sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Ciência Brasileira é Tema de Série de Documentários do Canal Discovery Brasil

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada hoje (09/12) no site do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), destacando que a Ciência Brasileira será tema de série de documentários do Canal Discovery Brasil.

Duda Falcão

NOTÍCIAS

Ciência Brasileira é Tema de Série de
Documentários do Canal Discovery Brasil

Patrocinada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações,
a série "Brasil Ciência" revela que o país possui uma infraestrutura de ponta,
que coloca a pesquisa nacional na fronteira do conhecimento.

Por Ascom do MCTIC
Publicação: 09/12/2016 | 11:42
Última modificação: 09/12/2016 | 11:48

Crédito: INPA
Importante projeto de pesquisa sobre mudanças climáticas,
a Torre Atto é dos temas da série que o canal Discovery
Brasil exibe sobre a ciência brasileira.

A partir de segunda-feira (12), o canal Discovery Brasil irá exibir uma série de documentários sobre a ciência e a tecnologia produzidas no Brasil. Patrocinada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), a série "Brasil Ciência" revela que o país possui infraestrutura de ponta, que coloca a pesquisa nacional na fronteira do conhecimento. Os documentários vão ar todos os dias, à meia-noite, até sexta-feira (16).

Nessa primeira temporada, o público vai saber mais sobre a Torre Atto, um dos mais importantes projetos de pesquisa do mundo sobre mudanças climáticas. Instalada no meio da floresta amazônica, o Observatório da Torre Alta de Observação da Amazônia (Atto, na sigla em inglês) tem 325 metros de altura, o que equivale a um prédio de 80 andares, e é a maior torre de estudos climáticos do mundo. A expectativa dos pesquisadores é que a torre monitore o clima na Amazônia por um período de 20 a 30 anos com a coleta de dados sobre os processos de troca e transporte de gases entre a biosfera e a atmosfera.

O Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), em Campinas (SP), também será tema de um episódio do "Brasil Ciência". O país, hoje, é um dos líderes mundiais em pesquisas de luz síncrotron que possibilitam, por exemplo, avanços nas áreas de biotecnologia e nanotecnologia. Em 2018, o LNLS concluirá a construção do seu mais ambicioso projeto, o Sirius, que deve superar o equipamento inaugurado na Suécia este ano.

A ciência brasileira também possui o maior e mais potente supercomputador da América Latina, o Santos Dumont. Localizado no Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), em Petrópolis (RJ), é capaz de realizar um quatrilhão de operações matemáticas por segundo. Sua velocidade de processamento de dados permite acelerar os resultados e apoiar pesquisadores de todo o país.

Em outro episódio, o telespectador poderá conhecer como funciona um dos mais modernos navios de pesquisa hidroceanográfica do mundo, o Vital de Oliveira. Equipada com o que há de mais moderno, a embarcação terá reflexo direto na ampliação da geração de conhecimento sobre o ambiente marinho na região do Atlântico Sul, no desenvolvimento de tecnologias e inovação em produtos e serviços, na redução da vulnerabilidade e dos riscos decorrentes de eventos extremos e das mudanças climáticas sobre a zona costeira e na formação de recursos humanos ligados à pesquisa científica marinha.

A série do canal Discovery também mostrará que o Brasil está perto de lançar na órbita terrestre o seu primeiro Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). O equipamento, construído com vários itens de tecnologia brasileira, vai possibilitar a conexão em banda larga em todo o território nacional e garantir a soberania em comunicações estratégicas. O satélite, uma parceria entre o MCTIC e o Ministério da Defesa com investimentos da ordem de R$ 2,1 bilhões, já foi entregue ao governo brasileiro e deve ser colocado em órbita em março de 2017. Com 5,8 toneladas e 5 metros de altura, ficará posicionado a uma distância de 36 mil quilômetros da superfície da Terra, cobrindo o território brasileiro e o Oceano Atlântico.

Clique aqui para acessar os vídeos.


Fonte: Site do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC)

Comentário: Olha leitor, muito interessante esta série e recomendo, menos o episodio sobre o SGDC que é lixo propagandista, já que é um projeto desastroso para o país e um tremendo engodo, pois de brasileiro não tem nada, nem mesmo os recursos empregados, afinal foi pago em dólares ou em euros. Um projeto que deveria ser minuciosamente investigado pelo MP e pela Policia Federal pois cheira a coisa errada. Já quanto ao resto da serie tem seu valor, mas só não entendo o porquê de ser exibida na TV tão tarde.

Um comentário:

  1. É exibida tão tarde porque esse horário de meia noite na grade da televisão é mais barato de comprar. Esse é um dos motivos que vemos tantas igrejas comprando horários na grade da televisão de madrugada. O preço de um espaço na grade de televisão em um horário nobre é proibitivo e até mesmo um espaço durante o dia é muito caro. Soma-se a isso que este conteúdo relacionado a ciência no Brasil não cativa muitos patrocinadores, ou seja, teremos menos intervalos comerciais, fazendo a discovery cobrar mais caro pela exibição. Concordo com você, se é para falar da ciência brasileira, que se retire o programa sobre o SGDC e se coloque sobre o programa brasileiro na Antártica, esse sim, um programa genuinamente brasileiro, eles poderiam falar sobre as pesquisas feitas lá todos os anos, falar sobre a base que pegou fogo e principalmente sobre a construção da nova e moderníssima base, ia ser um programa fantástico para fechar a série na sexta feira. Resumindo assistirei os programas dos dias 12, 13, 14 e 15 e irei ignorar o programa do dia 16

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