domingo, 30 de junho de 2013

Ad Astra Rocket Company Completes PDR for New Engine

Hello reader!

It follows a note published on the day (06/29) in the website “Parabolic Arc” highlighting that the Ad Astra Rocket Company completed the PDR of the new rocket engine.

Duda Falcão

News

Ad Astra Rocket Company
Completes PDR for New Engine

By Douglas Messier
June 29, 2013, at 7:31 pm

HOUSTON, TX (Ad Astra PR) – After more than a year of planning and preparation, a team of Ad Astra engineers and physicists, along with NASA engineers participating as part of a technical interchange, completed the company’s first formal preliminary design review (PDR) of the VF-200 engine. The 200 kW “proto-flight” is the company’s first engine planned to be tested in space. The review was conducted on Wednesday, June 26, 2013 at Ad Astra’s research facility near Houston, TX.

The PDR incorporates the collective engineering knowledge gained over several years from the VX-200 experimental program as well as multiple conceptual design studies carried out by the Ad Astra team. All major VF-200 subsystems were reviewed, with special focus being placed on the thermal steady-state rocket core design. The thermal steady state — the capability of the rocket to maintain a stable temperature for extended periods of time — is to be initially tested in early 2014 with long-duration plasma firings, using Ad Astra’s existing facilities and the VX-200SS (steady state) device. The VX-200SS is a modified version of the VX-200, and it is currently under construction at Ad Astra’s Texas facility.

The PDR is the first of a sequence of established design milestones and design reviews of the “proto-flight” hardware at increasing levels of detail. Successful completion of the design and test plans developed in this process will lead to the next, critical design process beginning in mid-2014. During Wednesday’s review, all of the key subsystems of the VF-200 engine and their respective interfaces were presented, defined and integrated in a revision-tracking documentation tree, which will become the formal repository of all the design data for the system. The documentation tree has been developed to capture the design specifications, program management, safety, and reliability aspects of the system. Ad Astra has been working closely with the NASA team on safety and reliability with respect to general spaceflight design as well as testing on the International Space Station (ISS).

“The team has worked relentlessly for many months to achieve this important milestone. We are proud of their performance and commitment to excellence” said Dr. Mark D. Carter, Ad Astra’s Senior Vice President for Technology Development and Chairman of the review team.

“It is an important step forward in our journey to a space demonstration” said Dr. Franklin Chang Díaz, Ad Astra’s President and Chief Executive Officer. “I congratulate the team on this achievement,” he added.

About Ad Astra

Ad Astra Rocket Compa ny , a US, Delaware Corporation, established in 2005 and domiciled in Texas, is the developer of the VASIMR ® engine, an advanced plasma space propulsion system aimed at the emerging in – space transportation market. Ad Astra also owns and operates Ad Astra Servicios Energ éticos y Ambientales (AASEA) and Ad Ast ra Rocket Company, Costa Rica, respectively supporting research and development subsidiaries in the US and Guanacaste, Costa Rica. Through its subsidiaries, the company also develops earthbound high technology applications in renewable energy, advanced manufacturing and applied physics. Ad Astra has its main laboratory and corporate headquarters at 141 W. Bay Area Boulevard in Webster, Texas, USA, about two miles from the NASA Johnson Space Center.


Source: Website Parabolic Arc - http://www.parabolicarc.com/

Comentário: Pois é leitor, essa é a maior aposta da NASA na área de Propulsão Iônica para missões robóticas e tripuladas além da órbita da lua. A tecnologia de propulsão é de fundamental importância para qualquer país do mundo que visa atividades no espaço, sendo a Propulsão Iônica uma das mais promissoras para a humanidade. No Brasil, estamos desenvolvendo (mesmo com grandes dificuldades) tecnologias de propulsão em diversas frentes, seja na área de Propulsão Iônica no Laboratório Associado de Combustão e Propulsão (LCP/INPE) e na UnB, ou nas áreas de Propulsão Química (Sólida e Líquida) no Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), na área de Propulsão Nuclear, a Laser e Hipersônica a Ar Aspirado no Instituto de Estudos Avançados (IEAv) e a Propulsão Hibrida na UnB.  Entretanto, apesar da importância de todas elas, pois todas serão uteis em dado momento, não resta dúvida que no caso das viagens no espaço interplanetário (além da órbita da Lua) as duas mais indicadas são a Propulsão Iônica e Nuclear, isto é, se não levarmos em conta a futurista Propulsão de Antimatéria, esta em nossa opinião ainda no campo da ficção científica.

Comput. de ACDH para a PMM: de Volta à Concepção Original

Olá leitor!

Lembra que postei aqui no blog no dia 28/06 (veja aqui) uma carta do “Grupo de Supervisão de Bordo do INPE” para o SindCT, informando que eles haviam se equivocado em uma informação passada por um artigo anterior publicado na 22ª Edição do jornal desse sindicato? Pois então, segue abaixo a matéria central da 23ª Edição (de junho de 2013), gerada pelo jornal devido a este mal entendido abordando a volta à concepção original do Computador de ACDH para a Plataforma Multimissão (PMM) do satélite Amazônia-1.

Duda Falcão

Ciência, Tecnologia e Inovação

Computador de ACDH para a PMM:
De Volta à Concepção Original

Superando adversidades: grupo de Supervisão de Bordo
do DEA fala sobre seu histórico de realizações

Por Grupo de Supervisão de Bordo – DEA/ETE/INPE
Jornal do SindCT
Junho de 2013


Em um satélite, o Subsistema de Controle de Atitude e Supervisão de Bordo (Attitude Control and Data Handling, ACDH) é o responsável pelo gerenciamento do sistema, controle da atitude e da órbita.

O computador de bordo é o elemento central do subsistema ACDH.

Por ele implementar toda a lógica de controle, é comum confundi-lo com o subsistema em si, o que não é verdade; além do computador o subsistema possui sensores (Receptor GPS, Sensor de Estrelas, Sensores Solares, Magnetômetros, Giroscópios) e atuadores (Rodas de Reação, Barras de Torque Magnético e um conjunto de Propulsores).

Em um satélite, o Subsistema de Controle de Atitude e Supervisão de Bordo (Attitude Control and Data Handling, ACDH) é o responsável pelo gerenciamento do sistema, controle da atitude e da órbita.

O computador de bordo é o elemento central do subsistema ACDH. Por ele implementar toda a lógica de controle, é comum confundi-lo com o subsistema em si, o que não é verdade; além do computador o subsistema possui sensores (Receptor GPS, Sensor de Estrelas, Sensores Solares, Magnetômetros, Giroscópios) e atuadores (Rodas de Reação, Barras de Torque Magnético e um conjunto de Propulsores).

O COMAV e o Computador Único de ACDH para a PMM

Em 2000, foi iniciado pelo Grupo de Supervisão de Bordo  (SUBORD) da Divisão de Eletrônica Aeroespacial (DEA) do INPE o projeto de um novo computador de supervisão de bordo (On-Board Data Handling, OBDH) para missões futuras do INPE. O desenvolvimento desse computador foi iniciado como um projeto de P&D interno à DEA, chamado Computador Avançado (COMAV). 

O projeto COMAV contempla o desenvolvimento de hardware, software de supervisão de bordo, bem como hardware e software do equipamento de testes para o computador.

O COMAV possui uma arquitetura funcional modular com redundância interna. Isso significa que, caso um módulo do computador falhe, é acionada a redundância apenas daquele módulo – e não do computador inteiro, como em outras missões do INPE. Os demais módulos continuam operando em suas unidades nominais.

Com relação ao software de bordo, padrões internacionais CCSDS e ECSS orientaram o seu projeto, o que propicia maior reúso entre missões, maior facilidade de operação do satélite e mais flexibilidade para lidar com eventuais falhas durante a missão.

Com a participação do SUBORD no programa da Plataforma Multimissão (PMM) a partir de 2001, o conceito desse novo computador evoluiu para o de um computador único para o subsistema ACDH, solução que já se observava como uma tendência mundial. Foi esse conceito que serviu como base para a especificação original do computador de ACDH da PMM.

No que diz respeito ao controle de atitude e órbita, o COMAV fornece interface com todos os sensores e atuadores, capacidade computacional e, em termos de software, disponibiliza os dados adquiridos e provê meios para atuação pelos aplicativos de controle.

Durante todo o seu ciclo de desenvolvimento, o COMAV vem concorrendo por recursos humanos com os programas prioritários do INPE. A fabricação de um protótipo ganhou força em 2005, com a entrada de dois novos servidores. Adicionalmente, em 2006 o grupo passou a fazer parte do projeto Sistemas Inerciais para Aplicação Aeroespacial (SIA), que tinha entre seus objetivos o desenvolvimento de um computador de ACDH. Nesse momento o COMAV foi incorporado ao SIA, recebendo aporte financeiro e de recursos humanos externos ao INPE.

O Subsistema ACDH para o Amazonia-1

Ao final de 2008 o INPE firmou contrato com a empresa argentina INVAP, para o fornecimento do subsistema ACDH completo para a primeira missão da PMM, o satélite de sensoriamento remoto Amazonia-1. Diferentemente da concepção original, esse subsistema possui dois computadores, um de OBDH e um de controle de atitude e órbita (Attitude and Orbit Control, AOC).

Como o contrato com a INVAP previa a realização de on-job training por parte de servidores do Inpe, membros do SUBORD participaram, a partir de 2009, do acompanhamento e desenvolvimento do computador de OBDH dessa missão, atividade que ocorreu em paralelo à fabricação do protótipo do COMAV internamente ao Instituto.

Atividades Recentes e Status Atual do Projeto

Um protótipo completo e funcional do COMAV foi concluído em 2011. Desde então esse protótipo vem sendo usado para o exercício e refinamento do software de supervisão de bordo, o de comunicação com outros equipamentos, e o software de testes.

Ao final desse mesmo ano, o projeto SIA firmou um contrato com a indústria nacional para a fabricação de um Modelo de Engenharia (ME) desse computador.

Ainda em 2011, foi iniciado um projeto financiado pelo CNPq com o principal objetivo de identificar adequações necessárias ao COMAV para atender a outra missão da PMM, o satélite científico Lattes, tendo como base os requisitos da plataforma do Amazonia-1.

Com a entrega do ME, prevista para o final de 2013, e a adaptação do software (embarcado e de testes) já desenvolvido, será encerrado o atual ciclo de desenvolvimento. 

Validação do COMAV em Ambientes de Teste de ACDH

Pretende-se integrar o ME do COMAV, em um primeiro momento, a um conjunto de sensores e atuadores de controle adquiridos pelo projeto SIA.

Em um segundo momento, há a intenção de integrá-lo ao ambiente de testes de ACDH do próprio satélite Amazonia-1, demonstrando assim a capacidade de processamento e interfaces de comunicação equivalentes aos computadores de OBDH e AOC dessa missão. 

A adoção do COMAV para o subsistema ACDH do próximo satélite baseado na PMM, algo ainda não definido, significaria um retorno à concepção original da Plataforma. Isso implica em menor massa, menor volume, menor consumo elétrico, menos cablagem e gerenciamento sistêmico mais simples, quando comparado ao ACDH do Amazonia-1.

Sobre o Grupo de Supervisão de Bordo

O SUBORD foi criado em 1982 tendo como objetivo inicial o projeto, fabricação e teste dos computadores do programa MECB, tecnologia até então não dominada pelo país.

Além dos computadores da série SCD, foram desenvolvidos os computadores das séries CBERS e SACI.

O grupo também participou de projetos como o FBM, ISS e participa atualmente, além do CBERS, do programa Amazonia-1.

O grupo chegou a contar com 13 servidores na década de 1980. Atualmente é composto por apenas seis servidores, a maioria deles já próximos da aposentadoria. Conta ainda com o suporte de sete bolsistas para a consecução de suas atividades.



Fonte: Jornal do SindCT - Edição 23ª - Junho de 2013

sábado, 29 de junho de 2013

Foguete "BOITATÁ I" Foi Lançado Com Sucesso

Olá leitor!

Segundo foi divulgado, o “Foguete BOITATÁ I” da equipe “UFABC Rocket Design” da Universidade Federal do ABC (UFABC), foi lançado com sucesso no dia de hoje (29/06), e em breve a equipe divulgará maiores informações.

Entretanto, a galerinha da UFABC não dorme de touca, pois já estão trabalhando desde abril passado em um novo foguete chamado “Tupã”, este com o apoio da empresa Alltec Materiais Compostos de São José dos Campos (SP), que forneceu para a equipe a fibra de carbono e resinas, que são materiais fundamentais para construção da fuselagem do foguete. O Blog BRAZILIAN SPACE parabeniza a equipe por essa conquista, desejando-lhe sucesso com esse novo projeto.

Duda Falcão


Fonte: UFABC Rocket Design

Começa a Competição do Concurso de Foguetes da AEB

Olá leitor!

No inicio desse ano a Agência Espacial Brasileira (AEB) lançou dois concursos que consideramos importantes para uma melhor formação dos jovens brasileiros que se interessam pela área espacial e astronômica, desde o ensino fundamental até o superior no caso do “Concurso CanSaT Brasil”, e para estudantes do ensino médio e superior no caso do “Concurso de Foguetemodelismo Brasil”.

É verdade que há muito ainda a ser feito e melhorado, já que esses eventos são bastante modestos se levarmos em conta o que pode ser oferecido e cobrado de nossos estudantes, mas a iniciativa da AEB chega à boa hora, sendo evidente a necessidade de se começar modestamente, para que assim se possa com tempo amadurecer os concursos dentro da logística e da segurança que se exige para eventos como esses.

Em relação ao “Concurso de Foguetemodelismo Brasil” (em outra oportunidade abordaremos o “Concurso CanSat Brasil”) só poderão participar instituições de ensino que tenham sido convidadas pela Comissão Organizadora, sendo que o concurso foi dividido em duas modalidades, ou seja, a de Ensino Médio e a de Ensino Superior.

Na Modalidade de Ensino Médio participarão as cinco escolas vencedoras da “Mostra Brasileira de Foguetes 2012 (MOBFOG)”.

Já na Modalidade de Ensino Superior participarão as seguintes universidades: UnB, UFPR, ITA, UFMG, UFABC, USP, UNESP, UFSC, UFSJ, UNICAMP, UFSM, UFF, UFRJ, UNIVAP, Instituto Mauá de Tecnologia e Centro Universitário da FEI. (Cadê a Bahia Jorjão?)

Segundo o regulamento (guia) do concurso as modalidades serão divididas nas seguintes categorias:

1 - MODALIDADE ENSINO MÉDIO

a) Apogeu Fixo - As equipes deverão projetar um foguete que atinja a altitude de exatamente 100 m, utilizando um motor A, fornecido pela Organização da Competição.

2 - MODALIDADE ENSINO SUPERIOR

a) Apogeu fixo - As equipes deverão projetar um foguete que atinja a altitude de exatamente 150 m, utilizando um motor C6-5, fornecido pela Organização da Competição.

b) Apogeu Máximo - As equipes deverão projetar um foguete que atinja a maior altitude possível com um motor C6-5, fornecido pela Organização da Competição.

c) Projeto livre - As equipes deverão projetar um foguete e um motor, com o objetivo de alcançar um apogeu de 10000 pés (3.048 m).

Ainda segundo o regulamento, cada equipe participante contará com um mínimo de quatro, e um máximo de seis integrantes, sendo que todas elas são obrigadas a criarem um blog na plataforma gratuita Blogger para documentar e divulgar relatórios, fotos, e vídeos das  suas atividades.

Caso o leitor tenha interesse de conhecer mais informações sobre esse primeiro “Concurso de Foguetemodelismo Brasil”, veja o regulamento (guia) do evento clicando aqui.

Abaixo segue as páginas criadas no blogger de algumas das equipes participantes no evento (as que eu consegui localizar). Vale a pena conferir.

Duda Falcão



Fonte: Site Agência Espacial Brasileira e outras

Projeto Sirius Busca Parceiros na Indústria Brasileira

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (28/06) no site do “Jornal da Ciência” do SBPC destacando que o Projeto Sirius está em busca de parceiros na Indústria brasileira.

Duda Falcão

Notícias

Sirius Busca Parceiros na Indústria Brasileira

Empresas brasileiras de base tecnológica têm a oportunidade
de fazer parcerias para o desenvolvimento e fabricação
de componentes para a nova fonte síncrotron do País

Assessoria de Comunicação do CNPEM
28/06/2013

Um dos maiores projetos de ciência do Brasil está em busca de empresas para firmar parcerias em inovação. O novo acelerador de elétrons brasileiro, Sirius, será um dos mais avançados do mundo, competindo com outras máquinas de ponta na Europa, América do Norte e Ásia. O projeto, de 650 milhões de reais, permitirá o uso de radiação síncrotron para o estudo avançado de materiais. O Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), responsável pelo projeto, abre oportunidade para empresas brasileiras desenvolverem e fabricarem os componentes, equipamentos e sistemas que serão utilizados em Sirius.

Cerca de 30 desafios tecnológicos voltados, principalmente, para as áreas de Mecânica e Eletrônica serão disponibilizados para empresas de base tecnológica com o intuito de fomentar a participação delas neste projeto. Enquanto na atual fonte síncrotron do LNLS a maior parte dos dispositivos e elementos da máquina foi fabricada pelos próprios grupos técnicos do laboratório, hoje, o diferencial será atrair parceiros comerciais para o desenvolvimento conjunto de novas tecnologias.

Cada um dos desafios será apresentado durante o Workshop: Parcerias Sirius, no próximo dia 28 de junho, em Campinas-SP. O evento contará com a participação de cerca de 40 empresas convidadas pelo LNLS, com o objetivo de estabelecer um primeiro contato. Também será assinado nesta ocasião um protocolo de cooperação entre o Laboratório e a empresa WEG, como a primeira parceria consolidada para a construção do Sirius.

Participam desse Workshop o Secretário Executivo do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luiz Antonio Rodrigues Elias; o diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), Carlos Henrique de Brito Cruz; o Presidente do Conselho de Administração do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), Pedro Wongtschowski, e o Diretor-Geral do CNPEM, Carlos Alberto Aragão e o Diretor do LNLS, Antonio José Roque da Silva.

No momento, o projeto está em fase de terraplanagem, iniciada no dia 28 de maio, numa área total de 150 mil m². Durante os próximos três meses, será realizada a movimentação de 180 mil m³ de solo. A construção do Sirius deve iniciar logo após essa etapa, em outubro deste ano, com previsão de conclusão em 2016. O Projeto será financiado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em conjunto com agências de fomento e outras instituições.

Workshop: Parcerias Sirius

Data: 28 de junho de 2013, a partir das 8h30
Local: Auditório do Anel Síncrotron (LNLS), campus do CNPEM Rua Giuseppe Máximo Scolfaro, 10.000, Guará, Campinas – SP

Mais informações sobre os desafios apresentados neste workshop: lnls.cnpem.br/parceirossirius.

Sobre o Projeto Sirius

Sirius é um acelerador de elétrons que será utilizado para analisar características microscópicas dos materiais. O equipamento será instalado num edifício de mais de 40 mil m2 e abrigará um anel de armazenamento de elétrons de 3 gigaelétron-volts (GeV) e de baixa emitância. Este emite luz do infravermelho aos raios X, o que permite um estudo detalhado da composição molecular de compostos diversos, de proteínas usadas em remédios à estrutura de plásticos e metais.

O novo acelerador viabilizará a utilização da radiação síncrotron em um grande número de aplicações que, em função de limitações técnicas, não são possíveis na fonte atual disponível no LNLS desde 1997. A fonte do laboratório nacional foi a primeira a ser construída no Hemisfério Sul e até hoje é a única da América Latina. A construção do novo projeto tem início previsto para este ano e término em 2016.

Sirius terá suas instalações abertas a usuários acadêmicos e empresariais, no mesmo modelo em que opera o atual Síncrotron que, em 2012, foi utilizada por 1.400 pesquisadores, entre brasileiros e estrangeiros. Sirius também ampliará parcerias que o LNLS mantém com empresas como a Petrobras, Braskem e Oxiteno, entre outras, para a implementação de projetos de novas tecnologias que têm contribuído para a consolidação da indústria nacional.


Fonte: Site do Jornal da Ciência da SBPC - 28/06/2013 

Nave Espacial Europeia Passa Pelo Primeiro Teste

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada dia (27/06) no site do “Inovação Tecnológica” destacando que a nave espacial europeia IXV (Intermediate eXperimental Vehicle, ou Veículo Experimental Intermediário) passou pelo seu primeiro teste.

Duda Falcão

Espaço

Nave Espacial Europeia Passa
Pelo Primeiro Teste

Redação do Site Inovação Tecnológica
27/06/2013

[Imagem: ESA-J. Huart]
A nave espacial europeia IXV fará uma reentrada totalmente
autônoma, com seu voo sendo o tempo todo controlado
por motores e flaps aerodinâmicos.

Descida Controlada

Depois de alguns adiamentos, a futura nave espacial europeia passou pelo primeiro de seus testes - uma descida controlada no mar.

A nave IXV (Intermediate eXperimental Vehicle, ou Veículo Experimental Intermediário) terá como principal característica um sistema ativo de controle na reentrada na atmosfera.

Além de testar a própria nave, a Agência Espacial Europeia (ESA) precisava avaliar o sistema de recuperação da nave no oceano, que não poderá ter falhas quando houver astronautas a bordo.

E os testes mostraram seu valor: os balões de flutuação, que mantêm a nave na superfície da água, não inflaram como esperado, embora sem deixar a IXV afundar.

O protótipo foi liberado por um helicóptero de uma altitude de 3.000 metros, caindo até atingir a velocidade que terá quando estiver retornando do espaço.

Um sistema de atuadores não-explosivos abriu então os pára-quedas, reduzindo a velocidade a 7 m/s, segura para a queda na água.

[Imagem: ESA/CIRA]
Apesar de uma pequena falha nos
flutuadores, o teste foi bem-sucedido.
Sistema de Pouso na Água

Segundo a ESA, o teste serviu para avaliar todo o sistema de descida e pouso na água, incluindo a ejeção das duas proteções térmicas que cobrem os pára-quedas, o disparo de 16 atuadores não-explosivos para liberar os quatro painéis cobrindo os balões de flutuação, a detecção do impacto na água, a ejeção das balizas de sinalização e a emissão de um sinal para que o satélite Cospas-Sarsat possa apontar a localização precisa da nave no mar.

Ainda não há data marcada para o primeiro voo ao espaço da nave, que deverá fazer uma órbita completa em torno da Terra, caindo no mar para um teste final.

A IXV pesa 1.800 kg, e terá versões para carga e para tripulantes.

Intermediate eXperimental Vehicle


Fonte: Site Inovação Tecnológica

Comentário:  Pois é leitor, agora são os europeus que estão próximos de terem a sua nave espacial tripulada, apesar de ser ainda uma nave muito limitada (aparentemente), já que pelo desenho não deve ir além da órbita da Estação Espacial internacional (ISS).  Enquanto isso naves americanas, russas e chinesas que estão em desenvolvimento estão sendo preparadas para alcançarem pelo menos até a órbita lunar. De qualquer forma, já será um grande salto para a Europa e para ESA. Aproveito para agradecer ao leitor Israel pestana pelo envio do vídeo.

INPE Recebe Colaboração de Especialista Russo

Olá leitor!

Segue abaixo uma interessante entrevista publicada no “Jornal do SindCT” de junho de 2013, jornal esse editado pelo “Sindicato dos Servidores Públicos Federais na Área de C&T (SindCT), com o especialista russo da área térmica, Vladimir Barantsevich, que está colaborando como consultor técnico (pesquisador-visitante) com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) na área de projeto e fabricação de tubos de calor.

Duda Falcão

SindCT Entrevista

INPE Recebe Colaboração de Especialista Russo

Vladimir Barantsevich: uma vida dedicada à ciência e ao esporte

Por Gino Genaro
Jornal do SindCT
Junho de 2013

Vladimir Barantsevich nasceu em 27de julho de 1937, em Penza, às margens do rio Sura, na Rússia. É especialista da área térmica, tendo atuado por mais de 40 anos na área de projeto e fabricação de tubos de calor.

Barantsevich desenvolveu mais de 20 tipos de perfis de tubos de calor ranhurados em alumínio para aplicação espacial, tendo colaborado na elaboração da norma ESA PSS-49. 
Hoje, aos 76 anos, atua como consultor técnico e, como hobby, pratica corrida de orientação, esporte ainda pouco difundido no Brasil, mas que conta com milhares de adeptos mundo afora, especialmente nos países escandinavos.

De passagem pelo Brasil, como pesquisador-visitante do Inpe, Barantsevich concedeu esta entrevista ao Jornal do SindCT.

Jornal do SindCT (JS): Qual a sua formação técnica? Onde estudou?

Vladimir Barantsevich (VB): Me formei em 1961, pelo Instituto de Engenharia de Transporte de Moscou (MIIT), da Faculdade de Sistemas de Energia; em 1969 recebi o título de Doutor. A partir de 1967, passei a trabalhar na Research and Production Corporation Space Monitoring Systems, Information & Control and Electromechanical Complexes - VNIIEM Corporation. Ainda neste ano, ao ler um artigo na revista russa Técnica para Jovens sobre tubos de calor, me apaixonei pelo assunto e, a partir de 1970, passei a me dedicar exclusivamente ao estudo destes dispositivos.

JS: Quando e onde começou a atuar na área espacial?

VB: Foi nos anos 1970, como chefe do Laboratório de Sistemas de Controle Térmico e Tubos de Calor da VNIIEM Corp. Tomei parte em vários programas de satélites como o Meteor, Meteor-Priroda 3-1 e 3-2, Meteor-3 e 3M, Electro-1, Ro-1, Intercosmos-Bolgaria 1300, Meteor-TOMS, dentre outros.

JS: No período 1957-1991 aconteceu a “corrida espacial” entre a extinta URSS e os EUA. O Sr. participou de alguma forma dela?

VB: Na verdade, não. A área de tubos de calor sempre foi muito concorrida e popular no meio científico da época, e acabávamos atuando mais pela paixão à ciência do que por motivos de ordem política.

JS: Em que medida o avanço tecnológico obtido pela URSS na área espacial se reverteu para outros ramos da economia (indústria automobilística, eletrodomésticos, etc.)?

VB: A área espacial, de fato, sempre contribuiu para o avanço técnico de outras áreas e para o progresso técnico do país como um todo.

JS: Como se organiza o parque industrial ligado à área espacial na Rússia? Há empresas estatais e privadas?

VB: O parque industrial sempre foi majoritariamente estatal. Atualmente existem algumas empresas privadas, mas que atuam de acordo com as políticas e diretrizes da Roscosmos, a agência espacial russa.

JS: Qual a participação do Estado hoje na área espacial?

VB: Continua cabendo ao Estado todo o financiamento, planejamento, e análise de novas missões. Por exemplo, atualmente a Rússia está construindo um novo cosmódromo (local de lançamento de foguetes), no extremo oriente do país, no vale do rio Amur, próximo a Vladivostok. Esta necessidade surgiu após a Rússia perder sua autonomia administrativa sobre o Cazaquistão, que passou a cobrar aluguel pela utilização da base de Baikonur.

JS: Além de pesquisador, o Sr. pratica uma modalidade específica de atletismo, certo? Conte-nos um pouco sobre este esporte. Ele é comum na Rússia? O Sr. participa de campeonatos?

VB: Sempre pratiquei atletismo, mas, há cerca de 25 anos, comecei a me  interessar pela corrida de orientação. [Espécie de rally a pé, que consiste basicamente em um competidor, equipado apenas com uma bússola e um mapa topográfico, onde estão marcados os locais por onde ele deve passar. Nesses lugares, existem prismas juntamente com picotadores, com o qual o atleta deve picotar um cartão de controle, assinalando sua passagem. Ganha quem fizer o percurso no menor tempo]. Desde então, sempre participei de vários campeonatos. Em 2012, por exemplo, participei de 68 provas, tendo chegado ao pódio em 15 delas, sendo 10 em primeiro lugar na minha categoria. Também tomei parte em nove campeonatos mundiais. Este tipo de esporte está ficando cada dia mais popular; há muitas crianças praticando o esporte, inclusive nas escolas da Rússia.

JS: Qual seu próximo desafio?

VB: Atualmente meu objetivo é apenas continuar com saúde, e só.

JS: O Sr. é testemunha ocular das profundas transformações econômicas e sociais por que vem passando a Rússia nos últimos anos. O que o Sr. destacaria como ponto mais positivo e mais negativo causado pelo fim da URSS em 1991?

VB: Os anos 1990 foram muito difíceis para o país, com forte impacto para toda a população; foi bastante dolorido. Atualmente há mais liberdades políticas, mais democracia e o país vem se recuperando rapidamente.

Saiba mais:

Tubos de calor são dispositivos que funcionam de forma passiva (sem necessitar de controle e sem consumir energia), e servem para conduzir calor de uma região mais quente para outra mais fria, de forma altamente eficiente. 

É largamente utilizado para se fazer o controle de temperatura de satélites no espaço. Também são utilizados na indústria e em equipamentos eletrônicos, como laptops. Consistem de um tubo lacrado, contendo uma parede interna porosa e um determinado fluído (amônia ou acetona).

O Jornal do SindCT agradece  Olga Kchoukina pela realização e tradução da entrevista.



Fonte: Jornal do SindCT - Edição 23ª - Junho de 2013

GLONASS Terá Nova Estação no Brasil a Partir de Agosto

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada dia (27/06) no site da versão em português da “Gazeta Russa” destacando que o Sistema GLONASS terá nova estação instalada no Brasil a partir de agosto.

Duda Falcão

Ciência e Tecnologia

GLONASS Terá Nova Estação no
Brasil a Partir de Agosto

Segunda estação de ajuste de dados entrará em funcionamento
no campus da UnB (Universidade de Brasília) bem ao lado
onde já está operando a primeira há alguns meses.

Giovanni Lorenzon
Especial para Gazeta Russa
27/06/2013

Foto: RIA Novosti
Primeiro-ministro Dmítri Medvedev (centro), se reúne com o
presidente do GLONASS, Aleksandr Gurkó (esq.), e
o chefe da Rosnano, Anatóli Tchubais (dir.)

O sistema de localização global GLONASS, único do gênero no mundo a oferecer serviços gratuitos na sua resolução máxima, estará mais preciso a partir de fins de agosto com o complemento da parceria entre Rússia e Brasil.

A segunda estação de ajuste de dados entrará em funcionamento no campus da UnB (Universidade de Brasília) bem ao lado de onde já opera a primeira há alguns meses.

Com as duas estações, as únicas fora da Federação Russa, o GLONASS não deixará nada a dever aos concorrentes mais famosos, o NAVSTAR GPS, dos Estados Unidos, e o GALILEO, da Europa.

Como explica o professor Ícaro dos Santos, um dos responsáveis pelas duas bases, quanto mais um satélite possuir pontos de referência espalhados pelo globo melhor é sua precisão e mais fácil torna-se sua correção orbital.

“No caso do sistema russo, com a nossa participação, suas estações estão próximas da linha do Equador, o que o torna ainda mais eficiente”, diz o engenheiro elétrico, que, ao lado do professor Geovani Borges, coordena a parceria com a Agência Espacial da Federação Russa (ROSCOSMOS).

O GLONASS também afere, além de latitude e longitude, a velocidade dos ventos, a hora e, inclusive, passará a ser mais confiável no acompanhamento de estudos de movimentos geológicos, entre eles a movimentação das placas tectônicas.

A ponta brasileira do programa para uso civil russo, lançado em operação em 1982 e desde então com uma “constelação” de novos satélites adicionados ao sistema –até ser completada sua cobertura global em 2011– está orçada em aproximadamente em US$ 2,5 milhões, segundo as estimativas dos equipamentos gerenciados pela equipe de Santos na UnB

A ROSCOSMOS também arca com despesas (não divulgadas) de aluguel, energia elétrica e do sistema de dados.

As Estações

Na primeira Estação de Medição Unidirencional, professores e alunos de pós-graduação recolhem os dados captados por uma antena, fazem um pré-processamento e enviam ao centro espacial russo.

Na segunda, a Estação Laser Óptica, que consistirá em um canhão de raio laser apontado ao GLONASS, o controle em terra ficará responsável pela decisão de acionamento e desligamento, sempre em monitoramento em relação ao tráfego aéreo.

“Quando acionado, o laser rebate no GLONASS e envia os dados diretamente à Rússia, que, se for o caso, faz a correção até em decímetros”, explica Ícaro.

A equipe do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da universidade comemorou a parceria firmada com a Rússia dentro dos acordos de cooperação das ROSCOSMOS e a Agência Espacial Brasileira visto que a participação do time de professores vai além do controle e manutenção dos equipamentos.

Embora o Brasil ainda engatinhe nas pesquisas aeroespaciais, a ROSCOSMOS reconhece a capacitação técnica e os trabalhos de investigação da UnB em várias áreas, o que “nos permite também, segundo o acordo, fazer modelos matemáticos de calibragem e os enviar para os engenheiros responsáveis do GLONASS”.

“Além disso”, continua Ícaro, “teremos de três a quatro alunos por semestre dos cursos de pós-graduação tendo aulas com professores russos no Brasil e na Rússia”.

Numa primeira etapa, serão discentes da Engenharia Elétrica, com previsão de incorporação posterior de alunos da Computação e da Mecatrônica.

A transferência de conhecimento vai ajudar o Brasil a formar novos técnicos, que poderão ser incorporados ao Programa Espacial Brasileiro, uma vez que a parceria firmada vai até 2020.

Não há perspectiva, porém, segundo Ícaro, de o entendimento atual ser suspenso após a data, na medida em que a Rússia necessita da localização das estações no Brasil e da capacitação da UnB.

“Até porque nossos parceiros prezam o avanço da cooperação em todas as áreas”, diz Ícaro.


Fonte: Site da versão em Português da Gazeta Russa - http://gazetarussa.com.br/ 

Deputados Visitam a THALES p/Saberem Mais Sobre o SGDC

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria postada dia (20/06) na versão em português do site espanhol “www.infodefensa.com” destacando que durante a realização da Feira de  Le Bourget, na França, a empresa THALES recebeu a visita de Parlamentares do Brasil para conhecer mais detalhes da proposta do Satélite Geoestacionário.

Duda Falcão

Noticias

Paris Air Show

Thales Recebeu a Visita de Parlamentares do Brasil Para Conhecer Mais Detalhes da
Proposta do Satélite Geoestacionário

30/03/2011

(Infodefensa.com) R. Caiafa, París - O projeto do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações (SGDC) do Governo brasileiro deverá definir em breve, entre três empresas finalistas, qual será a escolhida para tocar o programa e realizar as necessárias transferências de tecnologia (ToT) requisitadas pelo Brasil. Infodefensa Brasil está em Le Bourget, e em visita a Thales registrou a presença de uma comitiva de parlamentares da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CREDN) da Câmara dos Deputados.

Os deputados federais vieram a Paris conhecer mais detalhes da proposta da Thales Alenia Space para o SGDC, o pacote de transferência de tecnologias proposto pela empresa e as capacidades daquela organização para atender a demanda do governo brasileiro. Recepcionados por Cesar Kuberek, vice presidente Thales para América Latina, Julien Rousselene, diretor geral no Brasil, e Edgard Menezes, presidente da Omnisys, subsidiária Thales no País, os parlamentares puderam verificar as qualificações da Thales Alenia Space para atender ao projeto do SGDC, e principalmente, as contrapartidas de transferência de tecnologia incluídas na proposta do consórcio franco-italiano Thales Alenia Space.

Segundo Edgard Menezes, que conversou com Infodefensa Brasil no Pavilhão da ABIMDE, onde está o estande da Omnisys, o processo de ToT será muito consistente e incluirá diversas capacitações para atender às empresas do trade aeroespacial brasileiro. Estreando internacionalmente após uma exitosa participação na LAAD 2013, a Omnisys já possui um histórico de trabalho com radares de controle de tráfego aéreo (inclusive com exportações para a França), sistemas de guerra eletrônica para navios da Marinha do Brasil, componentes de payload MWT (subsistema de imagens e fotos) do Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres (CBERS), dentre outras atividades.

Segundo Menezes, o perfil da Omnisys para a licitação do SGDC envolve principalmente serviços em solo e instalações relacionadas com o controle do satélite a partir da terra. A resposta ao Best And Final Ofer (BAFO) é esperada para o final deste mês de junho, e em julho o governo brasileiro deverá anunciar sua escolha entre as três empresas finalistas. Menezes destaca que "o parque espacial brasileiro precisa de encomendas para manter o conhecimento adquirido atuante, e por outro lado, os prazos para o desenvolvimento, testes e lançamento do SGDC são muito exíguos, o que demandará do consórcio escolhido uma grande agilidade e capacidade real de ToT para às empresas brasileiras.

Edgard também destacou o processo de "brasilização" da Omnisys, reforçando as características de uma futura conversão desta em uma Empresa estratégica de Defesa (EED), processo que deverá estar concluído até o final de 2013. Edgard também destacou o papel importante que a Omnisys poderá ter no Programa PROSUPER da Marinha do Brasil, e a atuação desta no PROSUB, onde é a responsável pela integração do sonar do submarino convencional S-BR, atualmente em construção no Estaleiro e Base Naval de Itaguaí, no Rio de Janeiro. Também foram citados os trabalhos de modernização de radares, sistemas de telemetria e servo atuadores nos Centros de Lançamento de Alcântara e da Barreira do Inferno, e os contratos com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais como o SIMO (Sistema de Monitoramento do Espectro Eletromagnético), cujo contrato vai até o final de 2014.

ABIMDE e APEX no Pavilhão Brasil

Presente na entrevista com Edgard Menezes, o almirante Pierantoni Gamboa, vice presidente da ABIMDE fez questão de destacar a exitosa participação brasileira no evento "Novas oportunidades de negócio estão sendo criadas, contatos comerciais importantes estão sendo agendados e a indústria brasileira de Defesa continua buscando novos nichos de mercado, como por exemplo, na África e Àsia.

Participar de eventos internacionais de grande porte como o Paris Air Show traz novas possibilidades para as nossas empresas associadas, e o apoio da APEX Brasil tem sido fundamental para o sucesso destas ações".


Fonte: Site espanhol  www.infodefensa.com – Versão em Português

Comentário: Em primeiro lugar, parlamentares deveriam se preocupar em criar leis, que sejam benéficas a sociedade, coisa que não é feita nesse fórum em Brasília de representatividade caseira. Analisar e elaborar acordos tecnológicos devem ser de responsabilidade de profissionais que atuam na área e que entendem do assunto. Quanto aos parlamentares cabe aprová-los, sendo esse o único momento em que esses energúmenos deveriam chegar perto de iniciativas como essa. Agora quanto a THALES, todo mundo sabe que foi a empresa escolhida e esse jogo de cena não engana ninguém. Agora Brasilizar a Omnisys e transforma-la em uma Empresa Estratégica de Defesa (EED) senhor Edgard Menezes, é um crime que deveria ser punido com fuzilamento de todos os responsáveis. A Omnisys não é brasileira e jamais será vista como Brasileira se depender de mim e do Blog BRAZILIAN SPACE, pelo menos até que volte a pertencer a quem de direito pertencia, o povo brasileiro.