quinta-feira, 27 de agosto de 2015

NASA Funds Plasma Rocket Technology for Superfast Space Travel

Hello reader!

It follows an article published day (08/26), in the website www.spacedaily.com, noting that NASA funds Plasma Rocket Technology for Superfast Space Travel.

Duda Falcão

ROCKET SCIENCE

NASA Funds Plasma Rocket Technology
for Superfast Space Travel

By Staff Writers
Washington DC (SPX) Aug 26, 2015
Source: Sputnik News

File image
Superfast journeys to Mars may be one big step closer for humanity, as NASA has sponsored a private company to develop a high-tech, plasma engine.

Ad Astra Rocket Company, specializing in the development of plasma rocket propulsion technology, has finished contract negotiations with NASA. As part of the Next Space Technology Exploration Partnerships (NextSTEP) award, the space agency will cover half of Ad Astra's testing expenses over the next three years.

Known as the Variable Specific Impulse Magnetoplasma Rocket, or VASIMR, the engine uses plasma technology to accelerate rockets to previously unattainable speeds. To create plasma, the proposed engines will heat pressurized gas to extremely high temperatures with radio waves. The resulting plasma is kept under control with magnetic fields.

"These experiments aim to demonstrate the engine's new proprietary core design and thermal control subsystem and to better estimate component lifetime," reads a statement from Ad Astra.

If the company successfully develops VASIMR, it could be possible for humans to reach Mars in less than two months.

Under the terms of the partnership agreement, Ad Astra has to demonstrate that its engine is capable of sustaining a power level of 100 Kilowatts for at least 100 hours. These prototype tests will be conducted in the company's Texas facility "Webster."

Even before receiving NASA funding, Ad Astra had successfully conducted over 10,000 experiments of its VASIMR. Those experiments demonstrated proof of concept, but so far, plasma engines can only operate for less than one minute.

New research hopes to extend the engine's capacity.

The total value of the award is roughly $9 million, and is structured as a one-year contract with two potential extensions based on results.



Comentário: Pois é leitor a tecnologia de propulsão espacial, seja ela qual for e para qual objetivo seja empregada, é de fundamental importância para o uso da tecnologia espacial no espaço e toda agência espacial séria do mundo sabe disso e busca novas soluções nesta área, visando assim melhorar a sua eficiência. A NASA faz isto como se pode notar acima, a ROSCOSMOS, a ESA, a JAXA, a CNSA, a CNES, o DLR e até à ISRO, só para citar as agencias mais significativas. No Brasil temos vários núcleos de desenvolvimento em institutos governamentais como o IAE (Propulsão Sólida, Liquida e mais recentemente Hibrida), IEAv (Propulsão a Laser, Hipersônica a Ar Aspirado e Nuclear)  e o INPE ( Propulsão Solida, Líquida e a Plasma),  e também em instituições acadêmicas como na UnB (Propulsão Híbrida e a Plasma) bem como em pequenas empresas como a Edge of Space (Propulsão Sólida e Líquida verdes). Entretanto em nenhum desses núcleos de desenvolvimento se observa o firme propósito de apresentar a sociedade resultados concretos com o dinamismo que uma programa espacial necessita, não que não haja nesses núcleos profissionais interessados, mas pela falta e exclusiva presença governamental apoiando logisticamente, financiando e cobrando por resultados. Todos os esforços do governo de todas as ordens deveriam estar neste momento concentrados em áreas como propulsão e de outras tecnologias sensíveis para colocar o país definitivamente no exclusivo clube nas nações que dominam o ciclo completo da tecnologia espacial, mas não é isso que acontece apesar das propagandas enganosas da Agência Espacial Brasileira (AEB) e de seu presidente mentiroso e conivente. Veja o caso, por exemplo, da “Operação Raposa” e do veículo 14X (citando apenas dois exemplos). No primeiro caso, o lançamento do foguete desta importante operação completará dia 01 de setembro próximo exatamente um ano de realizada, e até o momento nenhum outro voo foi realizado e sequer marcado para dar continuidade na qualificação do SAMF (Sistema de Alimentação de Motor-Foguete a Populsão Líquida) e do motor L5. Recordo-me que pouco tempo após o voo desta operação um pesquisador do IAE me confidenciou que o ideal para um segundo teste de voo seria o uso de um motor S43 (o mesmo do VLS-1) como primeiro estágio, mas que não havia ainda qualquer previsão quando isto poderia acontecer. Já no caso do Veículo hipersônico 14X, até o momento parece não ter saído da fase de eterno desenvolvimento, só existindo mesmo dentro de computadores e em apresentações de Power Point exibidas em eventos científicos e tecnológicos no Brasil e pelo mundo, tendo seus prazos ano após ano estendidos pelo IAEv, apesar que desde 2012 o instituto não apresenta mais qualquer previsão sobre o lançamento do seu primeiro voo teste atmosférico, além do projeto ter neste período se desdobrado em outros projetos. Recordo-me também que em minha única visita ao IAEv (abril de 2011), apesar de na época ficar super impressionado com o que vi no “Laboratório de Aerotermodinâmica e Hipersônica Prof. Henry T. Nagamatsu” (laboratório do 14X) sai de lá com a impressão de que não existia um real compromisso do governo para que o 14X pudesse realmente se tornar uma realidade, o que comprometeria significativamente o dinamismo necessário para o desenvolvimento deste veículo, e assim o mesmo tem grandes chances de se tornar mais uma novela do Programa Espacial Brasileiro. Pelo visto até que provem o contrário é o que parece esta acontecendo. Vale dizer que a mesma situação se aplica aos projetos dos outros núcleos de desenvolvimento espalhados pelo país, e o energúmeno do ministro do MCTI ainda tem a cara de pau de propagar pela mídia a tal da inovação do governo da “Ogra” debiloide. Até mesmo uma empresa como a Edge of Space (só para citar um exemplo) que tem projetos inovadores e significativos na área de Propulsão Verde e de pequenos veículos lançadores (o Eng. José Miraglia é um visionário) luta desesperadamente para se manter viva, sendo obrigado a trabalhar em outras áreas para sobreviver, um tremendo desperdício de conhecimento e uma grande estupidez só mesmo vista no Brasil. Para completar recentemente surgiu um pesquisador da FATEC/SENAI que está efetivamente desenvolvendo uma Tubo Bomba para um motor-foguete de 75 kN, equipamento de fundamental importância para motores-foguetes líquidos. Iniciativa louvável e extremamente necessária para o PEB, mas que na atual conjuntura tem poucas chances de vir a ser utilizada pelo nosso Programa Espacial de Brinquedo. Só nos resta parabenizar a NASA e as agencias espacias do mundo que conduzem com seriedade e compromisso as suas atividades espacias.

Um comentário:

  1. É verdade Duda.
    Falar mais o que?
    Você já disse tudo.
    Brasil eterna colônia...

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