segunda-feira, 30 de junho de 2014

CBERS-4 Passa por Testes na China

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (30/06) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que o Satélite CBERS-4 passa por testes na China.

Duda Falcão

CBERS-4 Passa por Testes na China

Segunda-feira, 30 de Junho de 2014

Os testes de vibração acústica e senoidal do satélite CBERS-4 foram concluídos pelos especialistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e da Academia Chinesa de Tecnologia Espacial (CAST, na sigla em inglês). No dia 20 de junho, numa câmara acústica reverberante do centro chinês, em Pequim, o satélite sino-brasileiro foi exposto a ruídos acústicos semelhantes ao que enfrentará durante o lançamento, previsto para a primeira quinzena de dezembro.

Em seguida, entre os dias 21 e 23 de junho, com o CBERS-4 na configuração de lançamento, foram realizados testes de vibração nos três eixos para checar a robustez mecânica do satélite e seus subsistemas e a compatibilidade dinâmica com o foguete.

O CBERS-4 já havia passado por outra importante etapa quando, pela primeira vez, o Gerador Solar (SAG) e o satélite foram integrados e testados conjuntamente, durante ensaio realizado no dia 17 de junho.

O SAG, responsável por captar a luz do Sol e convertê-la em energia elétrica, essencial para o funcionamento de todos os sistemas e subsistemas que compõem o satélite, foi enviado à China no início de maio. Com mais de 16 metros quadrados, o gerador que pesa apenas 55 quilogramas foi fabricado pelas empresas brasileiras Cenic e Orbital.

Antes de ser integrado ao corpo principal do satélite, o SAG foi submetido a diversos testes elétricos, de abertura e inspeções visuais, para garantir que não sofreu danos durante o transporte. Para realizar os testes dos painéis do SAG é necessário mantê-lo suspenso a um trilho através de pontos de fixação para também simular a sua abertura quando em órbita. Em seguida, o SAG foi conectado mecânica e eletricamente ao satélite para ambos serem submetidos aos testes de vibração acústica e senoidal.

As próximas atividades serão a retirada dos painéis solares e realização de uma nova checagem dos alinhamentos e a preparação do satélite para o teste em câmara termovácuo.

Uma equipe do INPE está na China e, junto aos técnicos daquele país, trabalha para o lançamento deste que é o quinto satélite desenvolvido pelo Programa CBERS (sigla em inglês para Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres).

Montagem, Integração e Testes

No dia 11 de junho, foram concluídos os ensaios que verificam a autocompatibilidade do satélite e a sua compatibilidade eletromagnética com o veículo lançador. Esses testes são necessários para comprovar que um equipamento do satélite não provoca perturbações eletromagnéticas em outro. Além disso, são avaliadas possíveis interferências entre o satélite e o foguete. A impossibilidade de reparo em órbita torna imprescindível a simulação em Terra de todas as condições que o satélite irá enfrentar desde o seu lançamento até o final de sua vida útil no espaço.

As atividades de balanceamento e medidas de propriedades de massa do CBERS-4 aconteceram no dia 12 de junho. O balanceamento é realizado para atender aos requisitos de posição de centro de gravidade estabelecidos pelo veículo lançador e pelo subsistema de controle de atitude e órbita. O conhecimento preciso das propriedades de massa do satélite é fundamental para o correto desempenho desse subsistema. Antes disso, no dia 7 de junho, foram realizados os testes elétricos do satélite sino-brasileiro.

As atividades de montagem, integração e testes (AIT) do satélite ocorrem no Centro Espacial da CAST, na China. O período de AIT serve para montar o modelo de voo do satélite, demonstrar seu bom funcionamento em condições ambientais semelhantes ao lançamento e órbita e identificar e corrigir eventuais problemas.

O AIT do CBERS-4 teve início em janeiro deste ano com o envio para a China da estrutura de carga útil do satélite, que antes estava no Laboratório de Integração e Testes (LIT) do INPE, em São José dos Campos (SP). A estrutura do CBERS-4 foi projetada e fabricada pelas empresas brasileiras Cenic e Fibraforte.

Ainda em janeiro, os primeiros equipamentos de voo desenvolvidos, fabricados e testados pela indústria brasileira, juntamente com os equipamentos chineses, foram integrados à estrutura do satélite para que fossem iniciados os testes elétricos.

Devido à complexidade do satélite, os testes elétricos foram realizados por ‘Estados’, chamados de A, B, C e D. O satélite foi progressivamente integrado e testado em cada um de seus Estados.

Após submetido a todos os testes ambientais em infraestruturas especiais (câmaras anecóica, acústica e termovácuo), o satélite estará pronto para a campanha de lançamento, que deve iniciar na segunda quinzena de outubro.

CBERS-4 no interior da câmara acústica reverberante.

Teste do gerador solar.

CBERS-4 durante atividade de balanceamento.

Testes elétricos: etapa importante da campanha pré-lançamento.

Especialistas preparam satélite para testes
de compatibilidade eletromagnética.


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Comentário: Bom leitor, já essa notícia vem do INPE e merece de nós credibilidade, apesar de continuar achando que esse satélite não vai ser lançado em 2014. A questão aqui não é técnica, esta parece está sendo resolvida com competência pelos técnicos brasileiros e chineses, coisa que jamais duvidei (dê a César o que ele merece e ele retribuirá na mesma moeda), mas sim política, e tenha certeza leitor que na hora vai surgir alguma estória da carochinha transferindo o lançamento, basta passar o período das eleições, é só aguardar. Energúmenos de plantão, estarei torcendo para que vocês me desmintam, desde que o satélite seja lançado com a segurança que um projeto com esse exige, e o lançamento seja exitoso, afinal, torço para o PEB incondicionalmente e o programa precisa de resultados para melhorar a sua péssima imagem perante a Sociedade Brasileira. 

Pesquisador do INPE Participa nos EUA de Projeto de Pesquisa da NASA Sobre o Planeta Marte

Olá leitor!

A Universidade de Michigan (UM) propôs um projeto científico na área espacial, apoiado pela NASA, pelo National Science Foundation (NSF) e outros financiadores e colaboradores, projeto este denominado MAHRS - Martian Aqueous Habitat Reconnaissance Suite (Conjunto para Reconhecimento de Habitats Aquosos Marcianos).

Dr. Durval Zandonadi Júnior
Até ai nada de mais, já que nos EUA o programa espacial é levado com seriedade e apresenta resultados a todo o momento. O curioso nessa história é que o nosso Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) está participando dessa iniciativa com um projeto denominado “Participação no Projeto MAHRS da Universidade de Michigan Com a NASA e Outros Colaboradores”, projeto este que é apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)” tendo como pesquisador responsável e beneficiário o Dr. Durval Zandonadi Júnior.

Pois então, o Diário Oficial da União (DOU) do dia (27/06) publicou um despacho do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), autorizando este servidor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) a viajar para os EUA a fim de cursar o pós-doutorado desse Projeto de Pesquisa. Abaixo segue o despacho como publicado no DOU.

GABINETE DO MINISTRO

DESPACHOS DO MINISTRO
Em 25 de junho de 2014

Afastamentos do país autorizados na forma do Decreto nº 1.387, de 07 de fevereiro de 1995:

DURVAL ZANDONADI JUNIOR, ocupante do cargo de Tecnologista Sênior III, Padrão III, matrícula SIAPE nº. 664182, lotado no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE, Unidade do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação - MCTI, para cursar pós-doutorado do Projeto de Pesquisa "Martian Aqueous Habitat Reconnaissance Suite - MAHRS", da Universidade de Michigan com a NASA e Outros Colaboradores, em Ann Arbor - Michigan, nos Estados Unidos, no período de 01/08/2014 a 31/07/2015.

CLELIO CAMPOLINA DINIZ

O Blog BRAZILIAN SPACE deseja ao Dr. Durval Zandonadi Junior sucesso nesse seu curso de pós-doutorado e que o mesmo possa voltar dos EUA com novos conhecimentos que venham agregar novas possibilidades para o Programa Espacial Brasileiro.

Duda Falcão


Fonte: Diário Oficial da União (DOU) - Seção 2 - pág. 02 - 27/06/2014

Foguete da Equipe do ITA é Lançado Com Sucesso dos EUA

Olá leitor!

Como informado aqui no Blog anteriormente a equipe “ITA Rocket Design” do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), participou entre os dias 25 e 28/06 do 9th Intercollegiate Rocket Engineering Competition (9th IREC)”, competição esta de lançamento de foguetes entre instituições universitárias organizada anualmente pela “Experimental Sounding Rocket Association (ESRA)” do EUA em local desértico próxima da cidade de Green River, no estado americano de Utah.

No link abaixo trago para você o vídeo do lançamento do foguete da equipe brasileira postado dia 27/06 na página da mesma no Facebook. Vale a pena dar uma conferida. Aguarde por maiores detalhes.


Duda Falcão


Fonte: Equipe ITA Rocket Design

domingo, 29 de junho de 2014

Large-Class, Second-Stage Rocket Motor Passes Tests

Hello reader!

It follows a note published on the day (06/26), in the site "www.space-travel.com", highlighting that large-class, Second-Stage Rocket Motor passes tests.

Duda Falcão

ROCKET SCIENCE

Large-Class, Second-Stage
Rocket Motor Passes Tests

by Richard Tomkins
Sacramento (UPI) Jun 26, 2014

disclaimer: image is for illustration purposes only.
A large-class second-stage rocket motor for the U.S. Air Force Nuclear Weapons Center has been tested by Aerojet Rocketdyne.

The test of the 92-inch diameter motor -- at sea level conditions -- was conducted at the Utah Test and Training Range at Hill Air Force Base.

"This motor firing demonstrates the flexibility of the stage to perform in either a booster or upper stage mode," said Tyler Evans, Aerojet Rocketdyne vice president, Rocket Shop Defense Advanced programs. "This test provides strategic options for the U.S. Air Force, other defense agencies and commercial customers."

The rocket motor was initially tested in February at simulated altitude conditions at the Arnold Engineering Development Center in Tennessee, Aerojet Rocketdyne said.

The large-class second-stage rocket motor was designed, fabricated and tested by Aerojet Rocketdyne under a demonstration contract that required the use of available technologies for propulsion systems.

Additional details of the testing of the rocket motors, for use on U.S. strategic missiles, were not disclosed.



Comentário: Pois é leitor, é assim que as coisas acontecem nos programas espaciais bem sucedidos no mundo, ou seja, o governo contrata e a indústria produz, e olha que esse contrato da “Aerojet Rocketdyne” com a Força Aérea dos EUA foi um contrato de demonstração da tecnologia que ao final ainda dependerá de resultados para continuar tendo apoio até a sua desejada industrialização. Nos EUA e nos países onde programa espacial é coisa séria, o governo, institutos de pesquisa (públicos e privados), universidades (públicas e privadas) e a indústria, todos trabalham com um mesmo objetivo mediante à metas estabelecidas dentro de prazos realistas e facilitados por uma legislação adequada, e tudo isso sob a coordenação, apoio político e comprometimento da administração pública que cobra eficiência e resultados. Dito isso eu pergunto ao Comandante Saito: “Que beleza é esse motor-foguete americano, né verdade comandante? Pois então, quando o senhor efetivamente irá se movimentar para cobrar desses energúmenos do governo DILMA ROUSSEFF e do Congresso Nacional uma atitude realmente em prol dos projetos espaciais do DCTA? Ou continuará pecando por omissão?

Segunda Fase do Ciência Sem Fronteiras Terá Mais 100 Mil Bolsas

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada dia (27/06) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) destacando que a Segunda Fase do Programa Ciências sem Fronteira (CsF) terá mais de 100 mil bolsas segundo o governo.

Duda Falcão

Segunda Fase do Ciência Sem Fronteiras
Tem Mais 100 Mil Bolsas

CCS com informações da Ascom do CNPq


Brasília, 27 de junho de 2014 – A segunda fase do programa Ciência sem Fronteiras (CsF) terá mais 100 mil bolsas a partir de 2015. O anúncio foi feito pelo governo na quarta-feira (25), em cerimônia no Palácio do Planalto.

Para esta nova etapa a Agência Espacial Brasileira (AEB) já tem cinco bolsas em vias de implementação no âmbito do Ciência sem Fronteiras – Espacial (CsF-Espacial), sendo duas na modalidade Pesquisador Visitante Especial para trazer ao país dois renomados especialistas da área espacial para desenvolver atividades no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Pelo programa, 24 estudantes ligados à área aeroespacial já foram contemplados com bolsas para diversos países, sendo 22 na modalidade graduação sanduíche e dois na de doutorado pleno. Ainda na primeira fase foram concedidas cinco bolsas para pesquisadores do exterior.

Entre as novidades na segunda do CsF etapa estão a priorização de alocação dos bolsistas premiados nas olimpíadas de matemática, física e química das escolas públicas; a priorização de bolsa de pós-graduação para os ex-bolsistas de graduação que obtiverem o aceite de instituição de excelência para pesquisa nas áreas do programa; e o lançamento de programas específicos que envolvam ex-bolsistas do programa.

Balanço- Lançado em dezembro de 2011, o CsF já concedeu, até este mês, 83.184 bolsas, das 101 mil previstas. O objetivo do programa é promover a consolidação, a expansão e a internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade nacional por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional dos estudantes. O último conjunto de chamadas públicas para atender à meta será lançado no segundo semestre.

Os cinco países que mais receberam estudantes brasileiros foram os Estados Unidos da América (32%), Reino Unido (11%), Canadá (8%), França (8%) e Alemanha (7%).

A área de engenharias e demais áreas tecnológicas contam com o maior número de bolsistas no programa, 52%. Já as áreas que englobam a biologia, ciências biomédicas e saúde agregam 18% das concessões; ciências exatas e da terra somam 8%; computação e tecnologias da informação, 6%; produção agrícola sustentável, 4%; seguidas por fármacos e biotecnologia, com 2% cada. Biodiversidades, bioprospecção e energias renováveis participam com 1% das bolsas do programa.


Fonte: Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário: Santo Deus, e lá vamos nós novamente. Essa senhora teria de ser presa e a chave da cela ser jogada fora. Algo urgente precisa ser feito caro leitor. Estamos plantando um futuro que terá consequências extremamente negativas para o Brasil e para todos nós, não hoje, não amanhã, não daqui a cinco anos, mas a partir da próxima década. Ou buscamos formar melhores governantes ou pagaremos um alto preço por isso. Administração pública é coisa séria e não se deve usá-la em benefício próprio como esses energúmenos fazem há décadas nesse país. O programa CsF não deixa de ser uma boa ideia e tem a sua eficiência comprovada em programas semelhantes de outros países. Entretanto, os exemplos bem sucedidos ocorreram em países que realmente estão comprometidos com resultados e não num país como o nosso onde o único objetivo desses energúmenos e a luta pelo poder. Não é por acaso que durante a primeira fase do programa o mesmo foi acompanhado por uma série de escaldá-los e assim continuará durante essa segunda fase, você haverá de constatar esse fato, é só esperar. O Brasil precisa de gente séria e comprometida com planejamento a médio e longo prazo, precisamos de um Plano Brasil com a participação de pessoas realmente comprometidas com o desenvolvimento e o futuro do país e evidentemente com o compromisso da sociedade, não em prol de seu próprio umbigo, mas sim em prol do bem estar de todos e da própria nação. Isso implica muito mais do que ir a estádios cantar com todas as forças de seus pulmões o Hino Nacional e cantar “Eu sou Brasileiro com muito orgulho e com muito amor” ou vestir a camisa da Seleção em Copas do Mundo e Jogos Olímpicos. Ser cidadão leitor não é isso, mas certamente esta situação só ajuda a esses energúmenos tanger o gado na direção mais favorável a eles. Já passou da hora de acordar.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Programa das Nações Unidas Premia Sistema de Alerta de Secas e Desertificação Desenvolvido no INPE

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (27/06) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que Programa das Nações Unidas premia Sistema de Alerta de Secas e Desertificação desenvolvido no INPE.

Duda Falcão

Programa das Nações Unidas
Premia Sistema de Alerta de Secas e
Desertificação Desenvolvido no INPE

Sexta-feira, 27 de Junho de 2014

Pela sua importância no combate à degradação do solo e da desertificação para a convivência com o semiárido, um sistema desenvolvido no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) foi premiado pelo programa Dryland Champions, da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD, na sigla em inglês).

O Sistema de Alerta Precoce de Secas e Desertificação (SAP) é realizado em parceria com o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN) e o Ministério do Meio Ambiente (MMA).

O certificado “Dryland Champions – Eu sou parte da solução” foi entregue pela ministra Izabella Teixeira (MMA) no dia 16 de junho, em Brasília, à pesquisadora Rita Marcia da Silva Pinto Viera, do Centro de Ciência do Sistema Terrestre (CCST/INPE), que representou o Instituto na cerimônia em que foram reconhecidos 16 projetos de várias instituições brasileiras.

O projeto SAP foi criado para responder aos desafios das mudanças climáticas. Vários cenários indicam que a região semiárida do Brasil é muito vulnerável à variabilidade climática e, particularmente, aos seus extremos. Mudanças no uso e cobertura da terra na região semiárida foram aceleradas nas últimas décadas devido a fatores climáticos e atividades humanas.

O SAP consiste em um banco de dados geográficos com informações físico-ambientais e socioeconômicas que permite a interação de indicadores de seca e desertificação. Ele integra dados de sensoriamento remoto e previsões do tempo para permitir uma avaliação contínua das áreas mais suscetíveis, melhorar a compreensão dos efeitos combinados da seca e desertificação. Trata-se de uma ferramenta de planejamento sustentável para os tomadores de decisão.

“O projeto também fomenta a formação de recursos humanos especializados em estudos de desertificação”, destaca Rita Marcia, autora da tese de doutorado “Indicadores e Precursores do Processo de Desertificação no Semiárido Brasileiro”, orientada por Javier Tomasella e Regina Célia dos Santos Alvalá.



Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

NanosatC-Br1 - Canário Brasileiro Recebe Batizo Oficial

Olá leitor!

Acabo de receber um e-mail do Dr. Otávio Durão (coordenador do Projeto NanosatC-Br1 no INPE de São José dos Campos-SP), informando o "batizo oficial" do nosso canário verde e amarelo.

Segundo o Dr. Durão agora o canarinho brasileiro já se encontra formalmente no catálogo de satélites globais do North American Aerospace Defense Command (NORAD), como também pode ser visto através do link http://www.satview.org/br/index.php e suas órbitas podem ser projetadas e vistas de qualquer ponto do globo onde esteja o interessado através do link http://www.satview.org/br/5d.php?sat_id=40024U.

O Dr. Durão agradece aos "caçadores" que tentaram identificar o NanosatC-Br1 dentre os 37 satélites lançados simultâneos da Rússia no dia 19/06, e em especial e mais uma vez, aos radioamadores brasileiros que já fazem parte da equipe do projeto, e também ao radioamador holandês Nico Paodlo, o primeiro que fez a identificação com mais segurança segundo o conhecimento do pesquisador do INPE.

Ainda segundo o Sr. Durão a equipe já possui as suas TLEs definidas, o que irá muito auxiliar no rastreio e comando do satélite e estão muito próximos de entrar em regime operacional com o NanosatC-Br1, após esta importante fase de identificação ter sido concluída.

Duda Falcão


Fonte: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

General Dynamics Construirá Un Radiotelescopio Para el Observatorio LLAMA

Hola Lector!

Sigue abajo una noticia publicada día (26/06) en el website www.infoespacial.com destacando que General Dynamics construirá un radiotelescopio para el Observatorio LLAMA, uma joint venture entre Argentina y Brasil.

Duda Falcão

Noticias

Empezará a operar en 2017

General Dynamics Construirá Un
Radiotelescopio Para el Observatorio LLAMA

26/06/2014

Foto: General Dynamics
(infoespacial.com) Newton (Carolina del Norte).- La firma General Dynamics Satcom Technologies, filial de General Dynamics C4 Systems, construirá e instalará una antena radiostelecospio submilimétrica de 12 metros de diámetro y 100 toneladas de peso para el nuevo observatorio astronómico Large Latin American Millimeter Array (LLAMA).

El proyecto LLAMA es una joint venture entre Argentina y Brasil para suministrar a los científicos de todo el mundo lentes para estudiar los agujeros negros, la evolución molecular de nubes interestelares y la estructura del universo.

La nueva antena será similar a las ya 25 construidas por Satcom Technologies operando en el observatorio denominado Atacama Large Millimeter/Submillimeter Array (ALMA) localizado a 200 kilómetros de la sede de LLAMA, en la parte chilena del desierto de Atacama.

“Las antenas de Satcom Technologies son maravillas de la ingeniería que pesan más de 100 toneladas y pueden medir la mitad del diámtero de un cabello humano”, dijo Chris Marzilli, presidente of General Dynamics C4 Systems. “Estos instrumentos científicos a gran escala ayudan a los científicos a descubrir nueva información a nivel microscópico”.

Localizado a 4.850 metros de altura, el radiotelescopio LLAMA tiene previsto empezar a operar en 2017 en la frecuencia de banda de 90 a 700 GHz. Equipado con receptores extremadamente sensibles y sistemas de control y procesado de datos, la antena funcionará como un telescopio independiente. También está planeado que opere conjuntamente con el observatorio ALMA, también emplazado en la misma región sudamericana, lo que hará posible recoger más datos científicos.


Fuente: Website www.infoespacial.com

Comentario en español: Bueno, bueno, muy bueno, y me gustaría que otras iniciativas entre Brasil y Argentina también en el campo de la astronomía espacial podría lograrse, por ejemplo, los proyectos de sondas espaciales planetarias.

Comentário em Português: Bom, bom, muito bom mesmo e quem dera outras iniciativas entre o Brasil e a Argentina também na área de astronomia espacial pudessem ser realizadas, como por exemplo, projetos de sondas espaciais planetárias.

O Desenvolvimento de José Raimundo à Frente da AEB

Olá leitor!

Segue abaixo um artigo escrito pela Diretória do SindCT e postado na edição de nº 30 do “Jornal do SindCT” de junho de 2014, tendo como tema o desserviço prestado pelo Sr.  José Raimundo Braga Coelho à frente de nossa Agência Espacial de Brinquedo (AEB).

Duda Falcão

Ciência e Tecnologia

O Desenvolvimento de José Raimundo
à Frente da AEB

O desserviço de José Raimundo à frente da AEB

Diretoria do SindCT
Jornal do SindCT
Edição nº 30
Junho de 2014

O presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), que continua no cargo mesmo após a queda de Marco Antonio Raupp, desrespeita INPE e DCTA e continua a apostar na duvidosa ACS (Brasil-Ucrânia) e no projeto SGDC. Se mesmo a criação de um samba carnavalesco requer, além de inspiração, um planejamento, com definição de enredo, levantamento histórico, definição da letra etc., imaginem o trabalho e a perseverança associados ao planejamento que requer um Programa Espacial.

No Brasil, os programas espaciais estão sob a responsabilidade da Agência Espacial Brasileira (AEB), atualmente sob a presidência de José Raimundo Coelho, que chegou ao cargo por indicação do então ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp.

Portanto, um balanço do atual estágio de desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro (PEB) exige, antes de tudo, um balanço das ações da AEB nos últimos anos, em especial no período em que esteve sob a administração de José Raimundo. José Raimundo assumiu a presidência da AEB em maio de 2012. Antes dele, vários dirigentes já vinham conduzindo a agência de forma amadora, sem visão estratégica e com reduzido compromisso com a coisa pública.

Dentre os “feitos” da AEB no período que antecedeu a gestão de José Raimundo destaca-se o injustificável episódio da participação brasileira no projeto da Estação Espacial Internacional (ISS), capitaneado pela NASA, a agência espacial dos EUA. A aventura, que sugou milhões de dólares dos cofres públicos, acabou se resumindo ao envio de um astronauta brasileiro ao espaço. Igualmente irresponsável é a interminável Plataforma Multimissão (PMM), projeto de um satélite concebido para ser utilizado em diferentes missões. Inicialmente orçado em R$ 25 milhões, foi contratado pela AEB junto à iniciativa privada em 2001 ao preço de R$ 40 milhões.

O Tribunal de Contas da União (TCU) rejeitou o contrato da PMM, propondo pena aos gestores responsáveis por ele. Com previsão inicial de lançamento em 2005, passados 13 anos a PMM ainda não se tornou realidade, com contratos paralisados e sem expectativa concreta de lançamento nos próximos anos.

A Inconcebível ACS

Após assumir a presidência da AEB, José Raimundo passou a apoiar o inconcebível investimento na estatal binacional Brasil- -Ucrânia, Alcantara Cyclone Space (ACS).

Criada em 2006 com o objetivo de comercializar o lançamento de satélites por meio do foguete ucraniano Cyclone 4 a partir de uma base de lançamento em Alcântara, no Maranhão, a AEB injetou mais de R$ 500 milhões no projeto no período 2007-2012.

Com a chegada de Raupp ao MCTI e José Raimundo à AEB, estes solicitaram (e o governo aprovou) um aumento de quase 100% no capital da ACS, o que exigiu o desembolso, pela AEB, de mais R$ 470 milhões em 2013, totalizando quase R$ 1 bilhão gastos nesta aventura sem qualquer resultado a apresentar, a não ser toneladas de concreto e ferros retorcidos abandonados em meio às obras paralisadas da base de lançamento no Maranhão.

O Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações (SGDC-1) é outro “feito” da AEB que vem contribuir com seu leque de “realizações”. Por influência direta do ministro Raupp e do presidente da AEB, o país optou pela criação de uma joint-venture (Visiona) entre a estatal Telebrás e a Embraer, privada, para adquirir o satélite integralmente no exterior, deixando de fora dos estudos de especificação do satélite o próprio Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), prescindindo dos mais de 50 anos de experiência adquirida por este instituto público no desenvolvimento de satélites.

Intervenção

A AEB deveria trabalhar em sinergia com os órgãos públicos responsáveis pela execução das atividades espaciais no país, principalmente o INPE e o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE). No entanto, a AEB vem trilhando caminho oposto: esvazia estes institutos e desvia recursos e projetos, originalmente a eles destinados, para empresas como ACS e Visiona.

De fato, a gestão de José Raimundo tem sido marcada por uma política de “intervenção branca” no INPE e no Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA- -IAE), órgãos responsáveis pela execução do Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE), o plano que envolve as diretrizes de mais alto nível das atividades espaciais brasileiras.

Só para ficar em alguns exemplos, no INPE este senhor tem nomeado gerentes de programas de satélites sem ao menos informar o diretor do instituto, além de bloquear recursos do PNAE, até mesmo quando necessários para honrar compromissos já contratados em 2013.

No DCTA, José Raimundo segue aplicando sua política de deixar programas fundamentais, como o de desenvolvimento do foguete VLS, morrerem à míngua, com recursos irrisórios quando comparados ao montante empregado em projetos como ACS e SGDC, que em nada contribuirão para o aprimoramento tecnológico do país. José Raimundo foi o responsável pela atualização do PNAE para o período 2012-2021.

Considerada “realista” pelo presidente da AEB, a nova versão não passa de uma peça de ficção de mau gosto com o poder público, vaga em seu conteúdo e com nenhuma de suas ações relacionadas ao desenvolvimento de satélites e veículos lançadores cumprida até o momento, à semelhança do que ocorreu no PNAE 2002-2011. Assim como o grupo político que o apadrinha na direção da AEB, José Raimundo é sabidamente ligado a forças conservadoras e privatistas.

Sua gestão está empenhada em transferir recursos públicos destinados à área espacial para as mãos de empresas privadas, esvaziando as atribuições dos órgãos públicos responsáveis pela execução das atividades espaciais no país. Por estas e por outras seria imperioso, em benefício do avanço da política espacial no país e aproveitando-se a onda de substituições nos postos de primeiro e segundo escalão do MCTI, a retirada de José Raimundo Coelho da Presidência da AEB, colocando-se em seu lugar alguém verdadeiramente possuidor de espírito público e comprometido com o desenvolvimento soberano desta área tão estratégica para o Brasil.


Fonte: Jornal do SindCT - Edição 30ª - Junho de 2014

Comentário: Apesar de não concordar com um dos problemas apontados sobre a AEB pela diretória do SindCT e algumas de suas posições, comungo com a maioria deles sobre o desempenho do Sr. José Raimundo Braga Coelho a frente de nossa Agência Espacial de Brinquedo (AEB), e incluiria outros, já que o Sr. José Raimundo é talvez um dos maiores turistas que já passaram por essa instituição. Veja você leitor que a nossa insatisfação com o desempenho desse senhor não é de graça e é compartilhada até mesmo pelo Sindicato da categoria.

“PESE Recebe R$ 113 Milhões de 2014 e Estimula Indústria Nacional”

Olá leitor!

Segue abaixo uma pequena entrevista Cel. Av. Ricardo de Queiroz Veiga, que é vice-presidente executivo da "Comissão de Coordenação e Implantação de Sistemas Espaciais (CCISE)"publicada na da edição de nº 30 do “Jornal do SindCT” de Junho de 2014, tendo como tema o "Programa Estratégico de Sistemas Espaciais (PESE)" do Comando da Aeronáutica (COMAER).

Duda Falcão

Ciência e Tecnologia

“PESE Recebe R$ 113 Milhões de 2014
e Estimula Indústria Nacional”

Por Shirley Marciano
Jornal do SindCT
Edição nº 30
Junho de 2014

“O Programa de Veículos Lançadores continua sob a responsabilidade do DCTA. São veículos fundamentais para a estratégia do PESE, pois enquanto estivermos dependentes dos serviços de outros países estaremos sujeitos às interferências de políticas externas”.

O Programa Estratégico de Sistemas Espaciais (PESE), aprovado pelo Comando da Aeronáutica (COMAER) em maio de 2012, coordenado pela Comissão de Coordenação e Implantação de Sistemas Espaciais (CCISE), foi criado com objetivo semelhante ao da Missão Espacial Completa Brasileira (MECB), que é obter autonomia de todas as fases de uma missão espacial, além de buscar a modernização de diversos sistemas já utilizados, como o Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro (SISDABRA), o Sistema de Enlaces Digitais da Aeronáutica (SISCENDA), o Sistema de Comunicações Militares por Satélite (SISCOMIS), o Sistema Militar de Comando e Controle (SISMC2). O PESE, cujo custo total estimado é de R$ 8,5 bilhões até 2020, dos quais R$ 113 milhões constam do Orçamento da União em 2014, também englobará os sistemas os que estão em fase de planejamento ou implantação, como o Sistema Integrado de Monitoramento das Fronteiras (SISFRON) e o Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SIS-GAAz), além dos sistemas civis como o de Proteção da Amazônia (SIPAM) e o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL).

O jornalista André Mileski, da revista Tecnologia & Defesa, alertou para a possibilidade de atrasos no repasse desses recursos, em função do corte de R$ 3,5 bilhões anunciado no orçamento do Ministério da Defesa: “Fontes analisam que pode não haver tempo hábil para a assinatura de um primeiro contrato, ainda que existam recursos disponíveis”.

Também de acordo com a revista, há rumores de que o Ministério da Defesa pensa em contratar os sistemas do PESE nos mesmos moldes do SGDC, ou seja, utilizando a joint- -venture Visiona.

Jornal do SindCT encaminhou algumas perguntas ao coronel aviador Ricardo de Queiroz Veiga, que é vice-presidente executivo da CCISE.

Quais os principais objetivos do PESE?

O Programa Estratégico de Sistemas Espaciais (PESE) estabelece, em longo prazo, as estratégias de implantação dos subprogramas e projetos de sistemas espaciais de defesa com uso compartilhado (dual: militar e civil), respeitadas as peculiaridades de cada sistema. O PESE traz benefícios diretos e indiretos a todos os potenciais usuários do Ministério da Defesa, como também a toda a sociedade brasileira, e permite que as operações das Forças Armadas e organizações civis tenham o necessário suporte das aplicações espaciais de forma coordenada e integrada.

PESE e PNAE são muito parecidos. Quais seriam as diferenças?

O PESE é organizado de forma complementar ao Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE) da Agência Espacial Brasileira, buscando atender às necessidades militares específicas. O programa também estimula a indústria nacional, garantindo uma demanda contínua de produtos com um índice crescente de nacionalização. Os institutos de pesquisa e ensino nacionais também são beneficiados através da aquisição e desenvolvimento de tecnologias de ponta e do desenvolvimento local de tecnologias.

Quanto foi o orçamento aprovado para 2014?

Quais serão os projetos prioritários? A LOA [Lei Orçamentária Anual] 2014 destinou R$ 113 milhões para o PESE. Os recursos remanescentes dos cortes e contingenciamentos iniciais foram integralmente destinados ao Projeto Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC).

No curto, médio e longo prazo, quais são os projetos principais? Eles incluem o VLS?

Por enquanto, a CCISE já está organizando três projetos: a) Centro de Operações Espaciais (COPE), destinado a controlar todos os satélites do PESE, que servirá de apoio à Telebras, seria um trabalho mais operacional; b) Carponis: frota de satélites de observação da Terra com sensores ópticos de alta resolução; c) Lessônia: frota de satélites de observação da Terra com sensores radar. Todos ainda estão em fase de concepção e definição de requisitos. Devo ressaltar que a condução do Programa de Veículos Lançadores continua sob a responsabilidade do DCTA. Esses veículos são fundamentais para a estratégia adotada para o PESE, pois enquanto estivermos dependentes dos serviços de outros países estaremos sempre sujeitos às interferências de políticas externas e dos elevados custos dos serviços de lançamento atuais.

Quais órgãos estão representados na CCISE?

A CCISE possui um Grupo de Assessoramento para tratar o direcionamento estratégico do PESE. Esse Grupo conta com representantes do Ministério da Defesa, Marinha, Exército, Aeronáutica, Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (CENSIPAM), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e Agência Espacial Brasileira (AEB), e são realizadas reuniões ordinárias bimestrais.

Existe previsão de algum encontro para discussão do assunto?

Em 2013, a CCISE organizou uma oficina restrita à Defesa, na qual foram tratadas as necessidades dos usuários. Há previsão de uma nova oficina direcionada à participação industrial brasileira, com realização esperada para o quarto trimestre [de 2014].


Fonte: Jornal do SindCT - Edição 30ª - Dezembro de 2013

Comentário: Olha leitor, quando o PESE surgiu se criou ingenuamente uma grande esperança de mudança, mas os profissionais envolvidos com essa iniciativa esqueceram que as mesmas pessoas que hoje negam recursos para o PNAE, são as mesmas pessoas que decidirão o futuro do PESE. Em resumo, além de não mudar nada, essa iniciativa colabora para dividir ainda mais as esmolas direcionadas as atividades espaciais do país. E convenhamos, a estimativa de R$ 8,5 bilhões para o PESE até 2020 (na atual conjuntura política em que somos obrigados a viver) só pode ser a estimativa de um insano irresponsável ou de um completo debiloide desprovido de massa encefálica, mas enfim... no Brasil caro leitor infelizmente tudo é possível, até mesmo a eleição de um representante da espécie equina para Deputado, como ocorreu recentemente em certo estado da Região Norte, evidentemente a título de protesto. Este caro leitor é o Brasil, sil ,sil, sil, que todos nós estamos permitindo que esses energúmenos construam, melhor, destruam o que já foi construído.

Charge do Dia

Olá leitor!

Veja abaixo a charge do dia. Ou devo dizer a charge dos governos civis? Afinal, desde o governo Fernando Collor de Mello o Programa Espacial Brasileiro só fez descer a ladeira.


A verdade leitor é que essa charge foi publicada pelo SindCT em março do ano passado, e já postada aqui no Blog, mas infelizmente para o Brasil continua atualíssima e sem qualquer perspectiva de mudança.

Duda Falcão


Fonte: Sindicato dos Servidores Públicos Federais na Área de Ciência e Tecnologia do Vale do Paraíba (SindCT)

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Um Sonho Cada Vez Mais Distante

Olá leitor!

Apesar da postura comedida do Brig. Eng. Leonardo Magalhães (novo diretor do Instituto de Aeronáutica e Espaço - IAE) na entrevista postada no Blog no dia de ontem, fica claro para um bom entendedor de que o sonho de termos o nosso Veículo Lançador de Satélites está cada vez mais distante, e que como já havíamos adiantado, dificilmente a “Operação Santa Bárbara II (VLS-1 VSISNAV)” será realizada em 2014, estando ameaçadas também tanto a “Operação Santa Bárbara I (Voo simulado do VLS-1)” quanto a “Operação São Lourenço (VS-40/SARA Suborbital I), causando com isso mais uma grande frustração e uma imagem cada vez mais negativa sobre o PEB por observarmos ano após ano de que as únicas coisas que avançam significamente são as promessas não cumpridas.

Pois é leitor, as realizações do IAE deverão este ano ficarem restritas aos lançamentos de foguetes das missões estrangeiras na Suécia e na Noruega e ao lançamento da “Operação Raposa (VS-30/SAMF/L5)”, operação esta que  está prevista para ser iniciada em agosto e que é um grande marco da Astronáutica Brasileira (não resta qualquer dúvida quanto a isso), mas também representa muito pouco para um programa com mais de 50 anos de idade.

Felizmente para o Brasil equipes espalhadas por diversas instituições acadêmicas e de nível médio, algumas delas com o apoio do INPE, estão prometendo para esse ano realizarem o mesmo feito alcançado pela equipe do primeiro cubesat brasileiro, o NanosatC-Br1, lançado com sucesso dia 19/06 da Base de de Yasny, na Rússia. Este por exemplo é o caso do “Tubesat Tancredo-1” da Escola Tancredo Neves da cidade de Ubatuba-SP, e o “Cubesat AESP-14” do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), que estão previstos para serem lançados ainda esse ano da Estação Espacial Internacional (ISS). Isto é, se a nossa Agência Espacial de Brinquedo (AEB) fizer a sua parte e cumprir a promessa que tem feito na mídia.

Mas a verdade leitor é que o nosso programa espacial que na década de 80 tinha o tamanho de nosso país, hoje é tão insignificante que o valor gasto (ou devo dizer investimento de populista de m....) somente nas obras do Estádio Nacional de Brasília (se é que todo esse valor foi gasto na obra o que eu duvido) é quatro vezes maior do que o orçamento deste ano de nossa Agência Espacial de Brinquedo (AEB).

Diante disso leitor e diante das perspectivas que temos atualmente, dificilmente teremos um dia o nosso sonhado e desejado “Veículo Lançador de Satélites”, e cenas como as da "Operação Salinas" que podemos observar abaixo, ocorrida em junho de 2012, jamais voltarão a se repetir.

Duda Falcão

Astrónomos Desarrollan Un Nuevo Modelo Sobre la Formación de Marte

Olá leitor!

A continuación se muestra un artículo publicado hoy (26/06) en el websitio de la "Agencia FAPESP", y señaló que los astrónomos desarrollaron Nuevo Modelo de la Formación de Marte.

Duda Falcão

Artículos

Astrónomos Desarrollan Un Nuevo 
Modelo Sobre la Formación de Marte

Por Elton Alisson
26/06/2014

(NASA)
En un estudio internacional 
encabezado por científicos de una
universidad brasileña, analizan
la densidad de la nube que formó
el Sistema Solar para explicar el
tamaño del planeta rojo.
Agência FAPESP – Los modelos de formación de los planetas rocosos del Sistema Solar desarrollados en las últimas dos décadas han sido exitosos en la explicación del origen de Venus y de la Tierra –que tienen un tamaño similar– y de Mercurio, que posee tan sólo un 5% de la masa de la Tierra.

No obstante, las simulaciones informáticas de alta resolución aún no han permitido explicar cómo se formó Marte, ni por qué ese planeta tiene tan sólo el 10% de la masa de la Tierra.

Según los científicos, éste es un tema intrigante, ya que los cuatro planetas están constituidos por los mismos embriones planetarios –cuerpos celestes con dimensiones similares a las de los planetas actuales– que se fundieron en el transcurso de decenas de millones de años.

Un equipo internacional de astrónomos –integrado por científicos de Brasil, Estados Unidos, Alemania y Francia, y liderado por el Grupo de Dinámica Orbital & Planetología de la Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Guaratinguetá– realizó recientemente una serie de simulaciones mediante las cuales demostró que el tamaño de Marte puede estar relacionado con la densidad de la nebulosa protosolar –la nube de gas y polvo que dio origen al Sistema Solar– en la región orbital del planeta.

Este estudio, resultado del Proyecto Temático intitulado “La dinámica orbital de pequeños cuerpos”, que contó con el apoyo de la FAPESP, apareció descrito en un artículo que salió en febrero pasado en The Astrophysical Journal, una publicación de la American Astronomical Society.

El trabajo cobró relieve de la mano de John Chambers, investigador del Departamento de Magnetismo Terrestre de la Carnegie Institution for Science, de Estados Unidos, quien lo destacó en un artículo publicado en la edición de mayo de la revista Science.

“La mayoría de las simulaciones de la formación de los planetas terrestres del Sistema Solar no logra generar un objeto del tamaño y en la órbita de Marte, que se encuentra a 1,5 unidades astronómicas [UA, el equivalente a aproximadamente 150 millones de kilómetros] de distancia del Sol”, declaró Othon Cabo Winter, investigador del Grupo de Dinámica Orbital & Planetología y coordinador del proyecto, a Agência FAPESP.

“Estos modelos generan un cuerpo en la órbita de Marte con un tamaño más o menos equivalente al de la Tierra, que es muy grande”, dijo el investigador, coautor del artículo junto a André Izidoro, quien actualmente realiza su posdoctorado en el Observatoire de la Côte d'Azur (OLCD) en Niza, Francia.

Grand Tack

De acuerdo con Winter, uno de los modelos propuestos a los efectos de intentar explicar la formación de Marte es el llamado “Grand Tack”, desarrollado por científicos del OLCD.

Este modelo parte del supuesto de que durante la formación del Sistema Solar, hace 4.500 millones de años, la órbita de Júpiter –el planeta gigante más cercano a Marte– migró desde su actual posición, a 5 UAs del Sol, hacia una ubicación cercana a la órbita del planeta rojo, posicionándose a 2 UAs del Sol.

Al acercarse a la órbita de Marte, Júpiter habría cruzado el cinturón de asteroides, barriendo a la mayoría de los planetesimales (cuerpos sólidos hechos de polvo cósmico y hielo similares a los asteroides y a los cometas) y embriones planetarios situados en el cinturón o cerca de la órbita del planeta rojo hacia cerca del Sol.

Por eso la masa de Marte y del cinturón de asteroides se redujo y el material planetesimal y planetario terminó participando en la formación de la Tierra y de Venus, según estima el modelo Grand Tack.

Con todo, debido a las de interacciones gravitacionales con la nebulosa solar y con Saturno, Júpiter habría regresado a su órbita actual. “Ese modelo es válido, pero es bastante cuestionable, pues resulta sumamente improbable que eso haya efectivamente sucedido”, dijo Winter.

Un Modelo Alternativo

Para desarrollar un modelo alternativo al Grand Tack, los científicos brasileños, en cooperación con colegas del OLCD y también del Instituto de Astrobiología de la agencia espacial estadounidense (la Nasa) y del Instituto de Astronomía y Astrofísica de la University of Tübingen, en Alemania, realizaron una serie de simulaciones de flujo de gas y polvo dentro de la nebulosa protosolar durante su formación.

Las simulaciones sugieren que el material fluyó en dirección hacia el Sol, moviéndose a distintas velocidades y a diferentes distancias de la estrella. En la región situada entre 1 y 3 UAs del Sol, la nebulosa protosolar puede haber sufrido una pérdida o una disminución de materia equivalente a entre el 50% y el 75% de su densidad.

La pérdida de este volumen de “bloques de construcción planetarios” en la nebulosa protosolar de esa zona cercana a la órbita de Marte habría ocasionado la disminución de la masa final de Marte y el crecimiento de la Tierra y de Venus: éste es el supuesto el modelo.

“Estudiamos diversos parámetros y arribamos a la conclusión de que, de haber habido una reducción de materia oscilante entre el 50% y el 75% de la nebulosa protosolar en la región situada entre 1 y 3 UAs, existiría entonces más de un 50% de probabilidades de que se haya formado un planeta con masa similar en la actual órbita de Marte, además de la Tierra, Venus y algunos pocos objetos situados en el cinturón de asteroides”, dijo Winter.

“El modelo es muy completo, pues abarca no solamente el problema de la formación de Marte, sino que también mantiene y logra generar los otros planetas terrestres, con sus masas y actuales órbitas”, evaluó.

Posibles Contribuciones

Según el análisis de Winter, el nuevo modelo ocupó una laguna que existía en el modelo de formación del Sistema Solar, al apuntar que el perfil de densidad de masa de la nube protosolar no era uniforme y que experimentó disminuciones. “Este dato puede tener implicaciones en estudios que apunten a explicar la formación del cinturón de asteroides, por ejemplo”, señaló.

El modelo también podrá hacer aportes en investigaciones que se realicen en el sector de astrobiología –un área del conocimiento que se ubica en la interfaz entre astronomía, biología, química, geología y ciencias atmosféricas, entre otras disciplinas– relacionadas con objetos provenientes de Marte en dirección a la Tierra, y también en estudios sobre planetas extrasolares, afirmó.

“Los objetos y planetas extrasolares que se han descubierto hasta ahora llegan al millar y poseen una distribución sumamente variada y distinta a la de los cuerpos del Sistema Solar”, dijo Winter. “El modelo que hemos desarrollado puede ayudar a entender cómo se formaron.”

Suscriptores de The Astrophysical Journal pueden leer el artículo intitulado Terrestrial planet formation in a protoplanetary disk with a local mass depletion: a successful scenario for the formation of Mars (doi: 10.1088/0004-637X/782/1/31), de Winter y otros, en la siguiente dirección electrónica: iopscience.iop.org/0004-637X/782/1/31/article?fromSearchPage=true.

En tanto, suscriptores de Science pueden leer el artículo intitulado Forming terrestrial planets (doi: 10.1126/science.1252257), de John Chambers en: www.sciencemag.org/content/344/6183/479.summary?sid=3325c543-db93-448f-b8e4-37409996da5c.


Fuente: websitio Agencia FAPESP