quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Empresa Aeroespacial Recebe Aporte e Passa a Ter Como Sócios Embraer, Finep, BNDES e Desenvolve SP

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada hoje (27/10) no site do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (CONSECTI), destacando que Empresa Aeroespacial brasileira recebe aporte e passa a ter como sócios Embraer, Finep, BNDES e Desenvolve SP.

Duda Falcão

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Empresa Aeroespacial Recebe Aporte e
Passa a Ter Como Sócios Embraer,
Finep, BNDES e Desenvolve SP

TI Inside
27/10/2016

A Clavis, empresa de consultoria e treinamento em segurança da informação, anunciou que recebeu um aporte — cujo valor não foi revelado — do Fundo Aeroespacial, um fundo de venture capital voltado para os setores aeronáutico, aeroespacial, defesa, segurança e integração de sistemas.

O Fundo Aeroespacial possui como cotistas a Embraer, a Finep, o BNDES e a Desenvolve SP, instituição financeira do governo de São Paulo voltada ao fomento à inovação, sendo gerido pelo Portcapital.

Em comunicado, a Clavis diz que o investimento é um importante passo para sustentar a expansão das operações, além de viabilizar investimentos em pesquisa e desenvolvimento que permitirão o ingresso da empresa em novas áreas da segurança da informação. A Clavis tem mais de dez anos de atuação na área de segurança cibernética, sendo reconhecida pelo Ministério da Defesa como uma empresa estratégica de defesa”.A expectativa dos executivos da Clavis é que o faturamento da empresa triplique nos próximos três anos.

Ao longo dos últimos dez anos, a Clavis executou uma série de projetos de pesquisa, desenvolvimento e Inovação, muitos deles com apoios de agências de fomento como a Finep, CNPq e a FAPERJ, os quais possibilitaram à empresa desenvolver uma série de ferramentas próprias e um amplo portfólio de serviços de segurança.

Foi essa característica que chamou a atenção do Fundo Aeroespacial. “O Fundo Aeroespacial busca não apenas empresas com grande potencial de crescimento, mas empresas que demonstrem independência tecnológica e capacidade de tornarem-se agentes centrais no desenvolvimento de uma indústria brasileira de defesa e segurança”, explica Bruno Ghizoni, executivo do fundo.


Fonte: Site do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (CONSECTI )

Comentário: Pois é, aproveitamos para agradecer a nosso leitor Brehme Mesquita pelo envio desta notícia.

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