quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Operação São Lourenço

Descrição da Campanha

Data do início da campanha: 22/10/2015
Operação: Operação São Lourenço (primeira etapa)
Foguete: Foguete de Treinamento Intermediário
Numero do vôo do foguete: 14 (o 11 a ser lançado de Alcântara)
Data de lançamento: 30/10/2015
Horário: 13h50min no horário local (14h50min pelo Horário Brasileiro de Verão)
Local: Centro de Lançamento de Alcântara (CLA)
Apogeu do vôo: não divulgado
Tempo de vôo: não divulgado
Objetivos: Preparar as equipes de profissionais do CLBI e das instituições envolvidas para a campanha de lançamento do foguete VS-40M VO3/SARA Suborbital 1, bem como também testar pela primeira vez um sistema de terminação de voo (dispositivo que possibilita a destruição remota do veículo por estação em terra), além de lançar ao espaço uma carga útil tecnológica ou científica de origem e interesse desconhecido.

Resultado: Operação bem sucedida

Carga Útil Embarcada:

- Carga Útil tecnológica ou científica de origem e interesse desconhecido

Experimento Embarcado:

- Sistema de terminação de voo (dispositivo que possibilita a destruição remota do veículo por estação em terra)

Operação: Operação São Lourenço (segunda etapa)
Foguete: VS-40M VO3
Numero do vôo do foguete: 4
Data de lançamento: 13/11/2015
Horário do acidente: 14h20 (horário local)
Local: Centro de Lançamento de Alcântara (CLA)
Apogeu do vôo: Não houve
Tempo de vôo: Não houve
Objetivo: Lançar e rastrear o foguete de sondagem VS-40M V03 que transportaria o SARA Suborbital 1 (Satélite de Reentrada Atmosférica) tendo abordo dois experimentos de grande interesse tecnológico para o país.

Resultado: Foi noticiado que houve uma falha no motor-foguete do VS-40M gerando assim uma explosão. As causas do acidente vão ser analisadas por uma comissão da FAB para posterior esclarecimento.

Carga Útil Embarcada:

- Plataforma suborbital Satélite de Reentrada Atmosférica (SARA), desenvolvida pelo IAE.

Experimentos Embarcados:

- Plataforma inercial denominado SISMI (Sistema de Medição Inercial), que na realidade é uma versão simplificada do Sistema de Navegação (SISNAV) em desenvolvimento pelo IAE para ser utilizado no Veículo Lançador de Satélites (VLS-1).

- GPS para Foguetes de Satélites da UFRN/IAE que tem como função básica informar com precisão a posição e a velocidade do foguete ou de um satélite no espaço.

Instituições Envolvidas:

AEB - Agência Espacial Brasileira
DCTA - Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial
IAE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais
DLR - Centro Aeroespacial Alemão
SSC - Swedish Space Corporation (Suécia)
IFI - Instituto de Fomento e Coordenação Industrial
UFRN - Universidade Federal do Rio Grande do Norte
CLA - Centro de Lançamento de Alcântara
CLBI - Centro de Lançamento da Barreira do Inferno
AVIBRÁS - Empresa Brasileira de São José dos Campos (SP)
CENIC - Empresa Brasileira de São José dos Campos (SP)

Instituições de Apoio:

COMGAR - Comando Geral de Operações Aéreas
DECEA - Departamento de Controle do Espaço Aéreo
MB - Marinha do Brasil

Primeira Etapa - 30/10/2015
Foguete de Treinamento Intermediário - FTI

Como primeira etapa das atividades da tão aguardada "Operação São Lourenço"foi realizado com sucesso, no dia 30/10, as 13h50min no horário local (14h50min pelo Horário Brasileiro de Verão), o lançamento do décimo quarto protótipo do Foguete de Treinamento Intermediário (FTI), lançamento este ocorrido do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, sendo este o décimo primeiro foguete deste tipo a ser lançado desta base maranhense.

Esta foi à primeira etapa da quinta campanha de lançamento de foguetes realizada no Brasil em 2015 e as atividades desta campanha tiveram o objetivo inicial de preparar todos os meios e as equipes envolvidas com a campanha de lançamento do foguete VS-40M V03/SARA Suborbital 1, bem como também testar pela primeira vez um sistema de terminação de voo (dispositivo que possibilita a destruição remota do veículo por estação em terra), além de lançar ao espaço uma carga útil tecnológica de origem desconhecida que abordarei mais abaixo.

“O lançamento desta sexta, foi altamente proveitoso para o Centro e demonstrou que estamos prontos para realizar o lançamento do foguete suborbital VS-40M V03 SARA. Foi importante o teste com o dispositivo de teledestruição remota, utilizado pela primeira vez em um foguete de treinamento, como parte da preparação dos meios e do pessoal que atua na Operação São Lourenço”, concluiu o Coronel Aviador Cláudio Olany Alencar de Oliveira, Diretor do CLA.

Vale lembrar que o foguete FTI que foi desenvolvido pela empresa brasileira Avibrás, compõe o projeto “Foguete de Treinamento (FOGTREIN)”, criado com o objetivo de manter a operacionalidade dos centros de lançamentos brasileiros, além de treinar as equipes envolvidas com as atividades de lançamento, e que nesses voos o foguete é sempre posicionado de modo a cair no mar, evitando assim possíveis acidentes.

O primeiro voo deste veículo ocorreu no CLA em 03 de agosto de 2010, durante a realização da segunda etapa da “Operação Fogtrein I – 2010”, e que além do FTI, faz parte também do projeto FOGTREIN, o Foguete de Treinamento Básico (FTB).

Carga Útil Desconhecida

Um fato estranho chamou a atenção do Blog durante a realização desta primeira etapa da “Operação São Lourenço”, ou seja, o lançamento visível de uma carga útil tecnológica (ou mesmo científica, sabe-se lá) de alguma espécie e origem, como o leitor mesmo pode notar nas fotos abaixo.

Evidentemente nada que explicasse convincentemente esta espécie de segundo estágio bege/amarronzado que aparece nas fotos logo abaixo do cone preto do foguete, foi divulgado pelo IAE ou pela FAB, e até mesmo nas fotos divulgadas na mídia ouve grande economia.

Ora leitor, evidentemente algo foi lançado pelo FTI e não venham com essa história de que se tratou do tal dispositivo de destruição remota do veículo que não cola.

Vale lembrar leitor que esta missão contou com a participação de duas instituições espaciais estrangeiras, ou seja, o Centro Aeroespacial Alemão (DLR) e a empresa Swedish Space Corporation (SSC).

Segundo o que foi divulgado pelo IAE, profissionais dessa agência alemã e da empresa sueca vieram ao país para atuarem na operação de equipamentos de solo e na campanha de lançamentos, mas será que foi por isso mesmo? Pode ser que sim, mas não acredito nesta possibilidade.

Recordo-me que de 21 a 24 de maio de 2012 (veja aqui), representantes da Agência Espacial Alemã (DLR), da Agência Espacial da Suécia (SNSB) e da empresa Swedish Space Corporation (SSC) estiveram no IAE com o objetivo de verificar a possibilidade de alargar o escopo de cooperação com a agência alemã e também iniciar uma discussão sobre futuras parcerias em projetos espaciais com a Suécia.

Vale lembrar também leitor que o Jornal Valor Econômico publicou no dia 05/11/2014 uma matéria da jornalista Virgínia Silveira intitulada “Sueca SSC Vai Construir Base em Alcântara”, está lembrado? Pois então, na reportagem o diretor do DCTA, o Brigadeiro Alvani Adão da Silva, informou que esta parceria envolveria o intercâmbio de informações e de recursos humanos na área de desenvolvimento e de operações de lançamento, assim como de tecnologias de propulsão espacial e de propelentes ecológicos, entre outros projetos, e que esta parceria era o desdobramento de um acordo espacial assinado em fevereiro daquele ano entre a AEB e a SNSB da Suécia.

O que será que foi lançado do CLA nesta missão leitor? Será que foi realizado o teste de voo de um motor verde sueco ou de algum tipo de propelente ecológico ou mesmo de uma carga útil alemã qualquer? Não sei, e talvez essa seja infelizmente uma pergunta que levará ainda anos para ser respondida, ou até mesmo nunca será esclarecida. Quem sabe?

Finalizando, vale lembrar que pelo que sabemos esta foi a primeira vez que se colocou uma carga útil tecnológica ou científica abordo de um desses foguetes de treinamento, e talvez seja isto que o autor da matéria do jornal “O Estado do Maranhão”, publicada dia 31/10, estivesse querendo dizer quando afirmou de que esta atividade dava início a uma nova fase no CLA, Será? Espero que sim.

VIDEOS:

Lançamento do FTI
Reportagem da TV Brasil - 03/11/2015

FOTOS:


Segunda Etapa - 13/11/2015
Foguete VS-40M

Infelizmente para o nosso país e para o Programa Espacial Brasileiro (PEB) durante da tarde do dia 13/11 foi anunciada através da mídia (diversos sites da net) pela Força Aérea Brasileira (FAB) a seguinte nota:

Durante a operação de lançamento do Satélite de Reentrada Atmosférica (SARA), às 14h20 local desta sexta-feira (13/11), no Centro de Lançamento de Alcântara, localizado no Maranhão, houve uma falha do motor do veículo VS-40M no momento da ignição que causou a sua perda. O veículo encontrava-se na rampa de lançamento e não chegou a decolar. Todos os procedimentos de segurança foram adotados e não houve riscos à nenhum dos profissionais envolvidos. Uma comissão será designada para apurar as causas do incidente.”

Quatro dias depois do acidente (exatamente no dia 17/11 – veja aqui) o site da FAB postou uma nota afirmando a continuidade do Projeto SARA (coisa que neste momento não acreditamos), mas sem ainda esclarecer de forma didática para Sociedade Brasileira (sociedade que acompanhava há vários dias com grande interesse esta missão) o que realmente ocorreu em Alcântara.

Vale dizer que desde antes do inicio desta Operação São Lourenço, o COMAER/DCTA/IAE vinha conduzindo a sua realização com grande discrição devido às implicações tecnológicas e científicas que envolvia esta missão (algumas divulgadas e outras não), já que todas elas certamente eram um prato cheio de preocupações para governos de países estrangeiros e especialmente de agencias de inteligência de países contrários ao desenvolvimento espacial brasileiro.

Vale lembrar que nos últimos anos a condução estúpida, desastrosa e irresponsável da política internacional brasileira (quem sabe até motivada por corrupção) em relação não só a questão espacial, nuclear e de defesa, bem como na área de inteligência e de estratégia tem facilitado drasticamente a implantação e ação de diversos grupos de agencias de inteligência estrangeiras em território brasileiro, bem como também células terroristas e do crime organizado internacional, outra faceta de grande preocupação neste momento em que nos preparamos para realizarmos os Jogos Olímpicos do Rio, escreva o que estou dizendo.

Diante disto, não era de se estranhar que os militares conduzissem esta missão com grande discrição devido às implicações tecnológicas e científicas envolvidas que certamente estavam sendo monitoradas pelas forças contrarias ao nosso desenvolvimento espacial, postura adotada também em países como o EUA, quando, por exemplo, na realização das missões do Departamento de Defesa americano.

Não foi por acaso que temendo que algo pudesse acontecer diante do estúpido, debiloide e irresponsável desgoverno que temos, foi que exatamente um dia antes no acidente o Blog BRAZILIAN SPACE postou um artigo nosso intitulado: Haverá Consequências, Escrevam o Que Estou Dizendo”.

Estávamos muito preocupados, já que o Blog havia recebido no dia 02/11 um e-mail muito estranho de uma tal de Margaret H. Woodward, que se apresentou como uma americana interessada em conduzir uma parceria de negócios. Mesmo com receio (principalmente por descobrir através da net a existência de uma general da reserva da Força Aérea Americana (USAF) com este nome) resolvemos responde-la mesmo correndo o risco de sermos raqueado (não temos nada a esconder sou cidadão brasileiro e o meu único interesse é lutar pelo desenvolvimento de meu país), mas não obtivemos de volta qualquer resposta, pelo menos até agora. É claro leitor que o contato pode ter sido feito por uma pessoa distinta como o nome igual, mas enfim... vale o registro.

Não quero e não posso leitor (com tudo isto que disse até agora) afirmar que houve sabotagem no lançamento do VS-40M, afinal, acidentes acontecem na área espacial por diversas razões, não sendo nada incomuns acontecimentos como estes na história da astronáutica mundial.

Entretanto não há como negar que a forma como o assunto (o acidente) foi tratado pelo DCTA só faz aumentar as suspeitas sobre uma possível sabotagem neste incidente, já que não há nada demais em explicar para sociedade o que realmente ocorreu em Alcântara. Questionamentos como: O foguete explodiu mesmo? Houve a perda da plataforma de lançamento? Os protótipos do SARA, do SISMI e do GPS Espacial foram perdidos?. Estes são alguns dos esclarecimentos que poderiam ter sido feitos pela FAB sem qualquer risco e não foram, afinal se houve sabotagem ou não nesta missão, teorias diversas seriam formuladas de qualquer forma.

Abaixo dos vídeos que acompanham este relatório leitor eu trago para você imagens e fotos divulgadas da missão, mas devo dizer que as fotos que realmente podem ser relacionadas com esta missão são as sete primeiras, a oitava, tenho duvida quanto a ser realmente uma foto do modelo de voo do SARA na chegada em Alcântara (foto divulgada pela AEB) e as outras, são fotos que não merecem muita credibilidade (até mesmo as fotos da fumaça do acidente divulgadas pela imprensa), mas foram divulgadas pela FAB.

Finalizando, devo dizer que o brasileiro amante do PEB precisa parar de agir como um "Bebê Chorão" em situações onde envolva suspeitas de sabotagem. É preciso definitivamente entender que nas áreas de alta tecnologia como as de um Programa Espacial faz parte do pacote as ações de inteligencia e contra-inteligência, e cada país tem de se preocupar e se preparar adequadamente para o combate a essas ações. Não se sai acusando e afirmando irresponsavelmente pessoas, instituições e países sem que se hajam provas, não é assim que uma pessoa de bem, um cidadão respeitável e conhecedor de seus direitos e principalmente seus deveres, deve agir.

Estejam certos de que a FAB (evidentemente dentro de suas possibilidades diante de um quadro desastroso, estupido e de descaso pintado por este desgoverno desmiolado e irresponsável) está se esforçando ao máximo no combate a possíveis ações de inteligência contra o PEB em território brasileiro, mesmo tendo esta demente no poder nadando contra a maré. 

VIDEOS:

Fonte: Ricardo Nunes
Simulação do voo do SARA Suborbital 1


Reportagem informando a tentativa de lançamento
TV Brasil - 13/11/2015


Reportagem relatando o acidente com o VS-40M
TV Brasil - 14/11/2015

Reportagem sobre o acidente - Jornal JMTV 2ª Edição
TV Mirante de São Luiz – 13/11/2015

FOTOS E IMAGENS:

Foto divulgada pela AEB do suposto modelo de voo do
SARA suborbital 1 na chegada a Alcântara.
Foto da SISMI em teste no laboratório do IAE

8 comentários:

  1. Bom-dia Duda,

    Quanto ao experimento do FTI, acredito que um sistema de terminação de voo seja algo plausível sim. Esse tipo de sistema é algo extremamente critico, principalmente para foguetes novos. Por questão de segurança você precisa de algo que corte o empuxo do foguete.
    Entretanto um sistema que seja confiável (não pode atuar intepestivamente para não matar o foguete, mas tem que funcionar precisamente quando comandado) é algo extremamente importante e atualmente MUITO caro. Conseguir um projeto interno, com um custo acessível, é algo que acredito que seja de alta valia para a FAB. A presença do DLR aqui pode ser para acompanhar os testes e eventualmente operar alguns sistema de telemetria que se comuniquem com esse sistema. O tamanho do módulo pode ser em função do diâmetro dele. O FTI é muito fino. e por isso, talvez tenha sido necessário fazer algo mais comprido.

    De qualquer forma isso é apenas uma opinião.

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    1. Olá Eng. Pedro!

      Uma opinião baseada em conhecimento e que pode ter fundamento, mas não acredito que tenha sido esta a questão, algo realmente foi testado em voo nesta missão. Talvez não uma carga útil alemã, creio que o mais provável que tenha sido alguma carga útil sueca, mas enfim... é como disse no relatório, muito provavelmente jamais saberemos a verdade.

      Abs

      Duda Falcão
      (Blog Brazilian Space)

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  2. Um absurdo!!!Quanto dinheiro jogado fora durante todo esta novela, não consegue colocar nada de significativo daquela base. Acredito que deveria ser encerrado o programa espacial brasileirinho já que nunca decolou, afinal o dinheiro que é colocado lá é do cidadão brasileiro. Se fosse um país sério teria intervenção do Ministério Público para verificar porque o dinheiro aplicado não tem resultado algum de concreto.O interessante que ao buscar informações sobre o acidente no site da AEB ou FAB todos estavam fora do ar. VERDADEIROS BRINCALHÕES.

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    1. Concordo amigo mas para o MP agir deve-se ter algum indicio, fato que deva chegar a eles através de denúncia.anônima ou não.

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    2. Creio que se o serviço de inteligência fosse realmente eficiente, atuante, não teriam ocorridos nem em 2003 e nem agora tal situação! Como você mesmo disse, existem países que torçem pelo nosso fracasso. Dizem q coincidentemente em épocas de lançamentos de maior importância a cidade de Alcântara recebe visita de vários "turistas" estrangeiros.

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  3. Respostas
    1. Olá Rodrigo!

      Não há previsão realista de uma nova tentativa e creio que na atual conjuntura política e econômica que o país atravessa o mais provável é que seja o fim do projeto. Porém vamos torcer que eu esteja errado.

      Abs

      Duda Falcão
      (Blog Brazilian Space)

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  4. Muito tem se falado de sabotagem no PEB. De certa forma acredito que algumas nações possam ter receio de que na verdade o PEB esteja desenvolvendo um míssil balístico. O VLS é totalmente movido a combustível sólido, sendo mais prático de lançar, tem um longo período de armazenamento e é mais difícil de detectar o lançamento. Já em relação ao SARA, que é uma capsula para experimentos em ambiente de micro gravidade, o mesmo pode ser também um desenvolvimento de uma ogiva capaz de re entrar na atmosfera. Juntando tudo, VLS + SARA, temos um míssil capaz de transportar uma ogiva de reentrada. Diante dessas informações fica fácil acreditar em sabotagem. Mas são apenas suposições, com certeza eles estão desenvolvendo apenas um foguete para lançar pequenos satélites e uma capsula para experimentos. Eu prefiro acreditar nas duas opções.

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