USP São Carlos Quer Formar Engenheiros Aeroespacias
Olá leitor!
Segue abaixo uma matéria postada dia (06/05) no site do jornal “O Estado de São Paulo” destacando que com a ajuda do astronauta Marcos Pontes a “USP São Carlos” está elaborando projeto para formar "Engenheiros Aeroespaciais".
Duda Falcão
Com Ajuda de Astronauta, USP Quer
Formar Engenheiros Aeroespaciais
Marcos Pontes ajudou em projeto; alunos de Engenharia
Aeronáutica de São Carlos teriam matérias da área aeroespacial
Carlos Lordelo
Estadão.edu
(Colaborou Thais Caramico)
06 de maio de 2011 - 18h12
Com a consultoria do astronauta Marcos Pontes, a USP elabora projeto para formar engenheiros aeroespaciais no câmpus de São Carlos. O objetivo é atender à demanda do programa espacial brasileiro por esses profissionais.
Pela proposta, 10 dos 40 alunos que entram anualmente no bacharelado em Engenharia Aeronáutica cursariam matérias da área aeroespacial.
“Esses alunos vão aprender a projetar, além de aviões, satélites e espaçonaves”, diz o professor Fernando Catalano, chefe do Departamento de Engenharia Aeronáutica da Escola de Engenharia de São Carlos. O estudante sairia com o título de bacharel em Engenharia Aeronáutica com ênfase em Engenharia Aeroespacial.
O projeto está em vias de ser enviado à Comissão de Graduação da unidade. Se aprovada em todas as instâncias da USP, a nova estrutura curricular deve começar a valer para os ingressantes em 2013.
Segundo Catalano, a intenção, no futuro, é ter um curso específico de Engenharia Aeroespacial. “Antes, vamos observar como o mercado absorve nossos formandos.”
A discussão sobre o novo curso começou há cerca de dois anos, por iniciativa de Marcos Pontes, o primeiro astronauta brasileiro. “O Marcos tem uma bagagem absurda e contatos importantes no Brasil e no exterior, além de ser engenheiro de extensa formação”, conta Catalano.
Foto: Paulo Pinto/AE
Primeiro astronauta brasileiro, Marcos Pontes ajuda
a criar projeto para formar engenheiros aeroespaciais
Para Pontes, que em 2006 representou o País na Estação Espacial Internacional, faltam profissionais qualificados para trabalhar no programa espacial brasileiro. “Muita gente sai do País ou trabalha no setor privado”, diz. “Somos um país enorme e precisamos investir em satélites para monitorar nossos recursos naturais, especialmente a Amazônia, e oferecer dados climáticos adequados para a produção agropecuária.”
O curso de Engenharia Aeroespacial também é oferecido pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos, e nas Universidades Federais de Minas Gerais (UFMG) e do ABC (UFABC), na região metropolitana de São Paulo.
Fonte: Site do Jornal O Estado de São Paulo - 06/05/2011

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