quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Abertas Inscrições para Curso de Meteorologia por Satélite

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (29/02) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que estão abertas as inscrições para o “Curso Básico de Meteorologia por Satélite” do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) a ser realizado à distância, de 5 a 7 de março.

Duda Falcão

Abertas Inscrições para Curso de
Meteorologia por Satélite.
Ministradas à Distância, Aulas
Serão de 5 a 7 de março

Quarta-feira, 29 de Fevereiro de 2012


Dirigido a profissionais e estudantes de Ciências da Terra e da Atmosfera, membros da Defesa Civil e responsáveis pelo monitoramento de desastres naturais, o Curso Básico de Meteorologia por Satélite será realizado à distância, de 5 a 7 de março, pelo Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Ministrado de forma interativa e em tempo real, por meio da Rede Nacional de Pesquisa e Ensino (RNP), o curso oferecerá informações necessárias para a compreensão de alguns dos produtos gerados na Divisão de Satélite e Sistemas Ambientais (DSA) do CPTEC/INPE.

Serão abordados: Princípios Básicos da Meteorologia por Satélite, Produtos de Previsão Imediata e Monitoramento da Convecção, Radiação Solar e Terrestre e Classificação de Nuvens, Radiação Ultravioleta e Sondagens Atmosféricas, Introdução ao sistema GEONETCast e Radar Meteorológico. Os tópicos serão ministrados pelos pesquisadores Daniel Alejandro Vila, Luiz Augusto Toledo Machado, Juan Carlos Ceballos, Simone Sievert da Costa Coelho, César Mello e Jojhy Sakuragi.

O curso conta com o apoio da Associação dos Pesquisadores do Experimento de Grande Escala da Biosfera - Atmosfera na Amazônia (APLBA).

A programação e o link para as inscrições estão disponíveis no site:


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Projeto AERIS Foi Selecionado para Concurso Nacional

Olá leitor!

Segue uma nota postada dia (27/02) no site do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG), destacando que o “Projeto AERIS” foi selecionado em “Concurso Nacional de Trabalhos Técnicos”.

Duda Falcão

Projeto AERIS é Selecionado em
Concurso Nacional de Trabalhos Técnicos

27/02/2012


O Projeto AERIS, do curso técnico em informática do Campus Montes Claros, foi selecionado como finalista do I Concurso Nacional de Trabalhos Técnicos, a ser realizado durante o evento Computer on the Beach 2012, em Florianópolis – SC, no próximo dia 24 de março.

Com o título “Fotografia espacial usando câmera programável com CHDK”, o trabalho concorre com outros 8 projetos, vindos de escolas de outros estados brasileiros. O trabalho do Campus Montes Claros é o único representante mineiro na disputa. O concurso é exclusivo para trabalhos desenvolvidos por alunos de cursos técnicos da área de tecnologia da informação, regularmente matriculados no ano de 2011.

Orientador do projeto, o Prof. Júlio César Guedes Antunes diz-se orgulhoso do resultado: “Nosso trabalho foi reconhecido com notas máximas por todos os avaliadores, e foi selecionado para estar entre os melhores do Brasil. Para nós do IFNMG, é um tremendo orgulho. Nossos alunos estão de parabéns”.

O aluno José Francisco Clementino de Jesus irá apresentar o trabalho em Florianópolis, de onde trará importantes experiências para a sua formação profissional e contribuições para o desenvolvimento da pesquisa no âmbito do Campus.


Fonte: Site do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG)

Comentário: O blog “BRAZILIAN SPACE” parabeniza o Prof. Júlio César Guedes Antunes e a sua equipe de alunos por este reconhecimento, desejando sucesso a todos no concurso. Para aqueles leitores que não se lembram do “Projeto AERIS”, convido vocês a visitarem os links: “Alunos de Informática do IFNMG Lançam Cápsula no Espaço”,”TV Mineira Exibe Nova Reportagem Sobre o Projeto AERIS”. Aproveito para dizer que se as informações que me chegam se concretizarem, esse grupo de alunos capitaneado pelo Prof. Júlio Cesar Guedes Antunes em breve voltará a mídia com um resultado na área espacial ainda mais expressivo. Vamos aguardar.

Ministro Confirma Integração da AEB com o INPE

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (29/02) no site da “Agência FAPESP” destacando que em visita dia 27/02 a sede da FAPESP, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, confirmou a integração da Agência Espacial Brasileira (AEB) com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Duda Falcão

Especiais

Ministro Confirma Integração
da AEB com o INPE

Por Karina Toledo
29/02/2012

Em visita à FAPESP, Marco
Antonio Raupp revela que
pretende alinhar trabalho dos
institutos de pesquisa federais às
políticas executadas por
agências e secretarias ligadas ao
ministério (foto:Eduardo César)
Agência FAPESP – Em visita à sede da FAPESP realizada em 27 de fevereiro, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, deu como certa a integração da Agência Espacial Brasileira (AEB) com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Raupp revelou ainda haver no governo federal consenso de que os institutos de pesquisa deverão se alinhar às políticas executadas pelas secretarias e agências subordinadas ao ministério.

A integração da AEB com o INPE é defendida por Raupp desde o tempo em que ele presidia a agência, como forma de aperfeiçoar o programa espacial brasileiro.

“A AEB foi criada muito depois do INPE e apenas para mostrar ao mundo que o programa brasileiro era civil. Mas não atribuíram a ela o comando das entidades tecnológicas. Isso prejudicou muito o funcionamento do sistema”, afirmou o ministro.

Segundo Raupp, a integração seria a única forma de contornar o problema sem criar grandes conflitos. “A ideia já foi aceita no governo. O diretor do INPE será membro da diretoria da AEB”, explicou.

Seguindo a mesma linha, o ministro pretende aumentar a influência das outras agências e secretarias ligadas ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) sobre todos os institutos de pesquisa federais. “Hoje eles têm uma atuação completamente autônoma e independente em relação às políticas que esses agentes estão desenvolvendo”, disse.

Para exemplificar, Raupp disse que a Secretaria de Política de Informática ficaria responsável por supervisionar o trabalho de todos os institutos que trabalham com estudos nessa área. “Acho isso muito importante para justificar a existência desses institutos. Não tem sentido eles ficarem se comportando como institutos universitários”, completou.

O objetivo da visita à FAPESP, segundo Raupp, foi “aumentar e qualificar” os projetos realizados em parceria com a entidade. O ministro ressaltou que alguns dos projetos “mobilizadores da política pública de ciência e tecnologia” estão em São Paulo, como o do primeiro reator nuclear multipropósito. Entre as finalidades do equipamento estão à produção de radioisótopos para uso na medicina nuclear e pesquisas em campos diversos, como energia, agricultura, indústria e meio ambiente.

“Já temos parcerias bem estabelecidas com a FAPESP nos institutos federais, como a do supercomputador instalado no INPE para pesquisas climáticas. Mas queremos a participação da FAPESP também nos projetos novos”, afirmou Raupp.

O presidente da FAPESP, Celso Lafer, destacou que a área de ciência, tecnologia e inovação é de interesse nacional. “É um capítulo de política de Estado e não de governo. Olhamos isso com a perspectiva de São Paulo, nossa base, mas como uma questão do país, que nos cabe cooperar e ajudar”, disse.

O diretor científico da FAPESP, Carlos Henrique de Brito Cruz, afirmou que a entidade tem interesse em colaborar com o ministério, como já vem fazendo no caso dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs).

O programa foi lançado em 2008 pelo MCTI, com recursos de R$ 607 milhões obtidos em parceria com as fundações de amparo à pesquisa estaduais.

“A FAPESP financia 50% dos recursos destinados aos 44 institutos sediados no Estado de São Paulo. Responsável por R$ 113,4 milhões do total de recursos investidos nos INCTs, a FAPESP só fica atrás do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico entre as fontes financiadoras”, destacou Brito.


Fonte: Site da Agência FAPESP 

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Primeiros Raios Ascendentes são Registrados no Brasil

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria publicada ontem (27/02) no site do jornal “O Estado de São Paulo” destacando que o “Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)” capturou pela primeira vez imagens de raios ascendentes no Brasil.

Duda Falcão

Ciência

Primeiros Raios Ascendentes
são Registrados no Brasil

Apenas 1% dos raios partem do solo; observações
poderão ajudar a aperfeiçoar normas de proteção

estadao.com.br com informações do INPE
27 de fevereiro de 2012 - 17h51

INPE/Divulgação
Raio ascendente registrado
no Pico do Jaraguá, SP
O Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) capturou pela primeira vez imagens de raios ascendentes no Brasil. Em apenas vinte minutos, quatro raios desse tipo, que tiveram início a partir de uma das torres situadas sobre o Pico do Jaraguá, na cidade de São Paulo, foram registrados. Segundo os pesquisadores, as observações poderão contribuir para aperfeiçoar as normas de proteção contra raios no país.

"Esta é a primeira comprovação de ocorrência de raios deste tipo no Brasil", diz Marcelo Saba, pesquisador do ELAT e responsável pelas observações. Outra coisa que chamou a atenção foi o alto número de raios para o pequeno intervalo de tempo. Para se ter uma ideia, no Empire State Building, que tem mais de 100 metros de altura, ocorrem em média 26 raios ascendentes por ano.

A enorme maioria dos raios (99%) é nuvem solo, ou seja, se originam nas nuvens e chegam ao chão. Apenas 1% é ascendente - partem de algum ponto na superfície. Em construções muito altas, essa proporção varia, e o número de raios ascendentes pode superar os raios nuvem solo.

Os raios ascendentes respondem a alterações ambientais produzidas pela atividade humana e se originam em locais muito altos, como torres de telecomunicação, ou para-raios de edifícios.

Os pesquisadores afirmam que estudos poderão estimar qual a frequência e quais as condições (como a altura das estruturas e os tipos de nuvens e tempestades) para que o fenômeno ocorra. A pesquisa também poderá aprimorar os sistemas de detecção de descargas atmosféricas que monitoram a incidência de raios no Brasil. Em alguns países, como o Japão, raios ascendentes têm trazido grandes prejuízos quando atingem turbinas de geração eólica.

Poucos países possuem imagens deste fenômeno, entre eles os EUA, o Canadá, o Japão e a Áustria. Ainda assim, há pouco conhecimento sobre a física e as características dos raios ascendentes, o que torna este registro ainda mais importante para as pesquisas.


Fonte: Site do jornal O Estado de São Paulo - 27/02/2012 

Confirmado, a AEB Já Tem Novo Presidente

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria postada hoje (28/02) no site do jornal “O VALE” confirmado que o senhor José Raimundo Coelho, atualmente diretor do Parque Tecnológico de São José dos Campos, aceitou o convite do ministro Marco Antônio Raupp para assumir a presidência da Agência Espacial Brasileira (AEB).

Duda Falcão

REGIÃO

AEB Já Tem Novo Presidente

José Raimundo Coelho aceita convite para comandar agência
e deixa vago cargo no Parque Tecnológico de São José

Arthur Costa
São José dos Campos
28 de fevereiro de 2012 - 03:26

Divulgação

O diretor do Parque Tecnológico de São José dos Campos, José Raimundo Coelho, é o novo presidente da AEB (Agência Espacial Brasileira). O anúncio oficial será feito hoje, quando a nomeação do cientista deve aparecer no boletim do Diário Oficial da União. Coelho não quis comentar o assunto ontem. Disse que prefere se manifestar depois da confirmação da mudança pelo governo.

Ontem pela manhã, ele participou da aula magna do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) e, ao lado do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, desconversou sobre o assunto. “O anúncio será feito na hora certa”, disse Coelho.

Convidado por Raupp no final de janeiro, Coelho estava dividido quanto ao convite. Amigo do ministro do MCTI desde a década de 80, quando trabalharam juntos no INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), o matemático não queria abandonar projetos iniciados no Parque Tecnológico.

A presidência da AEB estava vaga desde a saída de Raupp, então presidente da agência, para a chefia do MCTI no final de janeiro.

Coelho estava à frente do Parque desde março de 2011, quando assumiu a entidade exatamente no lugar de Raupp que, à época, assumia a AEB.

Essa relação próxima entre Raupp e Coelho desagrada o sindicato da categoria (leia texto nesta página).

Futuro - Ainda não há definição sobre o substituto de Coelho na direção do Parque. A prefeitura participou de reuniões para auxiliar na escolha de um possível sucessor do matemático.

José de Mello Corrêa, secretário de Desenvolvimento Econômico de São José e membro do conselho administrativo do Parque, não foi localizado para comentar o assunto. Pelo regimento interno da entidade, o diretor de planejamento, Paulo Goulart De Miranda, deve assumir interinamente a direção do local.

Currículo - Coelho foi professor do departamento de Matemática da UnB (Universidade de Brasília), da PUC do Rio de Janeiro, e do Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos.

No INPE, exerceu várias funções de gerenciamento de alto nível, entre elas, a gerência geral do programa de satélites sino-brasileiros CBERS e a vice-diretoria do Departamento de Engenharia.

Na AEB, prestou assessoria à Presidência.

Na SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) foi diretor tesoureiro durante os três últimos mandatos consecutivos.

SAIBA MAIS

Mudança

José Raimundo Coelho será anunciado hoje como presidente da AEB.

Raupp

Ligação de Coelho com o ministro do MCTI vem desde a década de 80.

Parceria

Trabalharam juntos na direção do INPE entre 1985 e 1988.

No INPE, foram responsáveis pela implantação do programa de satélites sino-brasileiro CBERS.

Foram responsáveis pela criação do Parque Tecnológico de São José, modelo levado a outras cidades do país.

Quando Raupp deixou o Parque para assumir a AEB, Coelho assumiu o Parque.

Currículo

Matemático, foi professor do departamento de Matemática da UnB, da PUC do Rio de Janeiro, e do Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Nova York, EUA. Já foi tesoureiro da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência.

Sindicato diz que Teme por Perda de Poder no INPE

São José dos Campos - A nomeação de José Raimundo Coelho como presidente da AEB desagrada o SindCT (Sindicato Nacional dos Servidores Públicos na Área de Ciência e Tecnologia do Setor Aeroespacial).

A linha de pensamento do matemático voltada para a atração de empresas privadas ao setor de pesquisas é o motivo da desconfiança.

“A OS (Organização Social, modelo de gestão do Parque) traz consigo uma série de problemas. Não há mecanismos de fiscalização, o que gera facilidade em compras e contratação de pessoas. Pensamos que nesta área, as contratações devem ser feitas pelo Estado, com realização de concursos”, disse Barbosa.

O presidente do sindicato disse temer pelo enfraquecimento do INPE, agora diretamente vinculado à AEB com a reestruturação do MCTI implantada este ano.

“José Raimundo é do mesmo estilo do Raupp. Com a mudança, a AEB terá muito mais poder. O INPE não tinha subordinação à AEB e agora tem”, afirmou o sindicalista.

Decisão - A escolha de Coelho como presidente da AEB deve acelerar o anúncio do novo diretor do INPE.

Dos nomes especulados como integrantes da lista tríplice escolhida por uma comissão especial, o de Leonel Fernando Perondi seria o único que não agrada Raupp.

O ministro se comprometeu na última semana a anunciar o sucessor de Gilberto Câmara na direção do instituto até “os primeiros dias de março”.


Fonte: Site do Jornal “O VALE” - 28/02/2012

Comentário: Bom, agora está realmente confirmado e falta o Raupp definir o novo diretor do INPE. Em nossa opinião o melhor nome para o INPE entre os que fazem parte da lista apresentada ao Raupp é o do Petrônio Noronha de Souza, e vamos torcer que o mesmo seja o escolhido. Já a escolha do senhor José Raimundo Coelho para a presidência da AEB (como já havíamos dito) não era o que esperávamos, mas enfim, espero, torço e desejo que o mesmo venha realizar uma boa gestão a frente de nossa agência espacial.

BNDES Vai Financiar Novo Centro de Inovação do ITA

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria postada hoje (28/02) no site do jornal “O VALE” destacando que o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai mesmo financiar o novo Centro de Inovação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).

Duda Falcão

REGIÃO

BNDES Vai Financiar Novo
Centro de Inovação do ITA

Em visita a São José, presidente do banco anuncia apoio ao
projeto que já tem parceiras como Embraer, VSE e Braskem

Arthur Costa
São José dos Campos
28 de fevereiro de 2012 - 03:18

Victor Moriyama

O BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) vai participar da construção de um centro de inovação desenvolvido pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) em parceria com empresas do setor tecnológico em São José dos Campos.

O anúncio foi feito ontem pelo presidente do banco, Luciano Coutinho, que esteve em São José para ministrar uma palestra sobre as perspectivas da economia mundial na aula magna da instituição de ensino.

Os detalhes sobre a participação do BNDES ainda não estão definidos, bem como o custo do centro. As empresas parceiras do ITA no projeto, como Embraer, Braskem, VSE, entre outras, atualmente trabalham na formatação do projeto para entrega-lo ao BNDES.

“Estamos em estágio inicial de conversa”, disse o presidente do BNDES.

O centro poderá ser construído nas dependências do DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial) ou na área do ITA dentro do Parque Tecnológico.
O presidente do BNDES afirmou que apoiará o projeto pela “excelência do ITA” na formação de talentos.

“Estamos abertos a pensar como fortalecer, ampliar, dobrar a capacidade deste instituto que polariza no seu exame de admissão o que há de mais criativo e capacitado entre os alunos brasileiros. Este instituto é a instituição de maior excelência dentro das instituições de excelência do país”, afirmou Coutinho.

Inclusão - A ideia do ITA é integrar seus alunos nas empresas participantes do centro de inovação desde os primeiros anos de curso por meio de convênios e bolsas de estudo.

“Temos alunos reconhecidamente talentosos. Vamos fazer com que esses meninos se envolvam seja numa Embraer, numa Braskem e demais empresas”, afirmou o reitor da instituição de ensino, Carlos Américo Pacheco.

Ampliação - A construção do centro de inovação é um projeto paralelo ao crescimento no número de alunos do ITA. A instituição prevê dobrar, a partir deste ano, seu número de estudantes nos próximos cinco anos. “Queríamos aumentar esse número de alunos o mais rápido possível, no entanto, há todo um processo que temos que aguardar como a abertura da licitação para a construção de um novo alojamento. Vamos crescendo aos poucos”, afirmou Pacheco.

O reitor lembrou que, no último vestibular da instituição, 570 estudantes atingiram nota suficiente para entrar no instituto, mas, pela limitação de vagas, 120 foram selecionados para os cursos.

“Podemos duplicar nosso número de alunos sem correr o risco de perder a qualidade do ensino”, disse.

Parcerias - Presente no evento do ITA, o presidente da VSE (Vale Soluções em Energia), James Pessoa, destacou a importância da criação do centro de inovação.

“Queremos ter uma maior relação com o ITA. Já trabalhamos juntos em alguns projetos, contratamos 15 engenheiros formados pelo ITA e queremos aproveitar essa parceria da melhor maneira possível”, afirmou Pessoa.

O vice-presidente de Tecnologia e Inovação da Braskem, uma das líderes mundiais em química sustentável, Edmundo Aires, também mostrou interesse em participar do desenvolvimento do centro.

“Já temos conversas com o ITA sobre química verde”, disse o executivo.


Fonte: Site do Jornal “O VALE” - 28/02/2012

Comentário: Uma excelente notícia para o ITA e para o Brasil. Entretanto, se queremos realmente desenvolver nosso Programa Espacial, não podemos deixar de utilizar um centro de inovação com esse. Assim sendo, esse centro terá também de se preocupar com projetos direcionados para área espacial em parceria com o INPE e o IAE, e não e tão somente para área aeronáutica, de energia e química, como parece indicar a notícia. Parabéns ao ITA e as empresas envolvidas.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

José R. Coelho Será Anunciado Como Novo Pres. da AEB

Olá leitor!

Segue abaixo uma pequena nota postada hoje (27/02) no site do jornal “O VALE” destacando que o atual diretor do Parque Tecnológico de São José dos Campos, José Raimundo Coelho, vai mesmo assumir a presidência da Agência Espacial Brasileira (AEB).

Duda Falcão

REGIÃO

José Raimundo Coelho Será
Anunciado como Novo Presidente da AEB

Ele deixa a diretoria do Parque Tecnológico para assumir
a presidência da Agência Espacial Brasileira que estava sob
comando interino do pesquisador Thyrso Villela Neto desde
a saída do então presidente da agência, Marco Antonio Raupp,
para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

Arthur Costa
São José dos Campos
27 de fevereiro de 2012 - 17:25

Arquivo/ O vale

O atual diretor do Parque Tecnológico de São José dos Campos, José Raimundo Coelho, é o novo presidente da AEB (Agência Espacial Brasileira). O anúncio oficial será feito amanhã, pela própria AEB, que estava sob comando interino do pesquisador Thyrso Villela Neto desde a saída do então presidente da agência, Marco Antonio Raupp, para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, no final de janeiro.

Coelho foi convidado pelo próprio ministro Raupp, com quem trabalhou no INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) na década de 80.

Ainda não há definição sobre quem assumirá o Parque Tecnológico.

Currículo - José Raimundo Coelho está à frente do Parque desde a saída do então diretor Raupp para a AEB, em março de 2011.

Coelho é matemático, foi professor do departamento de Matemática da Universidade de Brasília (UnB) e da PUC-Rio. Nos Estados Unidos, foi professor do Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Nova York.

No INPE, exerceu várias funções, entre elas, a gerência administrativa e geral do CBERS. Na AEB, atuou como consultor da UNESCO na área de satélites. Atualmente, é tesoureiro da SBPC (Sociedade Brasileira para Progresso da Ciência).


Fonte: Site do Jornal “O VALE” - 27/02/2012

Comentário: Bom, não era o que queríamos e imaginávamos que fosse o melhor para o PEB, mas o senhor José Raimundo Coelho parece ser um homem de confiança do Raupp e ele deve saber o que está fazendo. Assim sendo, o blog BRAZILIAN SPACE deseja sucesso ao senhor José Raimundo Coelho nessa sua nova missão frente à presidência da Agência Espacial Brasileira (AEB). Aproveitamos para agradecer ao leitor André C. Castro pelo envio desta notícia.

Nova Tecnologia Revela Áreas Mais Sujeitas a Inundações

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (27/02) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que nova tecnologia de modelagem de terreno revela áreas mais sujeitas a inundações.

Duda Falcão

Nova Tecnologia de Modelagem
de Terreno Revela Áreas
Mais Sujeitas a Inundações

Segunda-feira, 27 de Fevereiro de 2012

Denominado HAND - sigla em inglês de Height Above de Nearest Drainage, que pode ser traduzida como "altura acima da drenagem mais próxima" -, o novo modelo digital de terreno desenvolvido no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) apresenta variadas aplicações. Uma das mais importantes é permitir o mapeamento avançado e generalizado de áreas de risco e vulnerabilidade a cheias e outros desastres naturais.

O HAND, criado pelo Grupo de Modelagem de Terrenos do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do INPE, determina os desníveis relativos do terreno em relação aos rios.

"Modelo digital de terreno é uma espécie de maquete virtual da paisagem. A topografia do terreno é capturada em imagens digitais por sensores remotos - como radar ou laser, a partir de aviões ou de satélites -, e então é representada no computador como uma superfície virtual em 3D. Nessa superfície virtual se aplicam computações matemáticas para extrair as propriedades típicas das formas, como delineamento das bacias hidrográficas, locais dos rios e riachos, declividades e distâncias de encostas, entre outras", explica Antonio Donato Nobre, líder da pesquisa que resultou no novo modelo.

O pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), que atua no INPE à frente do grupo de modelagem de terrenos, vem desenvolvendo esta nova abordagem nos últimos 10 anos. Segundo ele, o modelo HAND surgiu da busca de compreensão científica fundamental da água na paisagem, mais especificamente da relação entre topografia e hidrologia. "A ciência trabalha com a descoberta. A quem trabalha com aplicação cabe aproveitar as descobertas científicas na solução dos problemas", frisa Antonio Nobre.

Princípio de Arquimedes

O pesquisador explica que numa superfície plana de água, como um lago, o desnível para uma encosta é fácil de determinar, o que permite saber com certa facilidade o alcance espacial da cheia. Já o escoamento sobre terreno não plano - condição dos rios, por exemplo -, onde não há um nível claro ou uniforme da superfície da água de escoamento, torna mais difícil referenciar o desnível em relação à encosta. Daí a dificuldade em saber onde as águas extravasadas do canal de um rio numa enchente podem chegar.

Modelos hidrodinâmicos de escoamento conseguem prever o alcance e a energia de cheias ao longo de cursos d'água. Porém, são modelos complexos, normalmente aplicados de maneira muito localizada (trechos de rios), que requerem detalhadas parametrizações e são de difícil utilização, o que restringe sua aplicação a escalas maiores. "A novidade simplificadora introduzida pelo modelo HAND está na forma espacialmente inteligente de computar os desníveis. O modelo parte do princípio de Arquimedes, de que a água escolhe a trajetória mais curta para os terrenos mais baixos. Este comportamento é explicado pela força da gravidade propelindo a água", conta Antonio Nobre.

O modelo leva em conta que a água superficial, escoando pelo terreno, delineia trajetórias de fluxo de tal forma que cada ponto da paisagem possui um "caminho" que o liga com o rio ou corpo d'água mais próximo. Para mapear todas as trajetórias de fluxo superficial do terreno de forma virtual, o modelo HAND utiliza a informação topográfica digital. Depois, são calculados os desníveis ao longo das trajetórias, e a partir desses são mapeadas as zonas de equidistância ou proximidade relativa ao corpo d'água, uma medida direta da probabilidade de inundações.

O modelo já foi aplicado com sucesso em regiões com histórico conhecido de inundações, como a metropolitana de São Paulo (no âmbito do projeto Megacidades). Em caráter experimental, foi aplicado em áreas onde ocorreram grandes inundações, como a do rio Mundaú de Alagoas e a região serrana do Rio de Janeiro.

O modelo HAND foi também apresentado pelo pesquisador Antonio Nobre durante as discussões sobre o Código Florestal, como base de um novo ordenamento territorial. "O modelo HAND e outras abordagens avançadas de mapeamento oferecem diagnósticos promissores de potenciais, fragilidades e riscos de cada terreno, ingrediente fundamental para o desenvolvimento de novas paisagens inteligentes", conclui o pesquisador.

O histórico do desenvolvimento do HAND, do qual também participaram os pesquisadores Camilo Daleles Rennó e Luz Adriana Cuartas, ambos do INPE, foi detalhado em artigo publicado na revista Hydrology and Earth System Sciences Discussions


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

O Direito Espacial Perde aos 98 Anos Carl Q. Christol

Olá leitor!

Segue abaixo um artigo do José Monserrat Filho postado hoje (27/02) no site do “Jornal da Ciência” da SPBC destacando que o Direito Espacial perdeu aos 98 anos um de seus pioneiros: Carl Q. Christol.

Duda Falcão

Notícias

Direito Espacial Perde um de
Seus Pioneiros: Carl Q. Christol

José Monserrat Filho*
27/02/2012

Carl Quimby Christol, um dos primeiros grandes especialistas dos Estados Unidos (EUA) em Direito Espacial, faleceu, aos 98 anos, em sua casa em Santa Bárbara, na Califórnia.

Nascido em 1913, concluiu seu curso Direito na Universidade de Dakota do Sul, em 1934, e doutorou-se na Universidade de Chicago, estudou na Escola Fletcher de Direito e Diplomacia, em Massachusetts, e no Instituto de Altos Estudos Internacionais na Universidade de Genebra, na Suíça. Aluno da Escola de Direito de Yale, em 1940-1941 e depois em 1946-1947, seus estudos ali foram interrompidos pela 2ª Guerra Mundial. Ele lutou, de 1941 a 1946, na Europa e participou da famosa Batalha de Bulge, na Alemanha, quando fez os primeiros contatos com as tropas da então União Soviética no Rio Elba, em 1945. Retornou condecorado e Coronel do Exército reformado. A experiência na Alemanha o levou a preocupar-se com a questão dos direitos humanos e a promover conferências na Universidade da Califórnia do Sul sobre o assunto.

Seu primeiro livro sobre Direito Espacial resultou o curso ministrado no Colégio de Guerra Naval dos EUA, em 1962-1963. Membro do Instituto Internacional de Direito Espacial (IISL, na sigla em inglês), presidiu o capítulo norte-americano da entidade, em 1973-1975. Em 1984, foi eleito membro da Academia Internacional de Astronáutica, que premiou quatro de seus livros sobre temas jurídicos das atividades espaciais. Lecionou Direito Espacial na Universidade de Tecnologia de Sidney, Austrália; na Universidade McGill, em Montreal, Canadá; em três universidades de Pequim, na China; em universidades e institutos de pesquisa em Tóquio, no Japão; na Universidade da Coreia, em Seul; em instituição militar e diplomática de Bangkok, na Tailândia; e na Universidade do Uruguai e na Universidade Católica de Montevidéu.

Christol foi membro ativo do Comitê de Direito Espacial da International Law Association (ILA), tanto nos EUA como no Reino Unido. Em 1998, recebeu o Prêmio "Life Time Achievement", do Instituto Internacional de Direito Espacial (IISL). Em 2010, foi eleito membro da direção do Instituto de Política e Direito Espacial, de Londres.

No início dos anos 70, conheceu o Embaixador Arvid Pardo, de Malta, que se notabilizara pela aplicação do conceito de "Patrimônio Comum da Humanidade" no Direito Marítimo. E organizou, junto com o ilustre diplomata, um seminário da Universidade da Califórnia do Sul sobre o polêmico conceito: Pardo abordando suas implicações no Direito Marítimo e ele, as implicações no Direito Espacial. A criação do termo "Patrimônio Comum da Humanidade", diga-se de passagem, é atribuída ao Embaixador Aldo Armando Cocca, renomado jurista argentino.

Christol publicou uma dezena de livros, além de capítulos de obras de outros autores e mais de 100 artigos em revistas especializadas dos EUA e de outros países.

Eis a relação de suas obras, com os respectivos anos de lançamento, cujos títulos já revelam a variedade de temas que mobilizaram sua atenção e seus estudos:

1) "Introduction fo polical science", 1957;

2) "The international law of outer space", 1966;

3) "Law and humn rights", 1968;

4) "Oil pollution of the marine environment - a legal bibliography", 1971;

5) "The international legal and institutional aspects of the stratosphere ozone problem: staff report prepared for the use of the Committee on Aeronautical and Space Sciences, United States Senate", 1975;

6) "Satellite power system (SPS): international agreements", 1978

7) "The modern internacional law of outer space", 1982;

8) "Space law: past, present and future", 1991;

9) "International law and U.S. Foreign policy", 2004; e

10) "The American challenge: terrorists, detainees, treaies, and torture-responses to the rule of law", 2001-2008, lançado em 2009.

Christol, firme defensor da ideia do "Estado de Direito", afirmou - em "Space law: past, present and future", publicado em 1991, ano em que a União Soviética se dissolveu e deu-se como finda a Guerra Fria -, que "a necessidade agora, como nunca antes, é lograr o esclarecimento e o entendimento comum do significado de 'fins pacíficos'". Como se sabe, essa expressão, ainda legalmente não definida, figura na introdução do Tratado do Espaço, de 1967, a lei maior das atividades espaciais, que começa "reconhecendo o interesse que apresenta para toda a humanidade o programa de exploração e uso do espaço cósmico para fins pacíficos".

Christol foi também um dos primeiros juristas a pesquisar e escrever sobre os aspectos legais da exploração e uso da energia solar através do espaço, assunto que o cativava em especial.

Tanja L. Masson-Zwaan, Presidente do Instituto Internacional de Direito Espacial (IISL) e diretora do Instituto de Direito Aeronáutico e Espacial, da Universidade de Leiden, na Holanda, comentou que Christol foi "um pioneiro, um ícone do Direito Espacial, um autor prolífico e um excelente professor". Incansável e determinado, ele apresentou trabalhos em um sem número de Colóquios do IISL, nos Congressos da Federação Internacional de Astronáutica, inclusive no de 2011, realizado na Cidade do Cabo, na África do Sul, ao qual não pôde comparecer mas seu trabalho foi relatado ao público presente. Sua última aparição num colóquio do IISL ocorreu em Valência, na Espanha, em 2006.

Tive a ventura de conhecê-lo pessoalmente em vários colóquios e reuniões do IISL. A impressão que me ficou é de uma pessoa extremamente cordial e gentil, e de um profundo conhecedor dos prolemas jurídicos da conquista do espaço. Christol prestava muita atenção às opiniões dos colegas e defendia suas ideias de forma serena e o mais argumentada possível, buscando convencer respeitosamente o interlocutor. Eu diria que ele nasceu para ser professor.

Ram Jakhu, membro da Diretoria do IISL e professor de Direito Espacial da Universidade McGill, em Montreal, no Canadá, costuma brincar, dizendo que o pessoal envolvido com o Direito Espacial tem vida longa. Christol por pouco não chegou aos 100 anos.

Chefe da Assessoria de Cooperação Internacional da AEB.


Fonte: Site do Jornal da Ciência de 27/02/2012

Objeto que Caiu no Maranhão é Levado para o CLA

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada dia (25/02) no blog “CN1”, destacando que o objeto que caiu do céu no estado do Maranhão foi levado para o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA).

Duda Falcão

Artefato Espacial é Levado para o
Centro de Lançamento de Alcântara

Por CN1/Luis Carlos Júnior 
Sábado, 25 de Fevereiro de 2012
Fotos: Blog CN1

O artefato espacial que estava sob a guarda da polícia militar de Chapadinha foi levado na noite de ontem (24), por oficiais do Comando da Aeronáutica para o Centro de Lançamento de Alcântara (C.L.A).


A equipe de militares da aeronáutica chefiada pelo diretor do C.L.A, Tenente-Coronel Demétrio chegou por volta das 21h40 da noite de sexta-feira (24) ao Quartel da 4ª Companhia Independente da PM onde  foram recebidos  pelo Major Edvaldo Mesquita.


Os militares da Aeronáutica fizeram  uma avaliação no artefato espacial. Em entrevista ao Blog CN1, o diretor do C.L.A, descartou qualquer possibilidade de haver radiação, “não foi comprovado emissão de radioatividade,  provavelmente algum acumulador de gás hélio, então não tem  nenhum tipo de problema em função das pessoas terem se aproximado desse artefato”, afirmou o Tenente-Coronel Demétrio.


Em relação à identificação do artefato, o diretor disse que fez uma análise baseada nas imagens que veicularam na mídia e observando o material, o diretor do Centro de Lançamento de Alcântara (C.L.A), chegou a conclusão que poderá ser parte de um satélite ou de algum estágio de foguete.


O artefato espacial foi levado para o Centro de Lançamento de Alcântara e posteriormente deverá ser encaminhado   ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial em São José dos Campos, no estado de São Paulo, onde serão feitas análises para identificar a origem do  material.

Ainda de acordo com o diretor do C.L.A, após a conclusão dessas análises será emitido um relatório mais detalhado do artefato.

A esfera metálica caiu do espaço na semana passada na zona rural do município de Anapurus, MA há 32 km de Chapadinha.


Jornal Mirante - TV Mirante - 24/02/2012


Fonte: Blog do “CN1“ - http://cn-1.blogspot.com/