sexta-feira, 1 de julho de 2016

O Caso da Extinção da MECTRON - Parte 2

Olá leitor!

Em 11/06 anunciamos com exclusividade aqui no BLOG que a empresa brasileira MECTRON seria extinta em 30 dias, graças a nossa fonte privilegiada e extremamente confiável.

Esta notícia causou um impacto enorme e segundo eu soube até mesmo a COMDEFESA (FIESP) ficou impressionada com mais esse lance de apequenamento (na visão deles) da Base Industrial de Defesa do Brasil.

Assim sendo, o BLOG após aguardar um tempo para que as coisas pudessem andar, voltou hoje a consultar a nossa fonte que nos passou as seguintes informações sobre o caso.

1 - Os ex-donos da MECTRON percebendo o que estava para acontecer, abriram outra empresa, que ainda só existe no CNPJ, visando com isto ressuscitar a empresa.  Porém precisam de capital e só encontraram este capital no exterior, fato que as forças armadas não endossam.

2 - Dos 7 projetos mencionados na notícia anterior apenas 6 realmente virão para a Avibrás (MANSUP e MAR estão entre eles).  Já o projeto de um tal torpedo feito na Alemanha será cancelado.

3 - A Avibras pretende pegar o corpo técnico, ou seja, isso significa que todo o RH e compras da empresa serão demitidos.

4 - Está havendo alguma discussão sobre a ida do projeto Link Br2 para a AEL /ELBIT (na opinião do BLOG uma possibilidade criminosa que sequer deveria ser cogitada), mas a minha fonte ainda não tem detalhes

5 - Sobre a produção atual da MECTRON a Avibras cogita alugar o prédio da empresa, já que os planos da Odebrecht são de vender o terreno e o prédio.

Bom leitor, por enquanto é isto, porém na próxima terça-feira a minha fonte prometeu mais detalhes. Fique atento.

Duda Falcão

4 comentários:

  1. Vai ser a maior empresa de defesa do hemisferio Sul

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  2. Ah, essa não... Outra empresa estratégica? Já não temos nem o reator de pós combustão para interceptadores e agora já perderemos os mísseis (MAA1-Piranha)também? Que péssima notícia! Aqui o único meio de queima para defesa é o de tecnologia nacional... Nunca tivemos motores ou propulsores de tipo nenhum criados aqui? A revolução industrial nunca será feita por nós? O corpo técnico e científico nativo do campo da engenharia será sempre confundido com o da agrimensura rural?

    Será que por causa disso que somos desde berço estudantil, tão historicamente medíocres em ciências exatas e matemática desde sempre? Seria este o motivo de tão poucos apaixonados ficarem, mesmo sob prejuízo próprio? Eu sempre pensei que sim... Mas poderia pensar de outra forma? Como, contra fatos entreguistas como estes? Aliás, parabéns pelo blog aos apaixonados pelo orgulho e origens nacionais que restaram por aqui. Estivessem em número maior, o resultado seria o de um país mais competitivo nesta suja 'guerra de raças' que todos sabem já vem ocorrendo desde a primeira guerra dos trinta anos...

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