! Acesse a versão atualizada do Regulamento Cobruf 2017 pelo link abaixo e confira as alterações em detalhes.


Aproveito para sugerir aos interessados que visitem a página da Associação COBRUF pelo link https://www.facebook.com/Cobruf/posts/794352250728933 e tenham acesso a maiores informações sobre as diversas modalidades de competição na área espacial (não só relacionada com foguetes) em curso a serem realizadas por esta Associação. Vale a pena conferir.

Duda Falcão