segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Festival de Minifoguetes de Curitiba 2014 - Aviso 2

Olá leitor!

O prof. Dr. Carlos Henrique Marchi da Universidade Federal do Paraná (UFPR) postou sábado passado (28/09) a nota abaixo sobre a competição de foguetes por ele idealizada. O Blog “BRAZILIAN SPACE” fica na torcida para que representantes de nossa Região Nordestina e de todo o Brasil possam participar dessa grande iniciativa do Prof. Marchi.

Duda Falcão

Avisos [2] sobre o FESTIVAL DE
MINIFOGUETES DE CURITIBA 2014

Esta semana avisei dezenas de pessoas por e-mail sobre o lançamento do FESTIVAL DE MINIFOGUETES DE CURITIBA 2014.

Agradeço a quem puder ajudar nesse esforço.

Todos os arquivos relacionados a este evento estão em

A UFPR participará com equipes em todas as categorias.

O ITA Rocket Design já manifestou intenção de participar da categoria Apogeu 1000 m.

Se você pretende participar, avise-me para que eu possa divulgar aqui o nome da equipe e as categorias nas quais deseja competir.


Fonte: Universidade Federal do Paraná (UFPR)

Raios Que Mudam Vidas e Até a História

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria postada hoje (30/09) no site do jornal “O Estado de São Paulo” destacando que Recorde brasileiro de incidência de descargas elétricas é mote de documentário do INPE.

Duda Falcão

CIÊNCIA

Raios Que Mudam Vidas e Até a História

Recorde brasileiro de incidência de descargas
elétricas é mote de documentário do INPE

Giovana Girardi
O Estado de S.Paulo
30 de setembro de 2013 | 2h 02

Entre os moradores mais antigos da zona leste de São Paulo que têm jazigos no Cemitério da Quarta Parada, por muito tempo rezou a lenda de que em Dia de Finados era melhor não ir ao cemitério. Vai que um raio cai na sua cabeça? A probabilidade média de isso acontecer no Brasil é de 1 em 1 milhão, mas no Quarta Parada se dizia que em Finados alguém sempre acabava atingido.

Talvez um pouco exagerado, o temor - relatado no documentário Fragmentos da Paixão, que estreia no dia 11 - toma por base um fato real. No feriado dos mortos de 1959, no meio de um temporal, um grupo de 15 pessoas se abrigou debaixo de uma árvore e foi atingido por um raio. A descarga, que partiu a árvore ao meio, matou Eva Bierling, de 20 anos, na hora e feriu outras 11 pessoas.

Esta foi uma das dezenas de histórias reunidas pelo pesquisador Osmar Pinto Jr., coordenador do Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, e por sua filha, Iara Cardoso, para a composição do filme, escrito e dirigido por ela.

A pesquisa, que durou três anos, levou o geofísico a uma dramática conclusão: 85% das mortes por raio no País poderiam ser evitadas. "O problema é que as pessoas se colocam em risco por falta de informação. A probabilidade média de acidentes do País faz as pessoas subestimarem o risco de serem atingidas. Mas a chance passa a ser muito maior num lugar descampado. Sobe para 1 em cem", alerta o pesquisador.

"A situação às vezes fica a pior possível, como no caso do cemitério. Novembro já é um período de muita tempestade, a zona leste é a região com maior incidência de raio da capital, aí as pessoas, num lugar muito aberto, correm para debaixo d'árvore quando começa a chuva. E depois fica parecendo uma coisa do além", brinca Iara.

O Brasil é recordista mundial em queda de raios, com 50 milhões por ano e 130 mortes. Para Pinto Jr., esse número só vai diminuir com mais conscientização - e talvez com um pouquinho de medo. "Olha, o filme não é dramático, mas serve para alertar. Eu mesmo, que nunca tive medo de raio, fiquei com um pouquinho depois de conversar com tanta gente", conta, divertindo-se.

O filme mostra a jornada do pesquisador em busca de responder uma pergunta: os raios podem mudar a vida de uma pessoa? Para isso, ele viajou por São Paulo, Rio, Bahia e Rio Grande do Sul atrás de causos pessoais e fatos históricos do País ligados às descargas elétricas.

O local onde foi fundado São Paulo, por exemplo, tinha uma pedra, a Itaecerá, que, segundo a mitologia tupi, fora rachada por um raio. Em relação ao local, os índios tinham um misto de respeito e medo, o que os afastava de conflitos com jesuítas.

Entre as histórias pessoais, destaca-se a do homem que foi atingido quando andava de bicicleta sob uma tempestade e acabou se apaixonando pela mulher que o socorreu. Estar em um veículo aberto, explica Pinto Jr., é uma das posições mais arriscadas. "A melhor maneira de se proteger é ficar num carro fechado", aconselha.

E fugir das árvores. Lição que a duras penas aprendeu Mario Vechio, último sobrevivente do incidente de 1959. Então com 23 anos, diante da chuva, fez o que todo mundo estava fazendo, e foi para debaixo da árvore. "Um clarão, um estrondo, e de repente tava todo mundo no chão, alguns se debatendo. Tentei levantar, mas não tinha força e caía de novo. Mas dei sorte, nada aconteceu. Hoje não tenho medo não, mas não corro mais para debaixo de árvore."


Fonte: Site do jornal O Estado de São Paulo - 30/09/2013 

O Instituto de Direito Espacial de Beijing

Olá leitor!

Segue abaixo mais um artigo escrito pelo Sr. José Monserrat Filho e postado ontem (29/09) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) dando destaque ao Instituto de Direito Espacial do Instituto Tecnológico de Beijing (BIT).

Duda Falcão

O Instituto de Direito Espacial de Beijing

José Monserrat Filho *


Um dos destaques no recente 64º Congresso Internacional de Astronáutica – realizado na capital da China, de 23 a 27 de setembro de 2013  –  foi  a ativa participação do Instituto de Direito Espacial do Instituto Tecnológico de Beijing (BIT, na sigla em inglês). Trata-se de novo e moderno centro de ensino e pesquisa sobre direito aeronáutico e direito espacial, fundado pelo Instituto Tecnológico de Beijing, uma das instituições mais respeitadas no país e no exterior, cujas bases foram lançadas em 1940 – antes, portanto, do triunfo da revolução chinesa, em outubro de 1949.

Criado em novembro de 2006, o Instituto de Direito Espacial conta hoje com cinco pesquisadores do mais alto nível, entre eles dois professores titulares, dois professores associados e um conferencista (lecturer), todos com doutorado e pós doutorado. E mantém ampla rede de cooperação com centros internacionais de reconhecido prestígio acadêmico em ambos os ramos do direito.

Em apenas sete anos, concluiu dez projetos de escala nacional e local, patrocinados pelo Fundo Nacional de Ciências Sociais, pela Fundação de Humanidades e Ciências Sociais do Ministério da Educação da China e pela Comissão de Ciência e Tecnologia da Indústria Nacional de Defesa. Ademais, responde pela elaboração das leis da área civil da indústria aeronáutica do país.

Desde 2008, edita o Anuário Chinês de Direito Espacial, bem como a coluna sobre temas de Direito Aeronáutico e Direito Espacial da revista do Instituto Tecnológico de Beijing. Publicou mais de 40 artigos e resenhas em periódicos e revistas desses ramos do direito. Sua biblioteca já dispõe de mais de dois mil volumes sobre a matéria e cresce continuamente.

Sempre buscando combinar ensino e pesquisa, promove cursos para estudantes de graduação e pós-graduação sobre “Juri Simulado de Direito Espacial Internacional”, “Direito Espacial Internacional” e “Direito Aeronáutico e Espacial Internacional”. A partir de 2007, seus alunos de pós-graduação vêm participando com louvor nas rodadas da região Ásia-Pacífico da competição do Juri Simulado Manfred Lachs, promovido anualmente pelo Instituto Internacional de Direito Espacial desde o início dos anos 90.

O Diretor do Instituto, Prof. Li Shouping, concluiu seu pós-doutorado no Centro de Pesquisa de Questões Europeias da Universidade Fudan, China. A seguir, foi pesquisador visitante na Faculdade de Direito da Universidade de Aberdeen, Escócia, e no Centro Nacional de Sensoriamento Remoto e Direito Aeronáutico e Espacial da Universidade do Mississippi, EUA.

Seus três professores visitantes permanentes são Stephan Hobe, Professor de Direito Internacional Público, Direito Europeu e Direito Econômico Internacional e Europeu, e Diretor do Instituto de Direito Aeronáutico e Direito Espacial da Universidade de Colônia, Alemanha; Joanne Irene Gabrynowicz, Professora de Direito Espacial e Diretora do Centro Nacional de Sensoriamento Remoto e Direito Aeronáutico e Espacial da Universidade do Mississippi, EUA, além de editora do “Journal of Space Law” (Revista de Direito Espacial) do referido centro; e Kim Douhuan, Presidente Honorário da Associação Coreana de Direito Aeronáutico e do Espaço da Coreia do Sul, pesquisador visitante da Universidade do Japão e Professor Honorário da Universidade da Índia.

Outros professores visitantes já proferiram conferências no Instituto de Direito Espacial de Beijing, como a Profª Tanja Masson-Zwaan, Diretora do Centro de Direito Aeronáutico e Espacial da Universidade de Leiden, Países Baixos, e Presidente do Instituto Internacional de Direito Espacial; a Profª Satsuko Aoki, da Universidade de Keio, Japão; e o Professor Ram Jakhu, Diretor do Instituto de Direito Espacial e Aeronáutico da Universidade McGill de Montreal, Canadá, entre  outros.

Contraste chocante surgiu neste 64º Congresso Internacional de Astronáutica na China, ao  se tomar conhecimento da seguinte notícia: enquanto o Instituto de Direito Espacial do Instituto Tecnológico de Beijing cresce e se desenvolve de vento em popa, o tradicional e conceituado Centro Nacional de Sensoriamento Remoto e Direito Aeronáutico e Espacial da Universidade do Mississippi, EUA, está para fechar suas portas por absoluta falta de apoio do poder público.

* Vice-Presidente da Associação Brasileira de Direito Aeronáutico e Espacial (SBDA), Diretor Honorário do Instituto Internacional de Direito Espacial e, atualmente, Chefe da Assessoria de Cooperação Internacional da Agência Espacial Brasileira (AEB)


Fonte: Agência Espacial Brasileira (AEB) 

Tecnologia Vira Arma Contra os Ataques ao Meio Ambiente

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria publicada ontem (29/09) no site do jornal “O VALE”, destacando que tecnologia vira arma contra os ataques ao Meio Ambiente.

Duda Falcão

NOSSA REGIÃO

Tecnologia Vira Arma Contra os
Ataques ao Meio Ambiente

Desmatamento, queimadas e exploração ilegal de madeira estão entre
as ações identificadas por meio do uso de tecnologia, como imagem
de satélite; em S. José, até entulho da construção civil é monitorado

Xandu Alves
São José dos Campos
September 29, 2013 - 07:48

Foto: Flavio Pereira
GPS auxilia trabalho do engenheiro
agrônomo Nirceu Eduardo Vicente.

A cada dois dias, uma ‘caixa’ de aço e materiais eletrônicos de 200 quilos fotografa uma faixa de 2.200 quilômetros de extensão na Amazônia brasileira, a uma altura de 800 km da Terra.

Trata-se de um dos satélites que o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), de São José dos Campos, usa para obter imagens da floresta, que é monitorada diariamente.

Desmatamento, queimadas e exploração ilegal de madeireira estão entre as ações identificadas pelos pesquisadores do INPE com a ajuda da tecnologia.

Sem ela, segundo eles, o meio ambiente não sobreviveria à degradação humana.

E não só na Amazônia. O instituto monitora queimadas em todo o país, segundo Alberto Setzer, coordenador do Monitoramento de Queimadas do INPE.

“O avanço da informática e o uso popular das comunicações digitais criaram condições ideais para a disseminação em tempo quase real dos dados gerados”, diz Setzer, cuja equipe com 13 integrantes, além de grupos operacionais, abre os dados a 3.000 usuários cadastrados.

Longe

Andréa Bevilacqua, secretária de Meio Ambiente de São José, lembra que a tecnologia faz as vezes de olhos, pernas e braços que “as equipes de fiscalização não conseguem ter”.

Na cidade, o monitoramento dos entulhos de construção civil, de áreas de proteção ambiental e de vegetação é feito com apoio da tecnologia.

“Usamos GPS, imagens de satélite, softwares especiais e á internet para monitorar o meio ambiente”, explica Rubens Pastorelli, diretor de Gestão Ambiental.

Uma das ações mais bem sucedidas é a do controle dos resíduos da construção civil. Cerca de 60% do total estimado da cidade é fiscalizado por meio da internet, com cadastro de geradores, transportadores e receptores. São 800 toneladas por dia, mais do que o lixo.

“Sem a tecnologia, não conseguiríamos dar conta da
demanda por fiscalização e  proteção das áreas ambientais”
Andréa Bevilacqua
Sec. Meio Ambiente de São José dos Campos

Vant Fotografa Plantação Para Empresa

Jacareí - Os 40 mil hectares de plantio de eucalipto e os 36 mil hectares de área destinada à conservação ambiental da empresa Fibria na região ganharam um “agente fiscalizador” inteligente e ousado.

Ele é capaz de subir a 300 metros de altura e tirar 400 fotos das árvores da empresa, que estão espalhadas por todo o Vale do Paraíba.

As fotos coloridas e em infravermelho conseguem revelar aos técnicos a “saúde” das florestas, o que levaria dias se a mesma avaliação fosse feita por humanos.

O novo “agente” da Fibria é um Vant (Veículo Aéreo Não Tripulado) com menos de um quilo e capaz de voar sozinho a partir de programação e de um plano de voo.

Também chamada de “drone”, a pequena aeronave foi construída na Suíça e é operada pela empresa Canoinhas Geoassessoria, contratada pela Fibria para monitorar a base florestal da empresa.

O projeto piloto vem sendo desenvolvido na unidade de Jacareí, onde foram realizados 150 voos. A partir de outubro, a tecnologia será expandida para as outras unidades da empresa no Brasil, em Três Lagoas (MS), Aracruz (ES) e Eunápolis (BA).

A Fibria investigou projetos tecnológicos em vários países para escolher, entre outras ações que pertencem ao programa “Floresta do Futuro”, o uso do Vant. O investimento foi de R$ 1 milhão.

“O Vant tem um valor estratégico para a empresa”, diz Caio Zanardo, gerente-geral de Desenvolvimento Florestal da Fibria.

Além de monitorar as florestas, segundo ele, a aeronave será usada para desenvolver mapas, acompanhar a colheita da madeira e as áreas de conservação ambiental.
“Vão surgiu novos produtos a partir do uso dessa nova tecnologia na empresa.”

Entrevista

Dalton Valeriano - Pesquisador do INPE.

A tecnologia faz bem ao meio ambiente?

É fundamental para o meio ambiente. É parte indispensável nas pesquisas do INPE, por exemplo. E vai mais longe. Hoje é possível colocar sensores de química e biologia de água em oceanos e rios para monitorar a qualidade da água. A mesma coisa vale para o ar, conferindo teor de enxofre, particulados e CO². Esses dados são coletados e transmitidos para satélites, que os retransmitem para uma central que vai processar essas informações quase em tempo real. No futuro, seremos capazes de observar, por satélites, até a supressão de uma árvore dentro de uma floresta.

Qual a participação do INPE?

Usamos satélites de observação que permitem saber que tipo de cobertura há na área pesquisada, se florestal, campestre, agrícola ou água. Satélites que conseguem uma resolução de imagem de até poucos centímetros. E outros com faixa larga de observação, que usamos para acompanhar o desmatamento.

Como isso é feito?

Ele cobre a Amazônia a cada dois dias, fazendo uma faixa de 2.200 quilômetros. Usamos satélites que estão a 600 e 800 quilômetros de altitude e chegam a pesar de 200 quilos a cinco toneladas.

E o clima?

Outro nível de observação da Terra serve a fins meteorológicos. Os satélites ficam a 36 mil km da Terra e conseguem orbitar na mesma velocidade do planeta, observando sempre o mesmo ponto. São os satélites geoestacionários. Os outros são de órbita polar e giram de norte a sul, com a Terra girando de leste a oeste. Eles “fatiam” a Terra com imagens.

O que mudou na tecnologia?

Temos uma crescente capacidade de processar os dados e transformá-los em informação rapidamente. Isso faz uma grande diferença. Operamos a detecção de desmatamento em escala diária. Entregamos num dia os dados captados no dia anterior. É uma novidade tecnológica de softwares desenvolvidos no INPE. Com isso, mais a publicação dos dados na internet, desde 2003, e um plano interministerial, o desmatamento vem caindo há 10 anos.

Foto: Flávio Pereira
Equipe testa Vant em área da fazenda de Eucaliptos
da Fibria; equipamento  fotografa plantação.

Patrulha do Verde Caça Adepto

São José dos Campos - Todo mundo garante que sabe o quanto mal faz à natureza jogar papel no chão. Então, porque é que há tanto lixo nas ruas das cidades da região?

“É por causa da distância entre saber e fazer”, explica a bióloga Rosana Mayumi Melo, da Secretaria de Meio Ambiente de São José. “Não basta dizer que sabe. É preciso colocar a mão na massa”.

Iniciativas de prefeituras e da população no Vale do Paraíba procuram mudar esse quadro. Elas levam conhecimento a crianças e jovens e provocam mudanças de comportamento.

“Não jogo mais papel no chão. Isso polui os rios”, conta Álvaro Santos, 12 anos, aluno do 6° ano da escola municipal Álvaro Gonçalves, no Campo dos Alemães, zona sul de São José dos Campos.

Pela primeira vez, ele fez parte de um grupo de 13 estudantes que foi visitar uma das 33 nascentes degradadas da cidade. A pequena fonte de água é “mãe” do córrego Senhorinha e, com ele, deságua no rio Paraíba do Sul.

“A gente acaba bebendo essa água”, diz Naira Oliveira, 12 anos, estudante da cidade, que também visitou a nascente.

Lá, eles foram orientados por biólogos e educadores da Secretaria de Meio Ambiente, aprenderam técnicas de analisar a água da nascente e plantaram mudas de árvores nativas da região.

Para a orientadora pedagógica da escola, Helena Cogine, o contato direto dos jovens com o meio ambiente e as informações teóricas e práticas que receberam os ajudarão a mudar de atitude.

“Eles começam a tomar consciência de que há no bairro uma área que precisa ser preservada. Não é longe. Faz parte da realidade deles.”

Pássaros.

Com o intuito de chamar a atenção para a fauna regional, o casal de fotógrafos Árpád Cserép e Renate Esslinger, de Cunha, criou a campanha “Canto sem Fronteira”.

Trata-se de um vídeo de quase seis minutos que mostra pássaros silvestres da região e serve de alerta para a caçada criminosa dos animais. O vídeo poder ser visto no Youtube.

Patrulheiros.

Sete famílias do bairro Gomeral, na zona rural de Guaratinguetá, uniram-se com o propósito de preservar o meio ambiente.

Considerada uma das regiões mais bonitas do Vale do Paraíba, aos pés da Serra da Mantiqueira, o Gomeral é defendido pelos “patrulheiros ecológicos”, como as famílias se intitularam.

Elas procuram conversar com pessoas que compram sítios ou terras e convencê-las a preservar a natureza. “Como a fiscalização não pode estar a todo instante em todo lugar, a gente parte para o convencimento”, diz Antônio Santos, 52 anos.

Foto: Flavio Pereira
Estudantes fazem plantio de mudas de árvores às margens do Córrego
Senhorinha, no bairro Campo dos Alemães, zona sul de São José

Estado Usa Tecnologia Para Fiscalizar Áreas

A Secretaria de Estado do Meio Ambiente usa a tecnologia em seus principais programas ambientais, naqueles que exigem monitoramento de áreas, alerta para incêndios ou preservação das 76 unidades de conservação, que são 3,76% do território paulista.

De acordo com a pasta, o Centro de Monitoramento e a Coordenadoria de Fiscalização usam imagens de satélite fornecidas pelo INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e pela NASA, a agência espacial americana, para identificar alterações nas áreas de vegetação no Estado.

Imagens de 2010 são sobrepostas com fotos mais recentes, para que se perceba alterações na vegetação.

A Secretaria disse que, nesse trabalho, uma mesma área verde é monitorada pelo menos oito vezes ao ano. O tamanho mínimo do local monitorado é de 2.000 metros quadrados, cerca de um terço de um campo de futebol.

Entre agosto de 2012 e o mesmo mês deste ano, foram identificadas 150 alterações na vegetação natural no Estado, totalizando 711 hectares.

Os satélites são úteis à operação “Corta Fogo”, que combate queimadas. Bombeiros e Defesa Civil são alertados em tempo real após a identificação da área com fogo.

Ponto de Vista

Rosana Mayumi Melo - Biólooga

'As ações no meio ambiente melhoram com a tecnologia’

Rosana Mayumi Melo, bióloga da Secretaria de Meio Ambiente de São José dos Campos, defende o uso da tecnologia principalmente para mapear áreas degradadas, com rapidez e precisão. O avanço dos equipamentos, segundo ela, permite melhorar o controle ambiental nas cidades, em áreas rurais e urbanas, o que é difícil fazer apenas com material humano. Além disso, os aparelhos podem servir como meio de aproximar as crianças e jovens da questão ambiental, por meio de visitas monitoradas e utilização da tecnologia. “As ações

Álvaro Santos - Estudante

'Aprendi que não é certo jogar papel no chão’

Álvaro Santos, 12 anos, alunos do 6° ano da escola municipal Álvaro Gonçalves, no Campo dos Alemães, região sul de São José, aprendeu na escola que jogar papel no chão faz mal ao meio ambiente. “Vai parar nos rios”, disse Santos. Na última sexta-feira, ele e outros 12 alunos da escola foram visitar uma das nascentes do córrego Senhorinha, acompanhados de biólogos da Secretaria de Meio Ambiente. “Aprendi o quanto é importante preservar”, contou. ‘Aprendi que não é certo jogar papel no chão’


Fonte: Site do Jornal “O VALE” - 29/09/2013

Chuva de Meteoros Já Pode Ser Vista

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria publicada ontem (29/09) no site do jornal “O VALE”, destacando que a Chuva de Meteoros já pode ser vista.

Duda Falcão

NOSSA REGIÃO

Chuva de Meteoros Já Pode Ser Vista

Fenômeno vai até o dia 25 e já está sendo visto em noites mais escuras
e de céu limpo; cientistas afirmam que ocorrência não oferece riscos

São José dos Campos
September 29, 2013 - 07:00


Chuva de meteoros podem ser vistas na região até o próximo dia 25 de novembro. Conhecida como Oriônidas, a chuva é causada por fragmentos do Cometa Halley, quando o planeta Terra cruza sua órbita.

O fenômeno registra uma taxa de 20 a 25 meteoros por hora, o que pode ser visto em uma noite escura e de céu limpo, segundo especialistas.

De acordo com o Observatório Nacional, as chuvas de meteoros não representam risco para a Terra e ocorrem em praticamente todos os meses, algumas com mais intensidade e ampla visibilidade.

Instituto de pesquisa vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, o Observatório Nacional informou que o ápice da Oriônidas será nos dias 21 e 22 de outubro.

Porém, as condições de observação não serão favoráveis, pois a Lua estará na fase cheia passando à minguante, o que pode ofuscar a chuva de meteoros na região.

O nome Oriônidas faz menção à constelação de Orion, de onde vem a chuva de meteoros, próxima à estrela Betelgeuse. Trata-se da estrela vermelha mais brilhante da constelação.


Fonte: Site do Jornal “O VALE” - 29/09/2013

sábado, 28 de setembro de 2013

Pesquisadores do ON Visitarão Instalações de Observatório na Espanha

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota publicada ontem (27/09) no site do “Observatório Nacional (ON)” destacando que pesquisadores do ON visitarão as instalações do Observatório Astronômico de Javalambre, na Espanha.

Duda Falcão

Pesquisadores do ON Visitarão as
Instalações do Observatório
Astronômico de Javalambre, na Espanha

27/09/2011

Pesquisadores do Observatório Nacional participam, de 30 de setembro a 4 de outubro, do 7º encontro da colaboração Javalambre Physics of the Accelerating Universe Astrophysical Survey (J-PAS/PAU-BRASIL), que acontecerá em Teruel, na Espanha. Neste encontro está prevista uma visita ao Pico del Buitre, local onde o Observatório Astronômico de Javalambre (OAJ) está sendo construído. Estão programadas também apresentações que abordarão o status dos telescópios, das câmeras, a estratégia de observação e o gerenciamento dos dados, além de grupos de trabalho científico em varias áreas cobertas pelo J-PAS.

O Javalambre Physics of the Accelerating Universe AStrophysical Survey (J-PAS) é um projeto de colaboração internacional entre Brasil e Espanha, com a finalidade de obter um levantamento astronômico que permitirá aprofundar os estudos da expansão acelerada do universo e natureza da energia escura com precisão sem precedentes. Tal levantamento será feito por telescópios que permitem observar um grande campo no céu, obtendo dados de alta precisão, que formarão um mapa tridimensional do universo, registrando centenas de milhões de galáxias e outros corpos celestes, tais como, quasares, supernovas e estrelas. O Observatório Nacional é representado no J-PAS pelo projeto PAU-BRASIL.

O J-PAS envolve dois telescópios robóticos. O T80, já montado, está aguardando a câmera para começar a coleta de dados, que deve acontecer até março de 2014. Ele será usado para calibrar o telescópio principal e obter uma quantidade grande de dados em vários subprojetos em evolução de galáxias, populações estelares, cosmologia, astronomia galáctica, entre outros. O T250 já está pronto, nas fases finais de aprovação e instalação. Nele ficará a câmera principal do projeto, a JPCam, cuja construção é de responsabilidade da equipe brasileira.

Para saber mais detalhes do projeto, acesse o endereço: http://j-pas.org/pt-br.


Fonte: Site do Observatório Nacional (ON) - http://www.on.br/

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Especialistas do DCTA Reúnem-se em Alcântara Para Discutir e Definir as Próximas Ações

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (27/09) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) destacando que Integrantes do DCTA se reuniram em Alcântara para debates sobre a Área Espacial.

Duda Falcão

Integrantes do DCTA se Reúnem em
Alcântara Para Debates Sobre a Área Espacial

DCTA


Brasília 27 de Setembro de 2013 - O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) recebeu entre os dias 23 e 27/9 integrantes da área espacial ligados ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) em reuniões técnicas. Ao todo, 44 especialistas de níveis superior e técnico, civis e militares do setor participam da segunda reunião no ano do Grupo de Interfaces de Lançamento (GIL 2/ 2013).  No encontro, ocorreu a primeira Reunião de Acompanhamento de Interfaces (RAI) da Operação Raposa, que objetiva o lançamento do veículo de sondagem VS-30 em dezembro próximo a partir de Alcântara.

No encontro, também foi apresentado o cronograma de lançamentos realizados e previstos no Programa Espacial Brasileiro para este e o próximo ano tanto no Brasil quanto no exterior e repassadas informações sobre a Operação Raposa, que terá, pela primeira vez, no país, o lançamento de um veículo espacial com uma carga útil (módulo com experimentos), que é um motor a propelente líquido que será ingnitado em voo. A expectativa é que em 2014 sejam realizados durante a Operação Santa Bárbara I testes com um mock-up (protótipo) do VLS e suas redes elétricas na nova Torre Móvel de Integração (TMI), a plataforma de lançamento do veículo em Alcântara. No segundo semestre, a equipe trabalha para que seja realizado o lançamento do veículo denominado VLS-1 VSISNAV. Na ocasião, devem ser testada toda a parte baixa do veículo (1º e 2º fases), incluindo a ignição e separação dos estágios e seus sistemas de navegação e destruição remota em voo. Esta operação deve se chamar Santa Bárbara II. Na época, a missão completa do VLS ainda não será realizada, porque não levará satélite a bordo para ser colocado em órbita e apenas 1º e 2º estágios do veículo estarão carregados de combustível.

Os participantes também tiveram a oportunidade de conhecer e discutir os Projetos do Foguetes de Treinamento (FOGTREIN) – FTB e FTI, Projeto Cyclone-4, Programa Microgravidade, estudos para o lançamento do VS-40/SARA Suborbital, situação das obras do CLA e impacto em futuros lançamentos.


Fonte: Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário: Confesso leitor que quando li “Operação Santa Bárbara I” pensei que eles iriam dividir novamente essa operação simulada em duas, mas felizmente não é bem isso. Entretanto, o nome da operação do VLS-1 VSISNAV poderia ser nomeada de “Operação Esperança I”, pois para nós é a única coisa que ainda nos mantém nessa luta, é a esperança de ver o VLS-1 voar novamente e de forma bem sucedida. Assim sendo, “Esperança I” para o VLS-1 VSISNAV, “Esperança II” para o VLS-1 XVT-02 e finalmente a “Operação Conquista” para o VLS-1 V04 estariam em nossa opinião melhor nomeados, mas enfim... Já quanto a “Operação Raposa”, parece que a mesma já está definida que será realizada em dezembro do CLA. Porém estranhei o fato da nota falar tão pouco da “Operação do SARA/Suborbital 1”. Será que a mesma não será mais realizada este ano do CLBI? 

INPE de Cachoeira Paulista Comemora 43 Anos

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (27/09) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que o INPE de Cachoeira Paulista comemora 43 anos.

Duda Falcão

INPE de Cachoeira Paulista Comemora 43 Anos

Sexta-feira, 27 de Setembro de 2013

Para comemorar os 43 anos de atividades de sua unidade em Cachoeira Paulista, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) realizou diversas atividades entre os dias 25 e 27 de setembro.

A programação de aniversário contou com caminhada ecológica e missa, além do projeto “INPE Portas Abertas”, que tem como objetivo levar a conhecimento da comunidade os diversos projetos e produtos que são gerados pelo INPE de Cachoeira Paulista.

Cerimônia

Fechando a programação, na manhã desta sexta-feira (27/9) houve uma solenidade com homenagem e entrega de medalhas a servidores que completaram 10, 15, 20, 25, 30, 35 e 40 anos de atividades no Instituto.

A cerimônia, realizada no Auditório do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), foi presidida pelo diretor do INPE, Dr. Leonel Perondi, que ressaltou a importância do trabalho realizado em cada um dos centros e laboratórios que compõem o campus de Cachoeira Paulista, além de citar desafios próximos e os esforços que estão sendo feitos para resolvê-los.

Para finalizar seu discurso, Perondi deixou seu reconhecimento aos servidores homenageados: “A todos os homenageados, meus cumprimentos e grande respeito. Em todas as áreas de atuação, o trabalho destes servidores tem sido imprescindível para o sucesso do Instituto. Ao quadro técnico – cientistas e engenheiros de grande experiência e capacidade [...] – o meu grande respeito e agradecimento”.



Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Assessor da AEB Defende Proposta em Congresso Internacional

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (27/09) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) destacando que assessor da AEB defende proposta em congresso internacional.

Duda Falcão

Assessor da AEB Defende Proposta
em Congresso Internacional

CCS/AEB


Brasília 27 DE Setembro de 2013 – O chefe da Assessoria de Cooperação Internacional da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Monserrat, defendeu nesta sexta-feira (27) no 64º Congresso Internacional de Astronáutica (IAC, na sigla em inglês), em Beijing, na China, a necessidade de que haja uma estrutura filosófica no direito espacial.

A sessão, abordando vários aspectos recentes do ordenamento jurídico espacial e que reuniu especialistas da Europa, Estados Unidos e latino-americanos, foi uma das diversas atividades que ocorreram paralelas ao tema central do IAC, que terminou hoje (27) e teve a participação de mais de cem países.

Também participou do congresso o presidente da AEB, José Raimundo Braga Coelho, que ainda se reuniu com integrantes da Academia Chinesa de Tecnologia Espacial (CAST, na sigla em inglês), para tratar do lançamento do quarto satélite da série CBERS (Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres). Desenvolvido em parceria com a China, o CBERS-3 tem lançamento previsto para a última semana de novembro próximo.


Fonte: Agência Espacial Brasileira (AEB)

UFOCIRCUITO - Serra Negra-SP, 19 de outubro - Ufologia e Espiritualidade

Olá leitor!

Para aqueles leitores que se interessam por Ufologia segue abaixo o release sobre um evento que ocorrerá em outubro em Serra Negra-SP.

Duda Falcão

1º UFOCIRCUITO

No dia 19 DE OUTUBRO DE 2013, às 14 horas, acontecerá na cidade de SERRA NEGRA-SP o 1º UFOCIRCUITO - evento este relacionado com a ufologia e espiritualidade.

Conferencistas:

MÔNICA DE MEDEIROS (SP) Médica cirurgiã formada pela Universidade de Campinas (Unicamp) e com especialização na Universidade de Illinois, em Chicago. É pesquisadora de abduções, autora, sensitiva e presidente da Casa do Consolador, reconhecida entidade filantrópica universalista de São Paulo.

- INTERVENÇÃO EXTRATERRESTRE NA RAÇA HUMANA: ÍNDIGOS E CRISTAIS

MOISÉS ESAGÜI (SP) Psicanalista, sensitivo, pesquisador de estudos da consciência e autor. Aos sete anos de idade, teve sua primeira projeção astral lúcida. Com um trabalho contínuo, teve muitas experiências de precognições e retrocognições. Desenvolveu sua clarividência, podendo ver e conversar com espíritos.

- CONTATO COM CONSCIÊNCIAS EXTRATERRESTRES POR PROJEÇÃO ASTRAL

MARGARETE ÁQUILA (SP) Psicanalista, musicista, compositora e cantora. Desenvolve seu trabalho musical para relaxamento e cura energética. É também pesquisadora e expositora de estudos metafísicos e autoconhecimento.

- A PSIQUÊ DE ABDUZIDOS, CONTATADOS E EXTRATERRESTRES: NO QUE DIFEREM, NO QUE SÃO IGUAIS.

Local: Centro de Convenções | Auditório
Rua Nossa Senhora do Rosário, s/n - Serra Negra - SP (saída para Lindóia)

Entrada: R$ 30,00 + 1Kg de alimento não-perecível | Incluso Coffee Break
Convites somente antecipados | Não haverá vendas no dia | Garanta já sua entrada!
Os alimentos arrecadados serão doados para entidade da cidade
O objetivo do evento é a informação e não visa a lucro

Vagas Limitadas!

PONTOS DE VENDA (a partir do dia 18/09)

Arianne Gift Shop - Rua 7 de Setembro, 200 Loja 1 - Centro - Serra Negra-SP - (19) 3842-1412

Cicamp - Rua Cel. Pedro Penteado, 523 - Centro - Serra Negra-SP - (19) 3892-7424

Armazém Natural - Avenida das Nações Unidas, 870 - Centro - Águas de Lindóia-SP - (19) 3824-6673

Infotech Informática - Rua Dr. Carlos Norberto, 244 - Centro - Socorro-SP - (19) 3895-5546

Casa do Naturalista - Largo do Rosário, 131 - Centro - Amparo-SP - (19) 3807-8422

Cetrho Holística - Rua XV de Novembro, 135 - Centro - Pedreira-SP - (19) 3893-5523

Mater Orgânica - Rua Antônio Lapa, 645 - Cambuí - Campinas-SP - (19) 3342-1331

Loja Guena - Rua Manoel Antunes Novo, 778 (em frente à Praça do Coco) - Barão Geraldo -Campinas-SP - (19) 3289-1006

Pessoas de outras localidades deverão fazer contato pelo e-mail:ufocircuito@gmail.com

Mais informações através dos seguintes telefones:
(19) 3808-6184 (fixo) ↔ (19) 98159-3010 (Tim) ↔ (19) 99827-5797 (Vivo)

Venha Participar!

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